Artigos com a tag "Pequenas Empresas"

Pequenas e médias empresas investem cada vez mais em mídia social por darem a oportunidade de apresentar a marca ao público e entrar em contato com muitas pessoas on-line, com um custo muito reduzido ou até mesmo gratuitamente. Continue Lendo »

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Em setembro de 2009 o Brasil foi escolhido para ser a sede da Copa de 2014 e, após isso, doze cidades foram sorteadas para receber os jogos do maior evento futebolístico mundial. Os investimentos programados para a organização e realização da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil, bem como o maior volume de movimentação econômica durante (e após) o evento, representam uma oportunidade de apropriação desses montantes pelas micro e pequenas empresas (MPEs) brasileiras situadas nos estados onde ocorrerão os jogos.

Conforme estimativas da Ernest & Young, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o valor investido em obras de infraestrutura e organização do País será de R$ 22,46 bilhões. Adicionalmente, a competição deverá injetar R$ 112,79 bilhões na economia brasileira, com a produção em cadeia de efeitos diretos, indiretos e induzidos. Estima-se que, no período de 2010 a 2014, sejam movimentados R$ 142,39 bilhões adicionais no País. Apenas para o setor de tecnologia da informação (TI), serão necessários investimentos de R$ 309 milhões para acomodar o grande fluxo de dados associado ao megaevento.

Em sua segunda edição, o Pensando Grande Ao Vivo conversará exatamente sobre as oportunidades e estratégias disponíveis para as pequenas empresas e você é nosso convidado. O evento, totalmente online, interativo e gratuito, terá como âncora o jornalista Tadeu Schmidt que, desde 2000, integra a equipe esportiva da TV Globo. O jornalista e irmão do jogador Oscar Schmidt já cobriu eventos como a Copa do Mundo de 2006, Jogos Olímpicos de Pequim e apresentou programas como Globo Esporte, Esporte Espetacular e Fantástico.

O Pensando Grande Ao Vivo acontecerá no dia 10 de novembro, das 14h às 15h30 e você pode participar gratuitamente. Basta se inscrever neste link e programar sua agenda para aproveitar o bom movimento econômico que a Copa de 2014 oferece às empresas brasileiras.

Continue ligado no Pensando Grande. Nas próximas semanas você terá mais novidades sobre o Pensando Grande Ao Vivo!

Pensando Grande Ao Vivo

Tema: Entenda como as Pequenas e Medias Empresas devem se preparar para atender a demanda da Copa do Mundo 2014

Dia: 10 de Novembro de 2011

Horário: das 14h às 15h30

Inscreva-se aqui

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Por Eduardo Pocetti

O brasileiro é reconhecidamente um povo empreendedor e criativo. Essas duas características têm contribuído para que as iniciativas empresariais se multipliquem em nosso país, especialmente a partir da criação de micro e pequenas empresas. Apesar de hoje em dia uma série de fatores contribuir para o fortalecimento e consolidação dos empreendimentos, como é o caso do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições (o Simples Nacional), que facilitou e barateou a formalização dos negócios, segue sendo um grande desafio manter as empresas de pequeno porte abertas e saudáveis.

Afinal, não basta ao empreendedor ter competência no seu negócio, boa capacidade administrativa e produtos ou serviços com boa penetração no mercado. É preciso ir além do básico. Nesse sentido, investir em inovação – seja para os produtos e serviços, na gestão, nas abordagens dos negócios, nos processos ou no uso de tecnologias – é um grande diferencial, que pode transformar a existência de uma empresa.

Por suas próprias características, as ideias, iniciativas, produtos e serviços inovadores tendem a ser valorizados pelo sua capacidade de oferecer novidade, diferenciação, originalidade, exclusividade, praticidade ou agilidade aos processos. A inovação abre portas e mercados, ajuda a ampliar o potencial das empresas e é reconhecida como um indicativo de modernidade e atualidade para as empresas.

