Artigos com a tag "redes sociais"

O Marketing com certeza está entre as maiores preocupações dos pequenos e médios empreendedores, pois é praticamente impossível  que haja algum profissional que não queira exercer todos os setores do seu negócio da melhor maneira. Não existe nenhum empreendedor 100% competente em tudo, porém existem aqueles que buscam todos os tipos de informações favoráveis ao seu empreendimento.

O autor e consultor de marketing digital Cláudio Torres em sua obra Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas e Médias Empresas buscou exatamente dar esse suporte para os empreendedores que vivem na correria diária de um negócio. Continue Lendo »

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Quando começamos a falar sobre pequenas empresas e redes sociais, a primeira coisa que pensamos é o Twitter, seguido do Facebook e Foursquare. Este triângulo social corporativo é muito importante, afinal de contas, a maioria dos usuários ativos na internet utiliza uma dessas plataformas. Mas vamos olhar para uma rede que merece a mesma ou até maior atenção que damos para as outras: o LinkedIn.

A plataforma foi fundada em dezembro de 2002 e lançada cinco meses mais tarde, em maio de 2003. Ela é considerada uma rede social vertical, ou seja, mantém a essência da rede social, mas é composta por um grupo segmentado de usuários que compartilham um mesmo interesse ou preferência, neste caso, fins profissionais.

Até pouco tempo atrás havia uma falsa ideia da real utilidade do LinkedIn. Parte das pessoas acreditava ser uma espécie de site para cadastrar currículo e repassá-lo com mais facilidade. Grande erro. A rede esconde muito mais funcionalidades do que se pensa. O usuário registrado, seja ele pessoa física ou jurídica, tem duas formas de utilizar os recursos do LinkedIn: o modo gratuito e modo pago. O modo pago é atrativo, ele possibilita o usuário traçar um plano de carreira e simular contratações sem nem chamar determinado candidato para entrevista. Porém o modo gratuito é muito útil, aliás, a maioria dos cadastros são gratuitos.

Além do fato de ser uma rede específica para negócios, existem outros motivos para que você cuida melhor da imagem de seu negócio neste site. Há mais de 15 milhões de pequenas empresas de todo o mundo usando o LinkedIn, segundo a plataforma. Isso representa, mais ou menos, 25% do total de usuários.

Recomendações

A pessoa física pode, ao montar seu perfil profissional, solicitar recomendações de antigos chefes e colegas de trabalho. Por exemplo: João trabalho em uma empresa de canetas e atualmente está desempregado. Ao listar o nome dessa empresa o LinkedIn procura em sua base quem utiliza a empresa em seu currículo. Essa interligação de lugares gera uma lista de funcionários e, conseqüentemente, facilita a recomendação.

Este privilégio vale também para empresas cadastradas no site. Estamos cansados de saber que a propaganda boca-a-boca é essencial e que as redes sociais abriram o leque de comentários sobre determina marca. Solicite a seus clientes que recomendem sua empresa ou seu produto. Construa uma reputação de comentários e prospecte mais clientes. Lembre-se que uma determinada marca é formada também por comentários negativos, então esteja preparado para recebê-los e listá-los no perfil.

Presença na rede

Quantos de nós já criou uma conta LinkedIn e deixou dormente por meses? Por falta de costume ou pela pouca movimentação na rede, cometemos o pecado de deixá-la abandonada por algum tempo e depois voltar. Assim como é preciso atuar nas redes mais populares, no LinkedIn também é preciso monitorar movimento de usuários, novas e possíveis conexões, interesses, etc. Para deixar seu perfil mais ativo, integre o Twitter de sua empresa com sua conta no LinkedIn. Além disso, favorite a plataforma e veja, pelo menos, uma vez por dia. Sua empresa não funciona uma vez por semana, logo, seu LinkedIn também não.

Procure no diretório de grupos e encontre associações setoriais e redes de contato para fazer parte. Por exemplo, se você atua no ramo de casamentos e planejamento de eventos há mais de 530 grupos relacionados.

