Artigos com a tag "Pequenas Empresas"

Você já viu a nova “sex tape” da Jennifer Aniston? Foi exatamente assim que o portal Entrepreneur, especialista em empreendedorismo, começou um post especial sobre como vídeos online podem aumentar as vendas nas pequenas empresas. O artigo de Brian Quinton faz referência a uma ação da atriz para a marca de água mineral SmartWater em que ela atua em um vídeo viral – que realmente tornou-se viral com mais de 9,5 milhões de views no YouTube. No vídeo Aniston aparece ao lado de três “garotos da internet” em situações divertidas com clichês de vídeos virais: animais, cachorrinhos, bebês em danças inadequadas, e, claro, a marcação “sex tape” – indicando conteúdo sexual.

O consumo de vídeos online cresce a cada dia, em uma pesquisa realizada pelas empresas Frank N. Magid Associates e YuMe 66% dos entrevistados disseram assistir mais vídeos pela internet hoje que há 12 meses e 48% esperam ver ainda mais no futuro. Setenta por cento deste público assiste a cliques de cerca de cinco minutos.

Você pode estar pensando: o que meu negócio tem a ver com isso? Como posso atingir este público? O primeiro ponto é esclarecer que não há fórmula secreta para tornar um vídeo viral. Não há realmente nenhuma abordagem científica para o que cria buzz de vídeo em massa.

Mas há muitas maneiras de produzir um vídeo que pode gerar perspectivas para fazer uma conversão de vendas, ou pelo menos, obter mais públicos envolvidos com o seu produto. Considere vídeos como descrição do seu produto. Quando se trata de comprar, estamos todos muito ligados ao visual – nós queremos dar uma olhada antes de comprar.

Na prática

Ice.com é uma varejista on-line de jóias que adicionou vídeos de seus produtos com descrições, são mais de três mil peças. Jóias são usadas para serem vistas, com os vídeos os consumidores têm uma melhor noção de como a peça ficará em uma pessoa. Com ele a pessoa fica mais tranquila para realizar a compra online.

Resultado: a taxa de conversão em compra dos visitantes que assistem alguns dos vídeos disponíveis no site é quatro vezes maior que a daqueles que não assistem. Já a devolução de produtos diminuiu em 25%, a companhia credita isto ao fato dos clientes poderem visualizar melhor os produtos antes de comprar.

A Zappos.com também acrescentou mais de 50 mil vídeos ao seu site. A marca os utiliza não só para transmitir informações sobre seus produtos como também para consolidar-se como uma marca humanizada e que se importa com seus consumidores – eles utilizam funcionários em seus vídeos.

A Zappos aproveita o entusiasmo de seus consumidores que criam e compartilham vídeos em um canal no YouTube chamado ZapposExperience. São vídeos curtos e simples, com cenas reais de clientes abrindo suas compras ou presentes. Se você tem clientes satisfeitos, porque não deixa-los falar?

Outro exemplo dado pelo portal Entrepreneur é a empresa Milwaukee Electric Tool, fabricante de ferramentas elétricas portáteis para construção, que começou a adicionar vídeos a suas páginas em 2008 em resposta aos seus clientes que pediam para ver os produtos da marca em ação. Hoje eles têm cerca de 50 vídeos em seu site. A empresa percebeu que os vídeos aumentaram o tráfego do site em 30%, por isso decidiu incluí-los em seu e-mail marketing. Como? Com imagem de uma das telas do vídeo e um link levando para a página em que está hospedado. Resultado: uma taxa de cliques de 3% e uma crescente lista de assinantes que já chega a seis dígitos.

E para um vendedor, estas são métricas muito atraentes!

Como fazer

Você não precisa de altos investimentos para fazer e editar os vídeos de seus produtos. Com o Windows Live Movie Maker é possível editar seu vídeo em alguns cliques, inserir transições, efeitos, trilha sonora e publicá-lo diretamente na internet. A ferramenta é gratuita.


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O Office faz parte da vida dos pequenos e médios empresários brasileiros. Ele começa o dia checando seus e-mails no Outlook, passa a manhã controlando seu fluxo de caixa em planilhas do Excel, produz relatórios no Word, faz anotações sobre uma reunião no OneNote e passa a tarde trabalhando em uma apresentação para seu cliente no PowerPoint. É claro que uma ferramenta como esta precisa estar muito alinhada às necessidades do empreendedor. Hoje o Office 2010 completa um ano de vida com a maior aprovação da história, os clientes empresariais estão implementando a solução cinco vezes mais rápido que o Office 2007.