Muitas vezes podemos imaginar que inovar custa caro. Isto pode até ser verdade em alguns casos, mas aplicar uma ideia inovadora pode, às vezes, não custar nada. Nesse sentido, inovar é saber usar a criatividade de modo a melhorar processos, sistemas e abordagens que têm potencial de valorizar o trabalho, ampliar resultados, simplificar procedimento ou, até, transformar produtos ou serviços oferecidos em bens únicos, que certamente serão cobiçados pelo público-alvo do empreendimento.

Para ser inovador não basta, também, apenas ser criativo. A pessoa precisa investir em adquirir conhecimentos, se preparar, estudar e manter-se sempre antenado em tudo o que acontece a sua volta. Quem se mantém atento e está preparado a perceber detalhes em tudo amplia seu potencial de desenvolver inovações. Além disso, o uso e domínio das novas tecnologias contribui enormemente para a criação de soluções inovadoras.

Muitas vezes a inovação surge no modo como um gestor e sua empresa abordam o mercado. Enxergar nichos de atuação que ainda não sejam explorados é uma forma muito eficiente de inovar. Propor formas diferentes para o uso de produtos ou serviços já conhecidos é outro modo de colocar a inovação em prática. É por isso que manter a atenção em tudo o que nos envolve é característica essencial do inovador.

Ao final, ao contrário do que muitos podem pensar, o termo inovação não carrega em si o peso da complexidade. Coisas e ideias muito simples têm grande potencial inovador. Os gestores e empreendedores que conseguirem utilizar de forma eficiente a inovação em seus negócios terão em mãos um diferencial de alto valor, que tende a contribuir para a sustentabilidade das micro e pequenas empresas.

Eduardo Pocetti é formado em Ciências Contábeis e Economia, e atua no segmento de auditoria há mais de 32 anos. Após aquisição pela KPMG no Brasil das operações brasileiras da BDO, empresa de auditoria, tributos e advisory services da qual era CEO, o executivo tornou-se sócio-líder da área de Mercado Empreendedor.

Inove também na produção de seus vídeos. O Windows Live Movie Maker permite uma fácil e completa edição de vídeos além de oferecer ferramentas profissionais como efeitos de transição, mesclagem de trilha sonora e fotos, legendas e títulos. Com a nova atualização do editor é possível compartilhar seus projetos diretamente nas redes sociais. Descubra agora!

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Por John Williams

Sem dúvida, as empresas pequenas têm vantagens distintas, como agilidade e inovação, no mercado atual. Então, você pode perguntar, por que não tirar proveito do tamanho pequeno ao criar a identidade visual da empresa? Por que não parecer pequeno?

Eis a razão: o fator conforto. Para criar uma boa identidade, você deve projetar uma imagem de força e estabilidade – características geralmente associadas a empresas grandes. Os clientes precisam acreditar que você pode e vai cumprir suas promessas. Devem se sentir confortáveis. Você pode dizer a eles que garante a qualidade de seus produtos e serviços, mas se seus materiais de marketing gritarem “amador” ou “empresa familiar”, pode esquecer.

Não se trata de ter uma imagem conservadora, mas sim profissional. Afinal, as grandes empresas não se encaixam em um modelo padronizado. Há bastante espaço para a criatividade. Veja o caso da Apple Computer vs. Microsoft. Embora as identidades das marcas não pudessem ser mais diferentes, ambas projetam a imagem do profissionalismo das grandes empresas.

Felizmente, parecer uma grande empresa não é complexo como construir um foguete. A regra básica para parecer grande é coordenar seus materiais promocionais – dos cartões de visita ao site, e tudo que estiver no meio. Se seus materiais de marketing não corresponderem um ao outro, os clientes potenciais podem achar que estão olhando para empresas diferentes. Veja abaixo quatro maneiras simples de estabelecer a correspondência entre seus materiais de marketing:

1. Crie um logotipo limpo e descomplicado. Pense nos logotipos das empresas da Fortune 500, como a Nike, a Sprint e a Target. Essas organizações enormes não escolheram logotipos limpos e simples por acaso. Fizeram isso para cumprir os principais requisitos do design sólido de logotipos: devem ser fáceis de lembrar, permitir o redimensionamento sem perda de detalhes e funcionar em uma única cor (quando usados em um fax, por exemplo). Também devem ser exclusivos e significativos, o que prova que você não precisa de uma arte complexa e detalhes confusos para causar uma boa impressão.