Financiamento


Você pode usar o LinkedIn para encontrar potenciais investidores em startups, já que há mais de 3 milhões de pessoas dessa área no site. Uma vez conectado, sua participação no LinkedIn (respostas, atualizações e participações em grupos) podem, talvez, despertar o interesse desses investidores no seu pequeno negócio.

E no que mais minha empresa pode fazer no LinkedIn?

-  Gerenciar as informações que estão publicamente disponíveis sobre você como profissional;

- Encontrar e ser apresentado a possíveis clientes, fornecedores de serviços e conhecedores de assuntos diversos que foram recomendado;

- Criar e colaborar em projetos, reunir dados, compartilhar arquivos e resolver problemas;

-  Ser encontrado para oportunidades de negócios e encontrar possíveis parceiros;

- Ganhar novas ideias de discussões com profissionais de pensamentos semelhantes nas configurações para grupos privados;

-  Descobrir conexões internas que podem ajudá-lo a encontrar empregos e fechar negócios;

-  Publicar e distribuir listas de vagas para encontrar o melhor talento para sua empresa.

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“Originalmente as mídias sociais foram criadas para fins pessoais. Com o crescente número de usuários ativos nas plataformas, as empresas viram uma oportunidade de impactar clientes e adaptar a natureza das ferramentas para a realidade corporativa”. Foi assim que a professora Thais Corteze abriu a palestra “Proteção jurídica dos usuários de mídias sociais” ontem na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O seminário fez parte do evento “Inclusão das Micro e Pequenas Empresas no Mundo Digital” que contou também com a participação do professor Marcos Hiller explicando a evolução dos meios digitais e gestão de marca no mundo offline e online (confira o post amanhã aqui no Pensando Grande).

A professora focou seu discurso na utilização da internet por funcionários das empresas. Pesquisas comprovam que funcionários que utilizam redes sociais pessoais durante o período de trabalho são mais produtivos. Ao mesmo tempo boa parte das empresas bloqueia o uso da ferramenta com a premissa de que esses canais, além de romperem o fluxo de trabalho, comprometem o compartilhamento de dados da empresa e dão abertura para a concorrência desleal. “A proibição total desses sites não é o caminho correto. O dono da empresa precisa manter uma relação muito transparente com seus funcionários, inclusive sobre a utilização de mídias sociais”, afirma Thais.

O aconselhável é, primeiramente, criar um regulamento interno sobre a utilização da internet em ambiente corporativo. É permitido acessar determinado site ou rede social? De que forma? Quais os benefícios e perigos disso? Essas questões devem ser discutidas juntamente com os funcionários. Após estabelecer os parâmetros viáveis, crie um documento válido e claro com tudo que foi combinado e peça para que todos de sua empresa assinem. “Não é possível obrigar o funcionário a assinar o documento. Caso haja relutância, faça outro documento dizendo que determinada pessoa não se propôs a assinar, mas está ciente do trato e peça para que alguns funcionários sirvam de testemunha”, explana Thais.

E porquê deve haver todo esse cuidado com relação ao uso da internet? “O funcionário que tem acesso à internet tem acesso também a um mundo de informações das quais ele pode compartilhar. O Código de Defesa do Consumidor diz que se algum usuário que utiliza a rede corporativa, de um computador normal ou de um aparelho celular, ameaça, difama, insulta ou prejudica outra pessoa, a empresa é responsabilizada mesmo sem haver qualquer relação de consumo”, esclarece a professora. Não só a empresa é responsabilizada, mas também o provedor de acesso, pois entende-se que ele viabilizou esta conduta. A criação do regimento interno sobre o uso da internet não isenta a empresa de um possível processo, mas favorece a mesma na hora de responsabilizar um funcionário perante o juiz.