Os números refletem a aprovação do consumidor, o Office 2010 já é o mais vendido para o consumidor final na história do Office. Ele também está na nuvem, como não poderia deixar de ser, com o Office Web Apps, e 50 milhões de pessoas de todo o mundo já visualizam, compartilham e editam seus documentos de qualquer lugar apenas com acesso a Internet.

Confira no infográfico abaixo o que os clientes estão falando sobre o Office 2010.

Agora você pode comprar Office 2010 com 10% de desconto em até 12 vezes. Clique aqui para saber mais.

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Qual é o melhor cliente? Aquele que sempre volta, não é? Mas como garantir que seus clientes retornem? O especialista em atendimento ao cliente Micah Solomon escreveu um artigo especial no portal Entrepreneur, especializado em empreendedorismo, com dicas para atrair e manter clientes. Para ele, tratar seus clientes corretamente é o caminho para que eles devolvam o tratamento especial.

Os clientes fiéis podem ser um importante motor de crescimento para um negócio sustentável. Eles geralmente são muito menos sensíveis a preço, podem ser quase imunes a novos competidores, e podem tornar-se um braço de marketing poderoso, promovendo e defendendo a sua empresa on-line e off – gratuitamente.

Se você está procurando maneiras de promover uma maior fidelização do cliente, considere estas dicas.

1. Antecipar os desejos do cliente. Quando o cliente precisar de algo, faça com que ele seja atendido antes mesmo de expressar sua necessidade, isso mostra que você se preocupa com o cliente como um indivíduo. Calma, isso não exige capacidade telepática, apenas prestando atenção e conhecendo seus clientes você será capaz de agir desta maneira. Claro que um bom sistema de CRM pode ajudá-lo nesta missão, para saber mais, leia este post: Conhecer o comportamento do seu cliente é chave para bons negócios.

O esforço vale a pena. O sentindo de cuidado que um cliente recebe quando seus desejos são antecipados é onde você pode gerar uma lealdade feroz.

2. Contrate com paciência. Em uma organização, visando um serviço excepcional, um único membro da equipe desagradável ou sem proatividade pode corroer a fidelidade do cliente e a moral da equipe. É por isso que pode ser melhor deixar uma posição não preenchida, ao invés de correr para contratar alguém inadequado. A excelência de serviço ao cliente é mais plenamente alcançada quando o empresário se torna especialista em recrutamento e treinamento de pessoal.

3. Desenvolver um vocabulário para ser utilizado com os liente. Crie e ensaie com seus funcionários uma lista de palavras e expressões que se encaixem perfeitamente à sua marca. Corte toda a linguagem fora do estilo de seu negócio. Por exemplo, a expressão “não esquenta” pode soar bem de um balconista em uma loja de equipamentos de áudio, mas não para um vendedor de roupas finas.

E mais, pesquise e substitua algumas palavras que possam magoar os clientes. Por exemplo, evite dizer a um cliente: “Você nos deve”. Tente uma alternativa como: “Nossos registros parecem mostrar um débito…”. Uma boa dica é utilizada por funcionários de algumas empresas de sucesso, eles levam cartões de bolso com lembretes úteis das frases recomendadas para uso em uma variedade de situações.

4. Dedique-se a conhecer cada um dos clientes fiéis. Seja qual for o seu negócio e a sua dimensão, dedique-se para conhecer cada cliente, assim como um garçom, porteiro, ou aquele cabeleireiro tradicional. Por exemplo, o tipo de empresário que sabe as preferências de cada cliente, o nome de seu animal de estimação e outros detalhes.

Soluções tecnológicas como o CRM e uma equipe atenciosa podem ajudá-lo a criar esse clima “caseiro” – independentemente do tamanho do seu negócio.

5. Faça cada oi e adeus perfeitos – Estudos psicológicos demonstram que os clientes se lembram do primeiro e último minuto do serviço de um encontro muito mais vivamente e por muito mais tempo – do que todo o resto. Os elementos iniciais e finais de suas interações com seus clientes devem ser particularmente bem planejados, porque eles ficarão na memória do cliente.