Um bom logotipo é fundamental porque aparece em todos os materiais de marketing, e deve ser sempre igual. Do ponto de vista gráfico, o logotipo é a base da marca. Construa-o com sabedoria.

2. Transforme uma cor em “sua”. Escolha uma cor – de preferência uma de seu logotipo – e use-a em todos os materiais de marketing. Mais uma vez, veja o exemplo dos grandes: o foco da Target é o vermelho; a Sprint usa o amarelo. Repare que cada uma escolheu uma cor, não duas ou três.

A cor desempenha um papel importante no funcionamento da memória. Sempre que possível, sua cor deve distingui-lo, estar em sintonia com sua indústria e imagem, e se relacionar com a promessa de sua marca. E o mais importante, a cor escolhida deve ser predominante em todos os materiais promocionais que você desenvolver.

3. Trabalhe com apenas uma ou duas fontes. Novamente, seu objetivo é fazer os clientes se lembrarem de você e associarem seus materiais aos atributos da marca. As fontes, assim como as cores e os gráficos, projetam imagens diferentes. Por exemplo, se quiser parecer conservador, eu recomendaria a Helvetica.

4. Mantenha o curso. Em algum momento, você pode ficar cansado dos padrões de sua marca. Infelizmente, isso costuma ocorrer quando a marca começa a repercutir entre os clientes. Ou você pode querer um material novo para uma exposição ou uma reunião com um cliente e ficar tentado a introduzir uma nova cor ou uma fonte incomum. Tenha em mente que, embora a consistência nem sempre seja divertida, é o caminho comprovado para o sucesso da marca.

Atualmente, o tamanho real de sua empresa pode não importar, mas o tamanho percebido importa. E parecer grande vai compensar muito.

Sua empresa pode até ser de pequeno porte, mas sua estrutura tecnológica não precisa ser. Foi exatamente por isso que o Windows 7 foi criado. Ele dá para as pequenas empresas o desempenho, produtividade, segurança e organização de grandes corporações. Experimente gratuitamente agora mesmo e viva essa experiência em seu negócio.

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Por Laecio Barreiros

Conforme o Wikipédia, a enciclopédia livre, em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços, aonde a palavra inflação é utilizada para significar um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é às vezes visto como a causa do aumento de preços;

E como isso afeta a vida das PME´s ?

Vejamos o exemplo dos salarios:

As empresas estão tendo de pagar salários cada vez maiores para contratar novos funcionários, principalmente para tirar pessoal de empresas concorrentes. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que os salários de contratação na indústria cresceram 12% nos últimos 12 meses. Na média da economia, a alta foi de 10%.

No mesmo período, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços Ampliado (IPCA) ficou em 6,7% – acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo governo para 2011, de 6,5%.

O crescimento dos salários é bom para o consumidor e excelente para as vendas. No entanto, representa um aumento de custos para as empresas. “O problema é como repassar para os preços este adicional , afinal quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura”.

Vejamos agora o que chamamos de efeito esponja ou mola:

As PME´s na sua maioria, compra e adquire suas matérias primas, produtos e insumos de uma grande empresa ou grande distribuidor que em algumas situações,  esta em situação confortável como principal player do setor ou detem o monopólio ou alguma influencia sobre o fornecimento em função do seu porte e tamanho, desta forma a pressão por aumento de preços ou por variações nas condições comerciais  é constante e sempre mais favorável para o Grande em relação às PME´s.

Muito bem! Entendido que uma elevação de preços por parte do seu fornecedor, deve então naturalmente ser computado e adicionada na formação de preço de vendas e por consequência repassado a quem compra (cliente), aparece ai uma outra surpresa para as PME´s , que quando não vende para o cliente final e ai na maioria das vezes tem como cliente uma empresa de maior porte. Esta a “Grande Empresa”,  por sua vez cria muitos empecilhos e não aceita o repasse ou aumento de preços e ameaça e pressiona a PME para manter a tabela e condição comercial.