“Não existe atualmente na legislação brasileira regras voltadas a crimes digitais. Utilizamos casos similares para julgar situações. Recentemente foi criado um projeto de lei chamado Lei Marco Civil da Internet que antes de ser enviado para aprovação tornou-se público”, explica a professora. Outra questão levantada foi a utilização do e-mail corporativo para fins pessoais. Thais Corteze explica que não há lei sobre esse uso indevido, mas é direito da empresa monitorar o e-mail e demitir o funcionário por justa causa caso seja feito outro uso sem ser o profissional. Divulgar o conteúdo desses e-mails para terceiros é proibido, podendo somente serem utilizados para fins jurídicos.

Thais aconselha também a criar login e senha em todos os computadores da empresa e aconselhar os funcionários a travar o computador toda a vez que não estiver na mesa. Isso evita que pessoas com más intenções se aproveitem da situação e utilizarem o IP de outro computador para fazer uso ilícito da internet.

A tecnologia ajuda também o empresário a controlar os passos dos funcionários no computador corporativo. Existem tipos de software que monitoram os sites, tempo de permanência em página e cliques, além de gerar relatórios e dossiês sobre o usuário. São muito úteis para o empresário, mas é preciso avisar aos funcionários sobre a existência desses programas.

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Começou ontem o Social Media Week (SMWSP), evento de mídias sociais que acontece simultaneamente em nove cidades no mundo. No Brasil a série de discussões sobre os rumos das redes acontece na FAAP, em São Paulo. Presente nos eventos mais relevantes de empreendedorismo, tecnologia e inovação, o Pensando Grande acompanhou o primeiro dia do Social Media Week que trouxe temas como poder do usuário, papel social das mídias, relevância de temas e gestão de marcas em tempo de redes sociais.

Assim como religião e futebol, a gestão de marcas feitas por empresas e agências sempre será um assunto polêmico. Para discutir o tema alguns executivos de comunicação do mercado estiveram presentes no SMWSP e trouxeram importantes questões para a roda: cases interessantes, consumidor X empresa, marketing e reclamações pelas redes.

Marcelo Trípoli, executivo da agência iThink, abriu a palestra comentando o caso Gap. No ano passado a tradicional marca de roupa reestruturou seu logo que representava a marca há mais de 20 anos. Esse “passo rumo à expressão mais moderna” não agradou os clientes que utilizaram as redes sociais para manifestar o descontentamento coletivo. A marca então voltou atrás e retornou ao logo antigo. Segundo Marcelo essa atitude foi louvável pois a empresa teve mente aberta para ouvir os consumidores: “Atitudes assim são legais, mas podem ser evitadas. Se a Gap tivesse incluído os consumidores desde o início da reestruturação, principalmente os que tem relação emocional com a marca, certamente a reação seria outra. É preciso entender que quanto antes a marca incluir o cliente, melhor”, comenta Marcelo.

Para o executivo da Pepsico, Edmar Bulla, a marca é patrimônio dos consumidores e funciona como um código cultural. O que antes era um monólogo das empresas para os clientes agora é um monólogo do consumidor para a marca. “Relaxem empresas! Foi-se o tempo em que vocês controlavam e regiam o gosto dos clientes. Agora eles são mais expressivos e emitem a opinião na hora. Tem uma questão que é vital: não é gestão de marca e sim gestão de cultura”, afirma Edmar que também classificou os presidentes das empresas como “maestros” diante da orquestra que formam os consumidores: “mas deve ser uma maestro afinado”.

Outro ponto importante da discussão foi levantado pelo executivo da Thymus Branding, Ricardo Guimarães. Para ele a empresa é uma pirâmide e exerce a filosofia de comando. O topo da pirâmide deve interagir com a base, criando um fluxo de informações constante. “Você começa a olhar a empresa como um sistema aberto, um organismo vivo interagindo com a sociedade. Na verdade estamos o tempo todo interagindo e nesse movimento a empresa tem que capacidade de aprender a se adaptar. Quando mais cedo você percebe a mudança de cenário, mais você deixa de ser um coadjuvante e se torna protagonista”, afirma Ricardo. O executivo também diz que as empresas estão iludidas pensando que tem controle da informação, mas que na verdade a informação está fluindo a todo tempo.

