Artigos com a tag "lucro"

Assim como qualquer pequeno empresário, você provavelmente leva uma série de fatores de consideração antes de adquirir novas tecnologias para a sua empresa. No atual cenário econômico é preciso ponderar ainda mais os investimentos e, mais importante, o potencial de retorno sobre o investimento (ROI).

Segundo um novo estudo publicado pela IDC e comissionado pela Microsoft, em media, o retorno sobre o investimento do Windows 7 Professional pode ser de apenas sete meses após a implantação do sistema operacional – com um ROI de 375%.

Ganhos para o Usuário Final

A pesquisa da IDC mostra benefícios significativos para usuários finais, o que se traduz em redução significativa no tempo de indisponibilidade e aumento na produtividade. De forma geral, o IDC concluiu que o Windows 7 Professional ajudou a aumentar a produtividade dos funcionários em 2.5%, liberando 51 horas adicionais por usuário, por ano – mais do que uma semana inteira de trabalho por funcionário. Para uma organização com 15 funcionários cujos salários anuais estão na faixa de US$25.000, isso representa uma economia de mais de US$9.200 anualmente. Esses ganhos foram alcançados em quatro áreas principais:

Melhor Experiência de Usuário

O IDC concluiu que o tempo perdido pelo usuário reiniciando o sistema operacional anterior (principalmente o Windows XP) foi reduzido em 76%. A redução para falhas em software foi de 59% e 49% para pesquisa de arquivos, gerando uma experiência aprimorada, como um todo.

É muito mais rápido iniciar programas e reiniciar uma máquina executando o Windows 7 é do que em sistemas anteriores.

― Erik Moreau, supervisor técnico e engenheiro de redes, Aurelium

Menos Auto-suporte

O Windows 7 Professional também contribuiu para reduzir significativamente a necessidade de auto-suporte pelo usuário final, reduzindo em 51% o tempo gasto com essa tarefa.

Mais Segurança

Também houve uma melhoria significativa com relação ao tempo de indisponibilidade decorrente de problemas como spyware, malware, perda de dados e recuperação de arquivos perdidos, já que os usuários gastam cerca de 40% menos tempo lidando com essas questões.

Maior Produtividade com os Novos Recursos
Os novos recursos de produtividade do Windows 7 Professional, incluindo Faster Sleep e Resume, a barra de tarefas aprimorada, os painéis de visualização, o Steps Recorder e o Internet Explorer 8, são responsáveis por economias anuais de quase um dia de trabalho por funcionário.

Reduza Custos de Suporte

Empresas de pequeno porte que migraram para o Windows 7 Professional descobriram que a economia com mão de obra de TI foi significativa: em geral, as empresas reduziram em 50% o tempo alocado para TI (~10 horas); uma economia de aproximadamente US$300 ao ano por computador.

Melhorias nos Custos da Mão de Obra de TI

As reduções nos custos foram identificadas em três áreas de mão de obra de TI. De acordo com a IDC, como uma das maiores reduções estava no suporte ao serviço, isso indica que o Windows 7 Professional exigem menos tempo para gerenciamento, o que resulta na redução dos custos operacionais em longo prazo.

Para mais detalhes sobre as conclusões da IDC com relação à economia no custo de TI, leia  o white paper.

A Impressão com Reconhecimento de Local [ajuda] os usuários móveis a se conectar e imprimir em outros locais da empresa. [Meus colegas] não precisam mais de suporte técnico para ficar conectados.

―Adilson Fernando, gerente de TI, Hidrau Torque

A Rentabilidade em Relação ao ROI

A pergunta mais importante sobre ROI para proprietários de pequenas empresas é “Quanto tempo vou levar para recuperar meu investimento?” No caso do Windows 7 Professional, a IDC concluiu que o retorno sobre o investimento pode ser alcançado rapidamente – em apenas 7 meses após a implantação.

Estatísticas de ROI do Windows 7

A métrica de ROI da IDC é baseada em um investimento médio de aproximadamente US$600, um benefício médio de aproximadamente US$2.800 durante a vida útil do computador e de três anos de uso do software. Os dados também indicam que o retorno em meses para uma implantação nova do Windows 7 Professional foi de 7,2 meses, produzindo um retorno sobre o investimento de 375% no total.

Compartilhe

Por Jeff Wuorio

Lembra quando você era criança e não queria soltar um brinquedo e algum adulto dizia “faz bem dividir”?

Agora você é um desses adultos, com direitos exclusivos sobre sua empresa e um orçamento próximo do limite. Lembre-se: faz bem dividir. Donos de empresas podem juntar custos consideráveis. Se você se unir a outras pequenas empresas para dividir as principais despesas (aluguel de escritório, equipamento e até publicidade), você pode economizar dinheiro de maneiras que nunca imaginou.

