Artigos com a tag "pequena empresa"

Em 1976 um professor começou a oferecer pequenos empréstimos a famílias carentes de Bangladesh. O principal foco eram mulheres e produtores rurais. Foi assim, de uma maneira revolucionária, que Muhammad Yunus criou o conceito de microcrédito e ganhou o Prêmio Nobel da Paz.

Hoje, 40 anos depois, o conceito de empreendedorismo social deixou de ser uma promessa para se tornar uma realidade do mundo moderno que a passos largos, caminha rumo a um mundo mais justo e cheio de oportunidades.

Mas afinal, é possível ganhar dinheiro e ainda mudar o mundo?

Segundo os participantes da mesa redonda Empreendedorismo Social, da Campus Party 2012: Marcel Fukayama, Omar Hadda, Daniel Izzo, José Alberto Aranha, André Spínola e Pablo Handl, sim – é possível!

Para Marcel Fukayama, sócio-fundador da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), a lan house é um exemplo de negócio social que pode gerar renda e ainda impactar na comunidade ao redor. Fukuyama é co-fundador da CDI Lan, uma empresa que oferece soluções que transformam vidas em comunidades de baixa renda por meio das lan houses.

A iniciativa visa atender as regiões mais carentes e excluídas do mundo digital. De acordo com a CDI Lan, 48% dos usuários brasileiros se conectam através das 100 mil lan houses do país e dentro desse número, 82% recebem apenas um salário mínimo.

Nesse cenário cheio de carências, o CDI Lan transformou o conceito das lan houses afiliadas em referência de educação, entretenimento saudável, empreendedorismo e gestão de qualidade.

“O mercado está em constante movimento. Já existe regulamentação e associações específicas, o que facilita a vida dos pequenos e micro empresários”, afirma Marcel.

Todos os presentes na mesa redonda foram unânimes em dizer que existe um grande leque de opções dentro do empreendedorismo social, mas para obter sucesso é preciso focar em como o negócio conseguirá causar impacto social.

Daniel Izzo – sócio e co-fundador da Vox Capital - primeiro fundo de investimentos de impacto no Brasil que foca em negócios com potencial de crescimento e que servem à população de baixa renda, explica o que faz o empreendimento social receber investimentos: “Em primeiro lugar deve contar com uma equipe bem alinhada e o mais importante, o objetivo deve ser resolver ou diminuir um dos problemas da população de baixa renda.”

O empreendedor social tem todo o direito de ganhar dinheiro e garantir a renda familiar, mas não é um setor que prega a ganância. De acordo com os participantes o lucro deve ser um ponto de equilíbrio para a construção de um mundo melhor.

A comunicação é fundamental para o relacionamento com seus clientes e fornecedores, por isso, uma ferramenta útil e desenvolvida para agilizar e facilitar seus contatos podem ser garantidos com os benefícios que o Windows Phone 7. Conheça e aproveite todos os seus recursos para desenvolver ainda mais a sua marca.
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Muitas pessoas sonham em ser seu próprio chefe, ter seu negócio, mas não sabem como começar. Buscamos um guia prático com uma das maiores especialistas em empreendedorismo nos Estados Unidos, Tamara Monosoff é autora do livro Your Million Dollar Dream: Regain Control & Be Your Own Boss (O sonho de um milhão de dólares: tenha o controle e seja seu próprio chefe – tradução livre, ainda não lançado no Brasil). Ela publicou no portal Entrepreneur oito dicas para quem deseja ter sua empresa. É claro que se você deseja começar um negócio, mas não sabe por onde começar, não deve se preocupar – saiba que você não está sozinho.

Na verdade, dada a nova realidade econômica de nosso tempo, mais do que nunca as pessoas sabem que o “trabalho” que pensaram estar esperando por elas não existe. Outros chegaram à conclusão de que elas preferem criar um trabalho que amem, construído para atender seus objetivos de vida. Não importa qual a sua motivação para ser seu próprio patrão, você pode começar hoje.

Aqui estão 8 dicas para você começar:

1. Tome uma posição.
Se você está insatisfeito com sua situação atual, admita que ninguém pode resolvê-la, exceto você. Não faz nenhum bem culpar a economia, seu chefe, seu cônjuge ou sua família. A mudança só pode ocorrer quando você tomar uma decisão consciente para que isso aconteça.