Edmar Bulla fechou a conversa com uma frase de grande incentivo, principalmente para as pequenas e médias empresas: “Sempre os menores microrganismos foram mais resistentes. Vemos muitas companhias de grande porte que patinam ao implementar algo ultrapassado. O que importa nisso tudo é não ter medo de fazer algo novo e de inovar, ser honesto consigo e com os clientes e de saber que o erro aprimora qualquer trabalho.”

Confira outros pontos discutidos na palestra:

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O que você faz para prospectar, atender e fidelizar seus clientes? Essa é uma pergunta muito comum feita pelos pequenos empresários que precisam se esforçar para ter uma gama de clientes satisfeitos. Promoções e descontos são algumas das principais formas para que os clientes cheguem e permaneçam com você. Já demos aqui no Pensando Grande diversas dicas para que seu comércio atenda bem aos clientes e consiga mantê-los a longo prazo.

Vamos aliar esse assunto às famosas redes sociais. Assim que uma rede é lançada as empresas já definem ações de estratégia comunicacional nelas. Isso acontece, pois, além de serem lugares onde seu público-alvo se comunica, o resultado é mais rápido e muitas vezes eficaz. Foi assim com o Twitter, Orkut, Facebook, Foursquare e com o Formspring.me. Este último talvez seja pouco conhecido ser comparado com os outros, mas é tão funcional quanto.

Lançado em novembro de 2009, o Formspring.me é uma rede social que promove um “pergunta e resposta” entre os usuários cadastrados ou não. Em tempo recorde – apenas quatro meses –, a rede conquistou mais de cinco milhões de brasileiros. Hoje, depois dos americanos, os brasileiros são os que mais utilizam a rede social. Mas como as empresas podem usufruir dessa rede?

A rede de perguntas e respostas pode ser utilizada como um portal de transparência, onde são oferecidos, de forma menos formal e mais próxima, serviços de atendimento ao cliente, sem mensagens gravadas e todo aquele protocolo que todo mundo já conhece. Tudo isso visível para quem quiser , o que torna o perfil um meio transparente da empresa se relacionar com seu público. Dessa forma é possível criar um FAC (Perguntas Frequentes) da empresa.

Esse relacionamento direto e cada vez mais próximo viabiliza instrumentos para sentir quem é seu público, identificar falhas nos serviços e promover melhorias baseadas nas necessidades expressas por quem mais se interessa nelas: o cliente.

É importante lembrar o relacionamento nas redes sociais requer cuidados redobrados. Antes de mais nada assuma a identidade de sua empresa. Não crie um perfil com um nome genérico que teoricamente representará seu negócio nas mídias. Deixe bem claro para o cliente que aquele perfil é corporativo e que está lá para ajudá-lo no que for preciso. Outro ponto importante é com relação ao imediatismo. Se você criou um perfil, atualize-o com frequência e responda os comentários sempre num período de no máximo 24 horas. As redes sociais existem para facilitar a comunicação e não para deixar o cliente na mão.

O Grátis e Melhor é um site que oferece treinamentos e modelos de documentos gratuitos para que sua empresa esteja alinhada com a produtividade e qualidade nos serviços prestados.

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O Messenger é uma ferramenta conhecida por empreendedores, jovens, executivos, donas de casa e qualquer pessoa que deseja manter seus contatos sempre a mão. Agora a solução está mais completa com a versão 2011 do Windows Live Messenger – clique aqui para fazer o  download. O novo Messenger aposta ainda mais na interatividade: agora é possível estar conectado com suas redes sociais em um só lugar. Em alguns cliques seus contatos e atualizações das redes sociais são exibidos na página principal do Messenger. Facebook, YouTube, LikedIn, MySpace, WordPress, Flickr, SlideShare e mais uma série de redes já estão disponíveis para interatividade.

Confira as novidades do Windows Live Messenger 2011 para você e sua empresa:

Produtividade em alta

O MSN está mais rápido. O tempo para entrar, atualizar contatos e feeds, a velocidade das animações é menor que em versões anteriores do Messenger. O Video Chat também está mais eficiente. Porque não marcar conferências pelo novo MSN com seus parceiros? O Video Chat agora utiliza 30% menos recursos da CPU, direcionando parte do trabalho para a GPU (processador gráfico), o que significa um melhor desempenho.