Quando a venda é para um cliente final ou consumidor direto isto á amenizado, lembrando sempre que quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura.

Por tanto, nestas duas situações a consequência para se manter o volume de vendas e negócios é manter o preço sem repassar o aumento dos insumos que tem como consequência imediata a parte de margem ( lucro ), deixando a imagem de uma esponja ou mola para a PME que fica no meio e é pressionada para cima pelo “fornecedor” e para baixo pelo “cliente”.

Nos dois exemplos sentimos claramente o efeito danoso da inflação na PME que algumas situações acaba literalmente pagando a conta.

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O planejamento de tecnologia na sua empresa vai além da necessidade de computadores para as atividades diárias dos seus funcionários. A tecnologia é uma aliada em todos os segmentos de sua empresa, com ela, todas as áreas podem render mais e seu negócio crescer. Mas como uma pequena empresa pode começar a utilizar as diversas soluções disponíveis para crescer? E como saber qual a melhor para sua empresa? E estas ferramentas estão ao alcance do pequeno empreendedor? Para responder a estas e outras perguntas, o Pensando Grande Ao Vivo, primeiro evento online do nosso blog, convidou Maurício Ferreira, gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft.

Confira esta entrevista sobre tecnologia e bons negócios.

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Ele criou um império, desde uma gigante no ramo do entretenimento até uma empresa que já vende viagens espaciais. Richard Branson é o fundador do Grupo Virgin e colunista do portal Entrepreneur, onde fala sobre empreendedorismo. Em sua última coluna, o empresário respondeu a uma pergunta de um leitor: como um pequeno empresário pode criar alicerces para uma cultura corporativa como a da Virgin?

Confira a resposta de Richard Branson em sua coluna no portal Entrepreneur:

Se você está lançando um novo negócio ou se preparando para expandir o seu, criar uma base sólida para o futuro é extremamente importante – trazer investidores, fazer contratos, recrutar membros da sua equipe principal, escolher os fornecedores certos.

Quando meus amigos e eu começamos a Virgin há 40 anos, não tínhamos um plano de negócios – especialmente não para o grupo que até 2011 teria mais de 400 empresas ao redor do mundo que empregam 50.000 pessoas. Se tivéssemos tentado um plano para tal futuro, teríamos certamente estraguado tudo.

Se há uma maneira “certa” para desenvolver a cultura da sua empresa, nossa experiência mostra que ela deve evoluir organicamente. Em 1970, eu e meus amigos não estávamos planejando fazer outra coisa senão ganhar algum dinheiro e passar bem nosso tempo, fazendo algo que amamos. Nós amamos ouvir música, por isso tentamos vender discos para outros garotos que queriam um lugar divertido para passar o tempo na hora de decidir qual deles comprar. Não tínhamos um plano de marketing ou orçamento – os nossos objetivos foram simplesmente para ganhar dinheiro suficiente para pagar o aluguel e os nossos fornecedores, e ter algum dinheiro sobrando no final do mês. Nosso começo não foi diferente da maioria das empresas de pequeno porte, já que poucos empresários começam a pensar sobre a cultura do seu negócio até que ele já esteja bem estabelecido.

Quando eu olho para trás, vejo que a coisa certa estava em nosso processo de planejamento, quando nós tínhamos certeza que todos estavam se divertindo trabalhando e que os que tinham uma boa ideia estavam em nossos processos decisórios.

Tivemos acidentalmente tropeços em elementos centrais de uma cultura dedicada a oferecer grande serviço ao cliente! Descobrimos que pessoas que trabalham em um ambiente amigável, tolerante a erros, e que estão habilitadas a tomar decisões sobre como elas fazem seu trabalho, chegam às melhores soluções possíveis para servir aos clientes.

Lembre-se que o modo de tratar o cliente irá formar a base de sua cultura corporativa. Coloque sua equipe em primeiro lugar, ouví-los, e acompanhar suas ideias e sugestões é fundamental.