2. Identificar o negócio certo para você.
Dê-se o direito de explorar. Esteja disposto a olhar para suas diferentes facetas (a sua personalidade, estilo social, idade) e ouvir a sua intuição. Nós tendemos a ignorar a intuição, embora no fundo, muitas vezes, saibamos que ela diz a verdade. Pergunte a si mesmo “O que me dá energia, mesmo quando eu estou cansado?”

Como você sabe que o negócio é “certo” para você? Há três abordagens comuns para o empreendedorismo:

Faça o que você sabe: Você foi demitido ou quer uma mudança? Olhe para o trabalho que tem feito por outros no passado e pense em como você pode empacotar essas habilidades e oferecê-los como seus próprios serviços ou produtos.

Faça o que outros fazem: Aprenda sobre outras empresas que lhe interessam. Depois de ter identificado um negócio que você gosta, imite-o.

Resolva um problema comum: Existe uma lacuna no mercado? Existe um serviço ou produto que você gostaria de trazer para o mercado? (Nota: Esta é a abordagem de maior risco entre as três) Se você optar por ela, certifique-se que você se tornará um aluno para estudar muito antes de gastar qualquer dinheiro.

3. Um plano de negócios aumenta suas chances de sucesso.
A maioria das pessoas não planeja, mas isso vai ajudá-lo a chegar ao mercado mais rápido. Um plano de negócios irá ajudá-lo a obter o foco, clareza e confiança. Um plano não precisa ter mais do que uma página. Quando você escreve seus objetivos, estratégias e passos, seu negócio torna-se real.

Pergunte a si mesmo as questões abaixo:
O que estou construindo?
A quem irei atender?
Qual é a promessa que faço aos meus clientes e a mim?
Quais são os meus objetivos, estratégias e planos de ação (passos) para atingir meus objetivos?

4. Conheça o seu público alvo antes de gastar um tostão.
Antes de gastar seu dinheiro, descobrir se as pessoas irão comprar os seus produtos ou serviços. Esta pode ser a coisa mais importante a fazer. Você pode fazer isso através da validação de seu mercado. Em outras palavras, quem, exatamente, comprará seus produtos ou serviços que não sejam da sua família ou amigos? Qual é o tamanho do seu mercado? (E não diga “Todo mundo no país, vai querer o meu produto.” Confie em mim…Eles não vão) Quem são seus clientes? O seu produto ou serviço é relevante para a vida cotidiana? Por que as pessoas precisam dele?

Há pesquisas sobre diferentes mercados disponíveis gratuitamente. Leia artigos da indústria com os dados de marcado (pesquise na internet as associações industriais relevantes) e leia dos dados do IBGE para saber mais. No entanto, a forma mais importante de obter essa informação é perguntar ao seu mercado-alvo e clientes diretamente e ouvir atentamente.

5. Entenda suas finanças pessoais e escolher o tipo certo de dinheiro que você precisa para seu negócio.
Como empresário, sua vida pessoal e empresarial são interligadas. Você é provavelmente o seu primeiro – investidor – e possivelmente único. Portanto, ter um conhecimento detalhado de suas finanças pessoais, e a capacidade de controlá-las, é um primeiro passo essencial antes de buscar financiamento externo para o seu negócio.

Quando você estiver criando seu plano de negócios, considere que tipo de empresa está construindo – um negócio de acordo com seu estilo de vida (menor quantidade de fundos de inicialização), uma franquia (investimento moderado, dependendo da franquia) ou uma empresa de alta tecnologia (exigirá um investimento significativo de capital). Dependendo de sua decisão, você precisará de uma quantidade diferente de dinheiro para lançar e fazer crescer seus negócios.

No Pensando Grande você encontra posts sobre os diversos tipos de financiamento, veja neste post.

6. Construir uma rede de apoio.
Você fez um compromisso interno para o seu negócio. Agora você precisa cultivar uma rede de simpatizantes, conselheiros, parceiros, aliados e fornecedores. Se você acreditar no seu negócio, os outros também irão.

Rede local, nacional e redes sociais. Junte-se a redes de pequenos empresários, a sua câmara de comércio local, ou de outros grupos empresariais relevantes. Aqui estão alguns conceitos básicos de redes:

- Quando estiver em eventos de rede, perguntar aos outros o que fazer e pense sobre como você pode ajudá-los. A chave é ouvir mais.
- Não importa o grupo no qual você está, seja generoso, ajude os outros e faça as apresentações sem cobranças.
- Ao se tornar um líder generoso, você será a primeira pessoa que vem à mente quando alguém que você ajudou precisar de seus serviços ou ouvir falar de alguém que precisa.