6. Acelere o seu serviço. Clientes das gerações mais jovens querem serviços mais rápidos do que qualquer geração antes deles. Não só mais rápidos do que seus pais esperam, mas mesmo que eles próprios esperavam no ano passado. Na idade dos smartphines e e-commerce, você pode muito bem não conseguir entregar o seu produto ou serviço se você for entregá-lo atrasado.

7. Mostre sua personalidade. Quando seus clientes optam por interagir com uma pessoa na sua empresa, eles querem que a operação seja humana – até mesmo em uma interação on-line.

Por exemplo, por enviar e-mails para os clientes com um aviso: por-favor-não-resposta-a-este-e-mail? Em vez disso, se possível, convide os destinatários, até mesmo de seus e-mails em massa, a responderem – e, claro, garanta que alguém responderá a essas mensagens.

Não melhore só a forma de fidelizar seus clientes, mas principalmente tarefas do dia-a-dia como controle de estoque, anotações e fluxo de caixa. Conheça o Grátis e Melhor, portal da Microsoft com dezenas de templates gratuitos para você perder tempo com o que realmente importa.

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Para os novos empresários, manter o fluxo de caixa saudável deveria ser a prioridade número 1 do negócio – esta é a opinião do especialista em gestão, Brad Sugars. Ele publicou um artigo no portal Entrepreneur com cinco ideias para que os empreendedores comecem a trabalhar nesta questão.

Segundo Sugars, para os proprietários de empresas iniciantes, um dos erros maiores – e mais comuns – é colocar outras metas de negócios à frente do fluxo de caixa.

Claro que é importante investir tempo na construção de sua marca e gerar oportunidades de vendas, mas é absolutamente vital cultivar rapidamente um fluxo constante do que os contabilistas chamam “fluxo de caixa livre” – ou seja, a quantidade de dinheiro entrando na sua empresa deve estar acima de todas suas despesas. Afinal, se você não tem dinheiro, você não terá como preocupar-se com as outras coisas.

Se possível, mantenha entre 10 a 20% da receita mensal em mãos porque nesse momento você será capaz de reinvestir um montante para o crescimento do seu negócio — pode ser na aquisição de produtos adicionais ou linhas de serviços, mais fornecedores ou até mesmo para construir a equipe que você precisa.

Aqui estão cinco maneiras de manter o dinheiro fluindo constantemente em seu negócio:

1. Conheça suas despesas.

Embora a oferta de descontos – através de sites de venda coletiva possa ajudar você a atrair novos clientes, vender perdendo dinheiro não vai ajudá-lo a gerar um fluxo de caixa positivo.

Meu ponto de vista? Nunca ofereço desconto. Mas se você oferece, saiba os custos, o impacto do que você está oferecendo e esteja preparado para as consequências. Entre outras coisas, você precisará saber seu custo base total – ou seja, o que você paga por algo. Você também deve saber o quanto você deve idealmente cobrar, o custo da sua oferta e as margens de lucro em seu produto ou serviço. Quanto mais você souber sobre seus descontos, mais saberá se está lucrando, empatando ou operando em prejuízo.

Saiba mais sobre quanto cobrar por seu produto ou serviço neste post.

2. Ofereça pacotes de produtos e serviços.
Mesmo que descontos não sejam sempre recomendados, agregar valor é. Por meio da criação de pacotes de produtos ou serviços, por exemplo, as empresas podem injetar boas quantidades de valor agregado — e tangível — em suas ofertas por um custo muito baixo.

Um bom exemplo são os contratos de manutenção que alguns fabricantes de automóveis oferecem com a compra de um carro novo. Não é só o tipo de oferta que ajuda a dissipar uma grande preocupação ou frustração dos clientes. Atente-se não só a qualidade do serviço oferecido mas também ao pacote de benefícios destinados ao seu cliente porque se não ele terá mais motivos para a insatisfação.

Simplificando, você pode aumentar seu preço inicial ao diminuir a percepção de risco oferecendo algo tão básico como uma garantia.