Veja esses salva-vidas de empresas não muito conhecidos:

1. Divida o espaço de outra empresa. Se estiver buscando um espaço para sua empresa, não procure sozinho. Em vez disso, converse com corretores e pergunte se eles conhecem alguém para dividir o local. Digamos, alguém com um espaço de 500 m2 que só use metade disso. Pode corresponder a uns dois escritórios, uma sala de conferências e até mesmo uma máquina copiadora e outros equipamentos necessários. Tudo a uma porcentagem do preço que você conseguiria se fizesse o mesmo sozinho.

2. Divida o seu espaço com outras empresas. O outro lado da divisão de escritório também funciona bem. Se você tem mais espaço do que consegue usar, espalhe a notícia para corretores, dizendo que ficaria feliz em dividir o espaço. Em especial, diga que gostaria de trabalhar com empresas que estivessem interessadas em combinar iniciativas de divisão do orçamento como as que mostrarei abaixo.

3. Divida a equipe de apoio. Pode ser impressionante para visitantes e possíveis clientes, mas nem toda pequena empresa tem sua própria recepcionista, contador e outros membros da equipe de apoio. Se sua empresa estiver em um complexo com outros escritórios, procure dividir a equipe de apoio. Por exemplo, em vez de ter seis recepcionistas atendendo a seis telefones de seis empresas diferentes, há tecnologias que permitem o encaminhamento de várias linhas telefônicas para uma única estação de recepção. Isso significa que seis empresas dividem as despesas de uma recepcionista, em vez de arcarem com o salário sozinhas.

4. Monte uma rede e compartilhe equipamentos de melhor qualidade. Em vez de seis empresas diferentes operarem suas próprias copiadoras, impressoras e faxes, procure montar uma rede com uma máquina grande e avançada para todos. Isso não apenas pode ser mais barato do que ter máquinas individuais como pode economizar dinheiro, pois uma máquina sofisticada é capaz de realizar tarefas que você teria de pagar em uma gráfica.

5. Forme um consórcio de materiais de escritório. De maneira semelhante, as pequenas empresas frequentemente cometem o erro de comprar materiais sozinhas. Embora algumas grandes lojas tenham diminuído os preços, aumente seu poder de compra unindo-se a outras empresas. Forme um consórcio de compras, aborde as lojas e diga que trará uma dúzia de empresas para serem clientes delas, desde que, é claro, você tenha um desconto para comprar em quantidade. Dessa maneira, como David Newton, professor de finanças empresariais, observa: “você pode formar seu pequeno posto de vendas de materiais de escritório. Já vi empresas economizarem atéR$ 1.800,00 por ano fazendo isso.”

6. Procure anúncios em grupo. Assim como anúncios impressos, anúncios em meios de comunicação podem ser impossíveis para pequenas empresas. Uma maneira de diminuir o custo (e aumentar sua publicidade) é abordar emissoras de rádio ou televisão com um grupo. Uma possibilidade: um complexo de empresas com 20 escritórios mantém um anúncio regular nos meios de comunicação que fala de todas as suas empresas. A partir daí, cada empresa tem sua vez de destaque (por exemplo, uma empresa por semana) para promover o seu trabalho. A emissora de rádio ou televisão recebe um fluxo regular de anúncios, o complexo como um todo tem publicidade estável e as pequenas empresas, que não seriam capazes de arcar com publicidade no rádio ou na TV, têm chance de mostrar seus produtos no ar.

7. Imprima em massa. Uma grande dor de cabeça financeira para pequenas empresas é o custo de impressão de folhetos, propagandas, materiais de vendas e outros. Como as alternativas acima, uma maneira de diminuir esse custo é coordenar as suas impressões com aquelas de outras pequenas empresas. Não apenas uma grande quantidade de pequenas empresas compromete-se com um único fornecedor (o sonho de qualquer representante de gráficas), mas isso também pode gerar um desconto significativo para as empresas dispostas a essa fidelidade com a gráfica. Como diz Newton, “já vi pequenas empresas economizarem 20% em impressões somente com essa estratégia”.

Portanto, lembre-se do que os adultos falavam quando você era criança. Você verá que as economias valem o custo de dividir. Newton afirma: “se sua empresa rende R$ 300 mil por ano e você consegue economizar R$ 15 mil usando algumas dessas ideias, elas passam a fazer muito sentido”.

Jeff Wuorio é especialista norte americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

No Grátis e Melhor você encontra opções gratuitas de templates para organizar uma reunião produtiva.