7. Venda criando valor.
Mesmo que vendamos produtos e serviços diariamente, as pessoas não querem ser “vendido”. Concentre-se em servir os outros. Quanto mais pessoas você atender, mais dinheiro você ganhará. Ao considerar os seus clientes ou clientes, pergunte-se:

- O que eu posso dar a eles?
- Como posso atender com êxito suas reivindicações?
- Essa abordagem pode ajudar a levá-lo a novas maneiras de aprimorar seu produto ou serviço e entregar mais valor aos seus clientes, eles irão apreciar.

8. Escute seu consumidor.
Esteja disposto a dizer quem você é e o que você faz com convicção e sem desculpas. Invista na utilização das ferramentas mais eficazes online (Twitter, Facebook, YouTube, LinkedIn) disponíveis para transmitir suas notícias. Use redes sociais para divulgar qualquer coisa que você considere que possa ser de interesse para os seus fãs e seguidores.

Embora as redes sociais sejam essenciais hoje (Você deve usá-las!), não subestime o poder de outros métodos para conversar com seu consumidor: por exemplo, marketing boca-a-boca, site, relações públicas, blogs, colunas e artigos, palestras, e-mail marketing, boletins informativos e do telefone à moda antiga, são ferramentas essenciais.

Se seguir estes passos, você estará no seu caminho para se tornar seu próprio patrão. É importante lembrar que você não está sozinho. Se você quer “ser seu próprio patrão”, mas você ainda se sente pronto, entre em contato com outros empreendedores em uma variedade de maneiras. Você pode se surpreender com o valor inestimável dos contatos que estão ao seu alcance.

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Quando suas vendas caem, todo o equilíbrio da empresa está em risco. É preciso colocar a criatividade em ação e recuperar o tempo perdido. Mas nem sempre o pequeno empresário tem tempo ou experiência para desenvolver um plano de marketing. O portal Entrepreneur, especializado em empreendedorismo, publicou sete dicas de Kim Gordon, especialista em marketing, para aumentar suas vendas. Para ela é fundamental manter suas campanhas de marketing inovadoras e com foco em seu público. Confira abaixo as dicas de Kim.

1. Restabeleça postos de escuta

Uma estratégia inteligente de marketing depende inteiramente de entender o seu cliente. Você precisa saber não só quem eles são e o que querem comprar, mas por que eles compram – e por que eles escolhem para comprar de você. Redobre seus esforços de diálogo com as mídias, fóruns e blogs. E obtenha um feedback direto dos seus clientes ou por meio de seus vendedores.

As mídias sociais são uma poderosa ferramenta para ouvir seu consumidor, confira no post 4 passos para o sucesso das pequenas empresas nas mídias sociais.

2. Anuncie promoções especiais

Use incentivos especiais para atrair seus clientes para promoções de curto prazo. Os consumidores conscientes estão à procura de bons preços e benefícios e as promoções são um chamariz para a maioria dos grupos econômicos. Os cupons são cada vez mais vitais, e há um aumento significativo na conveniência de cupons online.

Quer algumas ideias de mudanças que podem impactar suas vendas? Confira aqui: 7 pequenas mudanças que podem causar um grande impacto em suas vendas

3. Melhore o gerenciamento

Durante o verão, o monitoramento e acompanhamento pode ter ficado um pouco ao acaso. Certifique-se de que todos que tenham contato com o público estejam atentos cada nova pista que ouviram sobre a sua empresa. Faça as ligações geradas por este acompanhamento e responda-as em um prazo máximo de 24 horas. Hoje as vendas são construídas em relações de confiança que crescem de acordo com a excelência do serviço prestado ao cliente.

4. Mantenha o foco em novas ideias

Não confie exclusivamente em uma equipe pequena ou apenas o seu marketing pessoal para produzir novas ideias. Faça com que a responsabilidade de inovação seja de todos com sessões de brainstorming ou dando um reconhecimento especial para os indivíduos com mais inteligente sugestões. Se sua empresa tem poucos funcionários, monte um conselho consultivo experiente ou forme um grupo online consultivo composto por membros de seu público-alvo para dar dicas em troca de vantagens nas compras.

5. Renove suas campanhas de fidelidade

Você tem e-mail regular ou promoções de mala direta para sua base de clientes? Utilize o e-mail para fazer uma campanha de fidelidade enviando-os em uma frequência semanal ou quinzenal com uma programação consistente. Logo você terá descoberto quais os incentivos e mensagens funcionam melhor para reter e motivar seus clientes atuais e prospectar outros, além de gerar o maior retorno sobre o investimento.