3. Crie produtos ou serviços lucrativos após ofertas atraentes.
Se você sabe que sua oferta inicial aos novos clientes não será rentável, encontre maneiras de criar preços mais elevados nos próximos produtos ou serviços. Talvez a primeira hora de serviço seja grátis para atrair consumidores, mas este esforço será recompensado nas horas subsequentes. Ou talvez, um advogado concorde em receber honorários iniciais mais baixos se o cliente é um candidato provável para consultas de planejamento imobiliário no futuro.

4. Incentive a fidelização.
Se você estiver em um negócio orientado ao volume, como vendas no varejo, compradores fiéis são essenciais para um fluxo de caixa saudável, lucro e crescimento. Na maioria dos casos, você não vai começar a lucrar com um cliente até a terceira, quarta ou quinta transação. Por esse motivo, você precisará dedicar seus esforços para obter clientes fiéis – e mais frequentemente.

Considere os programas de fidelidade, ofertas e outros programas de compradores frequentes. Lembre-se que a palavra “grátis” é um incentivo muito atrativo entre os consumidores e os custos de financiamento de um brinde pode facilmente ser coberto, enquanto você está lidando com excesso de estoque. Parcerias com comerciantes locais também podem render ótimos negócios.

5. Faça a pré-venda de produtos ou serviços.
Para os proprietários que desejam incentivar vendas mais cedo, a pré-venda de seus produtos ou serviços é uma ótima opção. Você pode incentivar a pré-venda como uma maneira de seus clientes planejarem o futuro oferecendo um presente ou uma vantagem – assim você planeja seu fluxo de caixa com antecedência.

Um salão de cabeleireiros, por exemplo, pode oferecer um pacote com 10 sessões de manicure e divulga-lo em sites de compras coletivas – uma opção que vem sendo muito utilizada pelas empresas que buscam expandir sua marca e atrair novos clientes – assim facilita o planejamento financeiro de seus consumidores e você ainda programa seu fluxo de caixa.

Mas como controlar tudo isso? Confira nos post abaixo como a tecnologia pode ajudá-lo!

Como usar o Excel para fazer uma análise na sua empresa

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Por Cibelle Santos

Antigamente, as empresas de pequeno e médio porte não acreditavam na tecnologia como uma ferramenta que implicaria em seu crescimento e expansão. Muitas achavam que estas soluções só poderiam ser utilizadas por grandes empreendimentos. No primeiro evento online do blog Pensando Grande, que aconteceu ontem (05/04), especialistas mostraram aos empreendedores que este cenário não corresponde à realidade. Com dicas práticas, os participantes provam que ferramentas gratuitas e de fácil acesso, como as criadas pela Microsoft, favorecem o planejamento e a condução dos negócios em fase inicial. Comandado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, o Pensando Grande Ao Vivo foi acompanhado por milhares de Empreendedores de todo o Brasil e a hashtag do evento no Twitter, #pensegrande, chegou aos trending topics de São Paulo.

Hoje, as pequenas empresas se destacam por terem cerca de 80% da força de trabalho, isso mostra o crescimento e a importância no mundo empreendedor. O Diretor de Negócios e Parcerias da Microsoft, Luis Banhara, vê neste o momento mais adequado para unir aos profissionais as tecnologias que mantenham essa elevação. “A computação na nuvem é uma das ferramentas que auxilia o pequeno empreendedor a escolher os melhores serviços e conduzir o seu negócio com mais segurança”, destaca Banhara. Hoje o pequeno empreendedor tem acesso às mesmas soluções utilizadas por grandes empresas, este é o poder da nuvem.

Essa tecnologia está disponível para todos e com seu uso correto chega a se transformar no braço direito da empresa, como afirmou o fundador da Biz Revolution, Ricardo Jordão. Ele defende que o planejamento de TI (Tecnologia da Informação) esteja presente em todos os setores da empresa permitindo uma evolução e crescimento simultâneo dos colaboradores. Muitas vezes, esse planejamento não precisa ser realizado pela própria empresa, existem maneiras de terceirizar os serviços e garantir uma renovação na produção, como enfatiza o Gerente de Pequenas e Médias Empresas da Microsoft Brasil, Maurício Ferreira.

Contudo, não são apenas os funcionários que se beneficiam com a tecnologia, as vendas também são favorecidas, por isso que e-commerce está cada vez mais presente e mais forte entre os pequenos negócios.