Compartilhe

O Marcos Antonio, leitor do Pensando Grande, entrou em contato com o blog pois estava com algumas dúvidas em relação à gestão de sua nova empresa, a Sempre Serviços Empresariais, que oferece prestação de serviços contínuos. Laecio Barreiros, da L&Barreiros Controladoria, focada em pequenas e médias empresas, deu algumas dicas para o novo negócio do Marcos.

Se você também quiser tirar suas dúvidas com o especialista entre em contato com o Pensando Grande e envie sua pergunta!

Dúvida do leitor

Gostaria de perguntar qual seria o caminho para empresas que atuam na área de prestação de serviços contínuos, onde o principal insumo é a mão-de-obra + encargos (+ de 70% do custo final) e os tributos chegam a 16,33% (Lucro presumido)?

A minha empresa é nova, optante do Simples Nacional, e ainda não tem cliente e a sua área de atuação é prestação de serviços contínuos, como serviços de portaria, serviços de Apoio Administrativo, Serviços de Limpeza e Conservação. O  foco inicial de meus futuros clientes, é de pequenas e médias empresas que atuam no ramo industrial e no ramo comercial, além de serviços com a administração pública, através de licitações.

Resposta do especialista

Prezado Marcos,

Neste tipo de negócio algumas variáveis merecem controle e gestão especial, vejamos:

1)      Fluxo de Caixa: sua área de atuação basicamente é uma operação de repasse entre a receita percebida no contrato (Faturamento) e os Pagamentos da Folha e Encargos dos Funcionários, Impostos e Encargos Sociais, ficando para o Prestador (sua empresa) apenas as Taxas de Administração. Portanto, um eficiente controle de fluxo de caixa é fundamental para saúde e continuidade do negócio.

2)      O segmento de Serviços é um negocio de margens baixas e grande concorrência, portanto um caminho para os prestadores de serviços contínuos ou recorrentes é o de agregar valor ao serviço para buscar melhores margens, por exemplo: fornecer o material e insumos de limpeza e conservação com isso pode-se agregar valor ao serviço prestado.

3)      Atenção ao volume (número de clientes, contratos e funcionários) este ponto é muito importante, pois ajudam a diluir os Custos Fixos Operacionais e Administrativos necessários para gestão dos contratos e clientes.

Sugiro que você formate um controle de apuração de resultados e com as seguintes premissas:

Faturamento/Receita

(-) Impostos (Simples Nacional)

(-) Folha de Pagamento dos Funcionários/Contratos

(-) Encargos s/Folha de Pagamento/Contratos

(=) Lucro Bruto   (*)

(-) Custos Fixos

(=) Lucro Liquido

(*) Este valor deve ser suficiente para bancar seu custo fixo e gerar caixa (lucro) suficiente para remunerar seu capital investido.

Bons negócios!

Confira no portal Grátis e Melhor centenas de soluções grátis da Microsoft para auxiliá-lo em seu negócio!

Compartilhe

O faturamento mensal mínimo de uma empresa deve ser suficiente para cobrir os custos fixos e variáveis, ele é chamado de Ponto de Equilíbrio (PE). Neste estágio, o negócio não está lucrando, mas também não apresenta prejuízo. Este cálculo é essencial para analisar a viabilidade de um empreendimento. Mas como calcular qual é o ponto de equilíbrio da sua empresa?

O professor de análise de investimentos da FIA – Fundação Instituto de Administração, Bolivar Godinho de Oliveira Filho,  destaca a importância do plano de negócios. “Por menor que uma empresa seja, é muito importante que ela faça um plano de negócios, quando uma sério de dados será levantada. O ponto de equilíbrio é um deles”, avalia Godinho.

Para exemplificar como é calculado o ponto de equilíbrio Godinho utilizou um exemplo prático, veja abaixo:

Empresa: loja de bolsas

Preço das bolsas vendidas: R$ 150,00

Custo de cada bolsa para o empresário: R$ 70,00

Custos fixos: R$ 10.000,00

Como calcular os custos fixos?

Os custos fixos são todos aqueles que a empresa arca independente das vendas. Exemplos: aluguel, salários, encargos, infraestrutura etc.

Vamos calcular a margem de contribuição deste produto, ou seja, o quanto ele colabora para quitar os custos fixos da empresa.

Margem de contribuição = Preço de Venda – Custo do Produto

Neste caso temos:

R$ 150,00 – R$ 70,00 = R$ 80,00

Com estes dados reunidos vamos calcular quantas bolsas a loja precisa comercializar para que seus custos fixos sejam pagos, assim encontraremos o ponto de equilíbrio:

Ponto de equilíbro = Custo fixo / margem de contribuição unitária

Ponto de equilíbrio = R$ 10.000,00 /  R$ 80,00

Ponto de equilíbrio = 125 bolsas

Este é um exemplo simples, com apenas um tipo de produto sendo considerado. Com a empresa com diversos produtos é preciso calcular a margem de contribuição ponderada, avaliando quanto cada produto representa no faturamento da empresa.