Leia também: Como usar o e-mail marketing de maneira estratégica nas pequenas empresas

6. Aposte na responsabilidade social

Nesta era de crescente responsabilidade social, clientes e potenciais clientes querem saber que você é um bom cidadão corporativo, e este é um ótimo momento para se alinhar a uma organização sem fins lucrativos. Você pode fornecer serviços pro bono ou promover uma campanha promocional para angariar. Só não se esqueça de promover a empresa através de seu site e da imprensa. Você vai fornecer ajuda onde ela é mais necessária e ganha elogios de seus clientes. Assim você faz o bem para o mundo e também para seu negócio!

7. Renove o seu conteúdo

Quando foi a última vez que você atualizou o conteúdo do seu site e sua família de ferramentas de vendas e marketing? O seu site é, em geral, o primeiro lugar em que potenciais clientes buscam saber mais sobre o seu negócio, é fundamental que a aparência do site e os temas sejam atuais. Imagine seu consumidor seguindo um caminho lógico em seu site, passo a passo para chegar a uma compra. Garanta que todos os materiais e mensagens estejam disponíveis facilmente.  A cada dia há mais consumidores na web, esta é uma ótima maneira de alavancar as vendas.

Confira nossa série especial sobre e-commerce com dicas sobre como vender mais na web.

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Por Steve Strauss

P: Steve, como todo mundo hoje em dia, quero que a minha empresa seja mais ecológica. Alguma dica? – Bob

R: Seja o Al Gore ganhando o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho sobre o aquecimento global ou relatórios sobre o derretimento das calotas polares, não restam dúvidas de que a mudança do clima está desafiando o mundo dos negócios.

Há um grande incentivo para tornar as empresas mais ecológicas. Mas como você pode se conectar com essa tendência e ainda assim ter lucros? Não é tão difícil.

Aqui estão cinco maneiras de ser mais ecológico:

Todos nós conhecemos as lâmpadas fluorescentes. Elas usam 66% menos energia do que as lâmpadas comuns. Embora sejam mais caras, elas duram 13 vezes mais do que as outras.


Usar menos papel ajuda de diversas maneiras. Protege florestas, reduz o uso de lixões e elimina os custos de energia associados à produção e ao descarte do papel.

Como reduzir o uso de papel:


Atualmente, quase todo produto tem uma alternativa ecológica. A nossa amiga internet facilitou esse processo. Pesquise produtos mais ecológicos e ficará impressionado com a quantidade de opções que existem.

Alguns produtos ecológicos apresentam dificuldades. Em primeiro lugar, geralmente são mais caros, então, pesquise. A disponibilidade por ser um problema também.


Conferências pelo telefone e deixar os funcionários trabalharem em casa são maneiras simples e baratas de reduzir o impacto do deslocamento, mas há mais coisas que você pode fazer. Conheça maneira de fazer suas reuniões sem viajar com a ajuda da tecnologia, clique aqui e saiba como.


Estima-se que um funcionário desperdice mais de 200 gramas de papel por dia. Se esse papel fosse reciclado, economizaria o equivalente a 450 gramas de emissões de gases do efeito estufa. A redução do desperdício também é boa para os negócios, já que você pode economizar comprando menos e tendo menos gastos com o descarte do lixo.

Há várias maneiras de reduzir o desperdício: use caixas em que você recebeu encomendas para embalar os produtos que você vai enviar. Use toalhas, toalhas de mesa, guardanapos, pratos, copos e canecas duráveis ou biodegradáveis. Recicle papéis e materiais publicitários que chegam pelo correio. Em vez de jogar as coisas fora, doe objetos, materiais e até comida. Instale arejadores nas torneiras e descargas que usam pouca água.

A longo prazo, tornar seu escritório ecológico não é caro, vale a pena.

Steve Strauss é especialista em pequenas empresas, colunista do USA Today e autor do livro Small Business Bible.

Confira no portal Grátis e Melhor ferramentas gratuitas da Microsoft para melhorar a gestão de sua empresa.

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Você sabe qual a real situação de sua empresa? Muitas vezes a gestão pode estar prejudicada pela falta de informações. Se você não tem dados estruturados disponíveis muitas vezes decisões são tomadas de maneira errada. Nas grandes empresas equipes de profissionais dedicam-se a analisar as diversas áreas em tempo integral, mas para o pequeno empresário tamanha dedicação não é viável. A falta de tempo não pode ser uma desculpa para deixar de estudar sua empresa. O período dedicado a analisar seu negócio pode prevenir que decisões equivocadas atrapalhem seu crescimento, informações estruturadas o ajudam a melhorar a gestão e colher frutos positivos.