Tecnologia e planejamento

O atual momento da economia brasileira está propício aos pequenos e médios empreendedores. Segundo Ricardo Jordão, essas empresas precisam seguir uma trilogia para conquistar clientes e elevar as vendas: começar pequeno, pensar grande e crescer rápido. Para isso, é importante entender seguir nesta direção.

Tudo começa em conhecer o universo do empreendedorismo, detectar as necessidades para se abrir um negócio e estar disposto a se dedicar totalmente a essa realização. “Muitas vezes o empresário trabalha muito mais do que quando era funcionário”, diz Juliano Seabra, Diretor de Educação e Cultura da Endeavor.

Planejamento: isso é pensar grande. Todo o negócio precisa de um investimento e muitas vezes esse capital vem de empréstimos ou linha de créditos. Se antes os gerentes de banco empurravam qualquer valor para um cliente iniciar seu empreendimento, agora os bancos se preocupam em dar um suporte e criar parcerias com seus clientes, acredita Carlos Eduardo Maccariello, Diretor da Área de Empresas do Banco Itaú. “Grandes motivos levam a empresa a manter uma vida saudável, isso depende da determinação de locais para implantar seu negócio, foco, linha de desenvolvimento, administração de custos e nesse momento o banco surge para facilitar o negócio”, destaca.

Estar atento a esses pontos ajuda a direcionar seu empreendimento em um caminho mais seguro, entretanto, como diz Juliano Seabra, existem alguns motivos que levam a empresa a morrer como a falta de conhecimento do empreendedor, a fragilidade para suportar os sacrifícios, o mal planejamento e o gerenciamento da empresa: como fluxo de caixa, gestão de pessoas e a relação com os clientes.

Marketing entre empresa e clientes

“Infelizmente as pequenas empresas não sabem fazer marketing da forma correta. Marketing não é anuncio, nem propaganda, nem comercial, na verdade é muito mais do que uma bela campanha. Está presente no desenvolvimento de um planejamento estratégico da empresa. É a capacidade de olhar e analisar o mercado, o consumidor e as mídias” afirma Bruno Mello, editor executivo do Mundo do Marketing.

Entender o cliente é o principal cuidado que a empresa deve ter antes de buscar as vendas, a fidelização garante mais resultados do que apenas lucro. Saber o que mais atrai o cliente, suas vontades e necessidades facilita o relacionamento entre empresa e clientes. A maioria dos varejistas investe entre 2 e 3% do seu lucro nessa área, dependo do setor e do mercado visados pela empresa.

A tecnologia pode ajudar o empreendedor a compreender seu público. “Redes sociais e marketing são fundamentais para se relacionar e entender os consumidores, resolver problemas e saber como dialogar com eles, as vendas são consequências do relacionamento da marca com os clientes”, aponta Mello, que ainda destaca que a marca é a reputação da empresa.

O marketing não funciona apenas no diálogo fora da empresa, por meio de campanhas internas eficazes e incentivo de vendas aos seus funcionários o empreendedor pode incentivar seus colaboradores a atender melhor os clientes sem gastar muito, pois a empresa paga de acordo com a evolução dos negócios e apenas quando ganha. “Investir no marketing de forma planejada é o ideal”, finaliza Mello.

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“Originalmente as mídias sociais foram criadas para fins pessoais. Com o crescente número de usuários ativos nas plataformas, as empresas viram uma oportunidade de impactar clientes e adaptar a natureza das ferramentas para a realidade corporativa”. Foi assim que a professora Thais Corteze abriu a palestra “Proteção jurídica dos usuários de mídias sociais” ontem na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O seminário fez parte do evento “Inclusão das Micro e Pequenas Empresas no Mundo Digital” que contou também com a participação do professor Marcos Hiller explicando a evolução dos meios digitais e gestão de marca no mundo offline e online (confira o post amanhã aqui no Pensando Grande).

A professora focou seu discurso na utilização da internet por funcionários das empresas. Pesquisas comprovam que funcionários que utilizam redes sociais pessoais durante o período de trabalho são mais produtivos. Ao mesmo tempo boa parte das empresas bloqueia o uso da ferramenta com a premissa de que esses canais, além de romperem o fluxo de trabalho, comprometem o compartilhamento de dados da empresa e dão abertura para a concorrência desleal. “A proibição total desses sites não é o caminho correto. O dono da empresa precisa manter uma relação muito transparente com seus funcionários, inclusive sobre a utilização de mídias sociais”, afirma Thais.