As redes sociais são uma oportunidade para pequenas empresas, mas muitas vezes a falta de recursos humanos para trabalhar nestes canais é uma barreira para os empresários de pequeno porte (leia mais sobre pequenas empresas nas redes sociais aqui). Com o novo painel de redes sociais do MSN todos os perfis podem ser concentrados em um só espaço, facilitando a atualização e monitoramento.

A nova versão do MSN aprimorou a integração do Windows Live Writer, ferramenta para atualização de blogs, com o Office. Com o Windows Live Writer você pode atualizar o blog da sua empresa de maneira mais rápida, além de fazer uma programação de posts para quando você estiver de férias, por exemplo. Com a nova versão, o Windows Live Writer reconhece e mantém a formatação de textos do Word ou de outro programa do Office quando colados na ferramenta. Desta forma ficará muito mais fácil manter o seu blog corporativo.

Divulgue seus produtos

A Galeria de Fotos é uma maneira prática de divulgar fotos de seus eventos e produtos por meio do SkyDrive, Flickr, Facebook e outros, garantindo mais visibilidade junto aos seus clientes.

Com a nova versão é possível visualizar uma mudança antes de aplicá-la ao passar o mouse sobre a opção. Você também pode utilizar esta ferramenta na guia “Localizar”, antes de aplicar um filtro (data, classificação, tags) passe o mouse sobre um desses filtros e veja os resultados instantaneamente.

A Galeria de Fotos agora está integrada com o Bing Maps com a funcionalidade de marcas de localização. Os usuários podem visualizar em um mapa onde a foto foi tirada. Uma opção eficiente para agências de turismo e revendedores que precisam localizar o cliente de projetos e produtos.

Conquiste a atenção de seus clientes com vídeos

Já falamos no Pensando Grande sobre a importância de vídeos para chamar a atenção de seus clientes. Com esta nova versão você pode criar vídeos no Windows Live Movie Maker e publicá-los diretamente no Youtube. Mas as opções de compartilhamento não param, por meio da integração com Flickr Video os usuários do serviço podem fazer o upload de seus vídeos para suas contas no Flickr, com alguns cliques você pode compartilhar os vídeos de suas campanhas e produtos pelo MSN. Além destas facilidades, agora você conta com mais qualidade, o Movie Maker permite o upload de filmes com resoluções maiores para o SkyDrive (480 x 640 contra os 320 x 480 das versões anteriores).

Gostou das novidades? Clique aqui para fazer o download e começar a utilizar as novas ferramentas em sua empresa. Conheça mais soluções grátis da Microsoft para pequenas empresas no Portal Grátis e Melhor.

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A Henley Business School, em parceria com a IESE Business School e com a Rochester Institute of Technology, realizou uma pesquisa sobre o uso que as empresas fazem das redes sociais. Os resultados indicaram que 75% das empresas consultadas utilizam as redes sociais, principalmente o twitter, como um instrumento para alcançar seus clientes. Entretanto apenas 10% dessas empresas utilizam seus departamentos de TI para aperfeiçoar esses serviços, ou seja, não há integração entre essas ferramentas e os sistemas corporativos. Para saber mais sobre o tema, recomendamos leitura de da matéria do CIO: “Redes sociais, só 10% envolvem a TI nos projetos“. Continue Lendo »

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Dedicamos a última semana a acompanhar discussões e tendências apresentadas na Campus Party. O que observamos nesses dias, é que não se discute se pequenas empresas devem utilizar as redes sociais como ferramentas de relacionamento com seus parceiros: consumidores, fornecedores, funcionários e potenciais clientes. A conversa já partiu para ‘como’ elas devem fazer isso.

Reunimos neste post estratégias indicadas por especialistas e empreendedores para que os pequenos negócios também façam sucesso nas redes sociais. Continue Lendo »

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