Como começar

Fluxo de caixa, controle de estoque, vendas, orçamentos – você pode fazer um controle de diversas áreas de sua empresa com uma ferramenta que você provavelmente já tem: o Excel. As possibilidades são muitas, você pode fazer o download gratuito de planilhas já formatadas no portal Grátis e Melhor. Uma dica prática potencializar a análise de sua empresa é aproveitar os recursos do Excel 2010, clique aqui e baixe gratuitamente uma versão para experimentar o Office 2010.

Com o recurso de formatação condicional, você poderá identificar rapidamente as variações em uma faixa de valores – relativos a vendas, orçamentos, saída de produtos ou faturamento, por exemplo. As cores apontam os valores altos, médios e baixos. É possível também inserir ícones para facilitar a visualização.

Em alguns clique é possível ativar o recurso, acompanhe o passo a passo:

1.       Selecione os dados a serem analisados.

2.       Na guia Página Inicial, no grupo Estilos, clique na seta ao lado de Formatação Condicional e, em seguida, clique em Escalas de Cor ou Conjunto de Ícones.

3.       Passe o mouse sobre as escalas de cores ou ícones para visualizar os dados com formatação condicional aplicada.

Confira o vídeo abaixo e veja como é fácil!

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Iniciamos uma série de posts sobre como conquistar um novo perfil de cliente com acesso à informação rápida, mídias sociais e novos valores da sociedade, como sustentabilidade. O consumidor 2.0 valoriza o relacionamento com a empresa e está cada vez mais exigente. Para conquistar este novo cliente é preciso conhecer a sua empresa: quais os pontos fortes e fracos, quais as oportunidades e ameaças? Para ajuda-lo neste desafio existe a Análise SWOT, uma ferramenta de análise de cenário utilizada por empresas do mundo inteiro. A simplicidade facilita a aplicação também em pequenos negócios.

Criada por pesquisadores da Universidade de Harvard, a ferramenta tem o objetivo de identificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. O termo SWOT identifica o que será analisado: Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). Essa matriz ajuda o empresário a identificar as forças e fraquezas da organização, tanto internas quanto externas. A análise busca também quais as ameaças e oportunidades da empresa. Cláudio Henrique Castro Silva dirige um grupo formado por três negócios de pequeno porte, uma prestadora de serviços e duas indústrias. “Em todos os casos utilizamos a matriz SWOT para monitorar o mercado para a possibilidade de novos empreendimentos e para a criação de barreiras que protegem nossas vantagens competitivas”, explica Castro.

Para ele o principal benefício desta ferramenta para a pequena empresa é o tornar parte do cotidiano o exercício da observação dos ambientes, tanto interno quanto externo. “A matriz SWOT possibilita empregar um método para esta analise, sendo assim é possível ao pequeno empresário conseguir informações fundamentais para sua empresa, como por exemplo, quais barreiras seus concorrentes possuem, quais oportunidades aparecem no mercado, entre tantas outras, hoje o ambiente competitivo premia com a vitória as  empresas com maior informação”, explica o empreendedor.

Como identificar cada ponto


Com a ajuda e experiência de Cláudio Henrique definimos abaixo cada um dos pontos a serem identificados:

Ambiente interno

Força: são os fatores que podem influenciar a empresa e considerados um ponto positivo junto ao mercado e em relação à sua concorrência. Por exemplo, se sua empresa possui um excelente setor logístico, isto é uma força.

Fraqueza: são fatores negativos nos quais a empresa possui influência direta. Por exemplo, se sua empresa não possui muita sinergia por conta de problemas e comunicação, este é uma fraqueza. São as desvantagens frente aos seus concorrentes.

Ambiente externo

Oportunidade: são fatores que não possuem a influência da empresa, são externos, mas contam como um ponto positivo em sua atuação e vantagem competitiva. Por exemplo, uma ação governamental que incentive o ramo de atuação de seu negócio.

Ameaça: são fatores fora do controle da empresa e negativos junto ao mercado. Por exemplo, para uma empresa importadora, a alta do dólar pode causar sérios desequilíbrios dos seus custos e preços finais.