O aconselhável é, primeiramente, criar um regulamento interno sobre a utilização da internet em ambiente corporativo. É permitido acessar determinado site ou rede social? De que forma? Quais os benefícios e perigos disso? Essas questões devem ser discutidas juntamente com os funcionários. Após estabelecer os parâmetros viáveis, crie um documento válido e claro com tudo que foi combinado e peça para que todos de sua empresa assinem. “Não é possível obrigar o funcionário a assinar o documento. Caso haja relutância, faça outro documento dizendo que determinada pessoa não se propôs a assinar, mas está ciente do trato e peça para que alguns funcionários sirvam de testemunha”, explana Thais.

E porquê deve haver todo esse cuidado com relação ao uso da internet? “O funcionário que tem acesso à internet tem acesso também a um mundo de informações das quais ele pode compartilhar. O Código de Defesa do Consumidor diz que se algum usuário que utiliza a rede corporativa, de um computador normal ou de um aparelho celular, ameaça, difama, insulta ou prejudica outra pessoa, a empresa é responsabilizada mesmo sem haver qualquer relação de consumo”, esclarece a professora. Não só a empresa é responsabilizada, mas também o provedor de acesso, pois entende-se que ele viabilizou esta conduta. A criação do regimento interno sobre o uso da internet não isenta a empresa de um possível processo, mas favorece a mesma na hora de responsabilizar um funcionário perante o juiz.

“Não existe atualmente na legislação brasileira regras voltadas a crimes digitais. Utilizamos casos similares para julgar situações. Recentemente foi criado um projeto de lei chamado Lei Marco Civil da Internet que antes de ser enviado para aprovação tornou-se público”, explica a professora. Outra questão levantada foi a utilização do e-mail corporativo para fins pessoais. Thais Corteze explica que não há lei sobre esse uso indevido, mas é direito da empresa monitorar o e-mail e demitir o funcionário por justa causa caso seja feito outro uso sem ser o profissional. Divulgar o conteúdo desses e-mails para terceiros é proibido, podendo somente serem utilizados para fins jurídicos.

Thais aconselha também a criar login e senha em todos os computadores da empresa e aconselhar os funcionários a travar o computador toda a vez que não estiver na mesa. Isso evita que pessoas com más intenções se aproveitem da situação e utilizarem o IP de outro computador para fazer uso ilícito da internet.

A tecnologia ajuda também o empresário a controlar os passos dos funcionários no computador corporativo. Existem tipos de software que monitoram os sites, tempo de permanência em página e cliques, além de gerar relatórios e dossiês sobre o usuário. São muito úteis para o empresário, mas é preciso avisar aos funcionários sobre a existência desses programas.

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O portal especializado em empreendedorismo, Entrepreneur, publicou este artigo de Susan Gunelius, especialista em marketing, sobre sinais vermelhos para identificar se está na hora de você reorganizar a sua estratégia de marketing.

Seu negócio indo bem e você acha que sua estratégia de marca está funcionando. Mas será que está? Suas mensagens e materiais de divulgação entregam os resultados que você precisa? Se não, talvez seja a hora de sua empresa passar por uma transformação.

Você saberá que é hora pensar na sua estratégia de marketing se você identificar qualquer uma das seguintes bandeiras vermelhas em sua pequena empresa. A solução pode ser a renovação total, ajustar o seu posicionamento ou simplesmente alterar a sua atual estratégia antes que esses sinais de perigo se transformem em catástrofe inevitável.

1. Nada combina
Marcas fortes sempre cumprem as promessas quem fazem aos seus consumidores em toda interação com a marca. Mensagens inconsistentes e imagens visuais confusas podem espantar os consumidores, forçando-os a se afastarem de sua marca em busca de uma que continuamente dá resposta às suas expectativas. Se o seu site, letreiros, anúncios e materiais de marketing parecem vir de várias empresas, então você precisa para redesenhá-los de modo a comunicar uma marca consistente em todos os momentos.

2. Você não sabe o que quer
Se você ainda não traçou suas metas para os próximos anos, então seus esforços de marketing podem não estar ajudando o seu negócio. Tire algum tempo para determinar os seus objetivos de negócio e, em seguida, estudar a sua marca e os esforços de marketing para ajudá-lo a atingir esses objetivos.