Em pequenas empresas, os proprietários muitas vezes acham difícil aprender a lidar com o sucesso. Quando uma empresa vai bem, muitos executivos começam a se concentrar apenas no aumento dos lucros, não importa a que custo – deixando para trás tudo o que originalmente fez o negócio especial. O fundador normalmente se move para um grande escritório de canto no andar de cima e nunca mais põe os pés na fábrica. Funcionários que foram essenciais para o sucesso inicial da empresa, de repente descobrem que eles são os últimos a saber o que está acontecendo, e as suas opiniões não são mais valorizadas.

Para garantir que sua empresa cresça em um ritmo confortável, sempre que possível, envolva seus funcionários na evolução da empresa. Se você é proprietário de uma empresa pequena em expansão, diga a todos os seus funcionários o seu plano – inclua a todos, desde o motorista do caminhão até o time principal. Se você puder, trabalhe nos detalhes do plano de expansão em conjunto, tendo em conta os desafios enfrentados por seus empregados, e incorporando as melhorias que eles gostariam de fazer. Os vencedores finais serão seus clientes.

Na Virgin, nunca tivemos que lutar com os problemas típicos das grandes corporações, provavelmente porque nós nunca realmente ficamos grandes – nós apenas diversificamos. Nosso crescimento foi uma vez descrito como “desintegração vertical” porque os nossos novos negócios frequentemente parecem ser tangenciais ou até mesmo completamente alheios a nossa missão central. Quando Virgem era conhecida pela produção e venda de discos, por exemplo, começamos a desenvolver uma companhia aérea.

Vemos um fator de união em nossa dedicação ao serviço ao cliente. Em vez de se tornar uma entidade enorme e inchada trancado em um único setor, estas incursões tangenciais têm mantido a nossa empresa nova e diferente – nós estamos sempre aprendendo novos negócios e recrutando novas pessoas inteligentes. Cada empresa da Virgin é dirigida por sua equipe de gestão própria, em grande parte autônoma, que depende de pequenos princípios que temos empregados desde o início.

Qualquer caminho que você decida tomar para expandir o seu negócio, certifique-se de aproveitar os sucessos do passado de sua empresa que se encaixam na cultura corporativa e a visão para o futuro que você e sua equipe criaram. Se alguém diz: “Isso não é a forma como uma grande empresa faria isso”, tome-o como um elogio!

Gostou da filosofia do Richard Branson? Então não perca a próxima quarta-feira, 13 de julho. O executivo participará do WPC 2011, evento voltado para parceiros Microsoft. A edição deste ano acontece em Los Angeles e contará com Branson mostrando um pouco mais da cultura corporativa adotada no grupo Virgin. Você poderá assistir a trasmissão ao vivo desta palestra. Acompanhe os canais do Pensando Grande nas redes sociais e o  Twitter do Café Parter Brasil para mais informações.

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Em algum momento da carreira o empreendedor já se viu perdido em meio a quantidade e complexidade de informações que a web apresenta. Desde a abertura do negócio até o gerenciamento de documentos e parcerias, o empresário de pequena ou média empresa precisa de rapidez, eficiência e qualidade na busca de soluções para suas necessidades.

Acompanhamos de perto as dificuldades e conquistas dos empreendedores e sabemos que mais do que uma empresa, cada um tem um sonho, um projeto de realização pessoal que precisa ser lapidado a cada instante. É exatamente por isso que a Microsoft apresenta hoje o novo portal Microsoft Empresas, muito mais intuitivo e que compreende exatamente quais são as reais necessidades de seu negócio. Através deste acompanhamento diário repaginamos nosso site para proporcionar ao empresário brasileiro uma experiência digital mais proveitosa e interessante.

No novo portal você têm acesso à informações essenciais que vão auxiliá-lo na abertura de uma empresa, ampliação dos negócios, proteção de dados e em todos os momentos de seu empreendimento. Além disso, sua empresa estará muito mais próxima das facilidades da computação na nuvem, marketing, gerenciamento de dados, soluções móveis e gerenciamento de clientes. Você conhecerá de perto as soluções Microsoft para cada momento de sua empresa e experimentar nossos produtos gratuitamente através de um click.

O que já era bom ficou ainda melhor! Não perca mais tempo. Acesse o novo portal Microsoft Empresas e presenteie seu negócio com esta super oportunidade.


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