SWOT na prática

Mas como realmente aplicar a ferramenta? Com o dia a dia corrido, o pequeno empresário tem dificuldades de analisar detalhes de seu negócio.  A tecnologia é uma aliada neste caso, tanto na identificação dos quatro pontos quanto em sua análise. “Quanto melhor e mais confiável for o sistema de comunicação da empresa, com maior facilidade você pode conseguir os dados tão importantes para esta análise, uma vez que quando mais colaboradores participarem do levantamento de dados, melhor para o resultado final”, avalia Castro.

No primeiro post desta série, falamos sobre o CRM, uma solução que resulta em diversos benefícios para o negócio, como a melhoria da qualidade do serviço prestado, o aumento do nível de satisfação do cliente e do índice de retenção (fidelização) do cliente. Ela também ajuda o empreendedor a conhecer e analisar o comportamento de suas vendas. Clique aqui e saiba mais. Já quando o assunto é comunicação e colaboração entre as áreas da empresa, o serviço BPOS oferece às pequenas empresas a mesma tecnologia utilizada pelas grandes com preço acessível. Saiba mais aqui sobre esta solução.

Existem outras ferramentas que ajudam o empreendedor a aplicar a análise SWOT a sua empresa. “Ferramentas como o Excel permitem à empresa a agrupar e transformar estes dados em informação útil para a análise”, finaliza Castro, que publicou um artigo sobre como fazer a análise SWOT, clique aqui para ter acesso. O portal Grátis e Melhor disponibiliza soluções gratuitas Microsoft para pequenas empresas, basta acessar e fazer o download das planilhas mais adequadas ao seu negócio.

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O Inovar é um projeto da FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos, criado em 2000, para apresentar uma alternativa às pequenas e médias empresas com dificuldade em obter crédito para investir na expansão de seus negócios.

A atuação do Inovar se dá por meio de um programa estruturado de fomento ao venture capital, ou seja, investimento privado. O programa conta com basicamente duas vertentes: em um primeiro momento as empresas inovadoras previamente selecionadas passam por um processo de preparo e capacitação de empreendedores para que participem do Venture Forum, um encontro de negócios no qual esses empresários serão apresentados aos possíveis futuros investidores.

Podem participar do  Inovar empresas inovadoras. “Esse é um conceito muito amplo, mas a empresa inovadora é aquela que propõe a introdução de um novo produto ou serviço melhorado no mercado. Mas podemos considerar esse conceito com o diferencial de marketing também”, explica André Calazans, chefe do departamento de capital semente da FINEP.

Entretanto, a decisão por procurar por investimentos dessa natureza para sua empresa deve ser muito bem pensada. Cada programa e tipo de negócio tem uma característica diferente que se adapta aos momentos diferenciados dos negócios. “O capital de risco não é para qualquer empreendimento em qualquer momento. Existe uma lógica não só teórica, como empírica de uma empresa que tenha perfil para esse tipo de recurso. Tem que ser uma empresa com alto potencial de retorno e tem que estar num momento que o capital vai sugerir uma inflexão na curva de crescimento, ou seja, um impacto muito positivo”, comenta Calazans.

De acordo com Calazans, para optar por esse tipo de investimento, uma empresa precisa preencher uma série de características especificas, tanto para o investidor e quanto para o empreendimento. Em primeiro lugar o empresário deve refletir se realmente quer um sócio capitalista para seu negócio. “Para você permitir a entrada de um sócio, mesmo que sua empresa seja pequena, você precisa fazer o seu negócio funcionar como uma empresa grande”, alerta.

Ao optar por abrir o capital de seu negócio para investidores externos um empresário precisa prencher uma série de requisitos, entre eles ter transparência, conselho e governança, por exemplo.  “Você estará entrando em um mundo diferenciado, onde o final do caminho será a bolsa de valores. O sonho de qualquer empreendedor que recebe esse capital é passar por vários investimentos até chegar à bolsa. Então é preciso ter uma visão de empresa grande”, comenta o especialista.

Investimento de risco sempre gera insegurança, pois da mesma maneira que se pode ganhar com essa medida, pode-se perder também. Na opinião de André esse é um bom momento para apostar nesse tipo de investimento. “Abrir o capital de pequenas empresas é sempre um desafio, e a intervenção governamental é necessária para dinamizar esses fundos de capital semente. Mas desde que foi lançado, em 2000, o INOVAR vem sendo um sucesso!”, finaliza.

O site do Venture Capital da FINEP disponibiliza informações para empresários que queiram consultar quais fundos de investimento participam do programa, históricos e se inscrever para participar do programa.

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