3. Você não sabe quem são seus consumidores ou como se comunicar com eles
Se você não sabe o que você precisa para se comunicar e onde encontrá-los, então você pode perder muito tempo construindo relacionamentos com as pessoas e passar o tempo em lugares que não irá conduzir a resultados de negócios que você precisa. O melhor a fazer é definir seu público-alvo e determinar quais os benefícios e as mensagens importantes para eles. Só então você poderá descobrir onde seu público-alvo passa o tempo (por exemplo, assistir televisão, ouvir rádio, em mídia social, a leitura de blogs, e assim por diante), assim você pode se conectar com eles e oferecer o tipo de informações valiosas e conversas que eles querem e precisam.

4. Você está falando apenas sobre si mesmo.
É importante encontrar um equilíbrio entre ser social e apenas fazer auto-promoção. Socialmente, se você falar apenas sobre si mesmo o tempo todo, ninguém vai querer sair com você. Você deve dedicar tempo para conhecer as pessoas – pessoalmente e em mídias sociais como o Twitter, Facebook e LinkedIn – e construir relacionamentos com estes públicos. Cultive essas relações para ajudar a construir a fidelidade à sua marca. Você não deve interromper as pessoas com mensagens de marketing. Você também precisa se envolver com um conteúdo significativo e conversas.

5. Seus concorrente parecem melhor que você.
Se as mensagens de seus concorrentes ofuscam seu olhar, então você precisa mudar. A ideia é ficar à frente sem copiar seus concorrentes, mas manter o ritmo. Se você não aparenta ser igual ou melhor do que seus concorrentes, então não há razão para os consumidores fazerem negócios com você. Determinar o que o diferencia de seus concorrentes e quais os benefícios que você pode oferecer aos consumidores que seus concorrentes não podem. Depois de saber quais são as diferenças, certifique-se que o mundo as conhece, faça isso também por meio de sua estratégia de marca e marketing.

Enquanto as primeiras impressões podem ser cruciais, os consumidores online pode se mover rapidamente. Se eles não podem determinar quem você é, o que você faz e como você pode ajudá-los em três segundos ou menos, eles vão passar por você. Certifique-se que a primeira impressão sobre o que você faz é clara, concisa e rápida.

Mudanças na estratégia de marketing oferecem oportunidades importantes para se manter atualizado, saltar à frente dos seus concorrentes, e apelar para um público mais vasto. Não arrisque sua base fiel de clientes com uma reforma de marketing que torne sua marca irreconhecível a eles. Em outras palavras, a cirurgia plástica invasiva da sua marca pode fazer mais mal do que bem. Em vez disso, busque pequenas mudanças que melhorem a sua marca e seus negócios em vez de reconstruí-los completamente.

Quer saber mais sobre marketing para pequenas empresas? Faça sua inscrição para o Pensando Grande Ao Vivo, evento online do blog para empreendedores que discutirá assuntos revelantes como vendas 2.0. Clique aqui e faça agora sua inscrição para assistir online de qualquer lugar, é grátis! O Pensando Grande Ao Vivo acontece na próxima terça, dia 05, a partir das 14h.

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Comprar produtos direto do computador sem sair de casa ou do escritório já faz parte da rotina dos brasileiros. A diversidade aumenta a cada dia, agora os consumidores da Microsoft (pequenas empresas ou clientes domésticos) podem comprar produtos da marca em sua loja virtual. Esta é uma opção para empreendedores que enfrentam a correria rotineira nas pequenas empresas e têm pouco tempo para compras.

A Microsoft Store é a opção para usuários adquirirem produtos como produtos como Windows, Office, Office for Mac, Project, Visio, Expression, entre outros. Os usuários farão o download direto no site e o pagamento pode ser feito por cartão de crédito. Em breve será possível pagar também com boleto bancário.

Aproveite para parcelar suas compras

Até o dia 1º de abril de 2011 os interessados em adquirir os produtos Microsoft terão a oportunidade de parcelar suas compras em até 12 vezes sem juros em todos os produtos do site.

Os pequenos empresários também podem contar com o portal Grátis e Melhor com centenas de soluções gratuitas da Microsoft e com o antivírus gratuito da empresa disponível para negócios de pequeno porte, clique aqui para saber mais.

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