“Se o empresário constatar que não atingiu seu ponto de equilíbrio deve avaliar estratégias mercadológias para aumentar sua receita ou atuar na redução de seus custos fixos”, explica Godinho.

Para o professor, o planejamento é fundamental ao abrir um negócio. “As pessoas ficam entusiasmadas ao começaram uma empresa, mas não gastam tempo no planejamento, é preciso pesquisar bastante”, avalia Godinho. Mesmo que você já esteja com a empresa aberta, ele aconselha que o plano de negócios seja feito. “É preciso investir em pesquisa, estudar a concorrência, aprender na tentativa e erro é muito caro e desgastante”, finaliza.

Você sabe calcular o preço do seu produto ou serviço? Veja aqui como fazer!

Compartilhe

Existem aproximadamente 110 mil lan houses em todo o país, elas representam 45% do acesso a Internet no Brasil, este número é ainda maior nas comunidades rurais e chega a 54%. Mas este cenário está mudando, pela primeira vez o acesso a web nas residências ultrapassou as lan houses e alcançou 48%, segundo dados do CGI.br – Comitê Gestor da Internet no Brasil. “Para sobreviver as lan houses precisam mudar, oferecer outros serviços e se modernizar”, esta é a opinião de Marcel Fukayama, diretor de operações da CDI – Lan, uma empresa social incubada na ONG CDI, dedicada à inclusão digital.

A CDI Lan é uma iniciativa voltada à capacitação destes estabelecimentos, identificados pela ONG como importantes centros de convívio das comunidades, principalmente das classes C, D e E. O projeto já conta com mais de 2580 lan houses afiliadas em 12 meses de atuação, para participar, os estabelecimentos assinam um código de conduta, com o objetivo de difundir boas práticas e promover maior responsabilidade social no acesso à informação e disseminação do conhecimento.

Um grupo de negócios foi criado pela CDI Lan para ampliar as possibilidades de negócios no mercado de acesso pago nas áreas de EAD – educação a distância e microfinanças, que inclui crédito consignado, microcrédito e microseguros. Entre as vantagens para os estabelecimentos participantes do MultiNegócios estão os preços exclusivos e maior margem de lucro e um canal de comunicação com os parceiros. Para participar do MultiNegócios é preciso ter empresa formalizadas, ser membro CDI Lan e assinar termo de adesão e código de conduta.

Produtos oferecidos

Três parcerias estão fechadas e os produtos já podem ser disponibilizados ao público pelas lan houses participantes do MultiNegócios. A Eschola.com desenvolve produtos de ensino a distância e está presente no projeto com a venda de um curso preparatório para o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio. “A gente sabe que têm muitas lan houses em regiões carentes e o nosso produto é mais barato que a mensalidade de qualquer curso. Há um mercado excelente, pessoas que precisam [se preparar para o Enem]. Então, há um trabalho interessante para os donos de lan house”, afirmou Paulo Millet, o diretor-executivo da Eschola.com.

Cursos preparatórios para ENEM

O curso preparatório para o ENEM oferecido pela Eschola.com custa R$ 100, mas nas lan houses do MultiNegócios será comercializado por R$ 45, aumentando o apelo comercial. A margem de lucro neste produto é de 50% e o estabelecimento terá duas receitas: na venda do produto e nas horas de acesso a Internet necessárias para cursar o programa.

Cursos de inglês

A empresa EzLearn também faz parte da rede de parceiros do MultiNegócios e é a fornecedora do curso MeuInglês, para aprendizado online do idioma. Nas lan houses o acesso mensal ao curso será comercializado por R$ 30, o preço original é de R$ 49,90. Neste caso, a margem de lucro dos centros de acesso chega a 60%. “A garotada que está na lan house buscando emprego e os jovens profissionais podem se beneficiar muito desta iniciativa”, afirma Ana Gabriela Pessoa, fundadora da EzLearn.

Crédito Consignado

Outra novidade é tornar as lan houses pontos de concessão de crédito o crédito consignado para aposentados e pensionistas. Em uma parceria com a empresa WJ Negócios e o Itaú, os estabelecimentos poderão trabalhar nesta área com comissão de 3%. As lan houses serão capacitadas para atender o público interessado neste produto.

“Com o Grupo MultiNegócios, as lan houses começam a identificar valores e benefícios na formalização. É um passo para que empresas interessadas em trabalhar neste mercado tenham um grupo de estabelecimentos comprometidos com a atuação legal”, finaliza Fukayama.

Compartilhe
Nuvem de Tags