Artigos com a tag "Franquia"

A qualidade de vida tem se tornado uma preocupação constante e a saúde é um item indispensável no dia a dia de todas as pessoas que querem manter o ritmo de vida acelerado. Nos últimos anos foi possível ver o crescimento de personal trainers graças à comodidade, exclusividade e flexibilidade de horários e locais para praticar atividades físicas.

Pensando nesse nicho de mercado, surgiu a Test Trainer, uma franquia que reúne personal trainers em seu modelo de negócio. De acordo com Givanildo Matias, diretor da franquia, os benefícios do modelo de franquias permite colocar o profissional na posição de empreendedor, o que diminui os riscos operacionais, aumenta o comprometimento e oferece um excelente retorno ao franqueado. “Crescemos juntos”, afirma Givanildo.

Em troca, a Test Trainer oferece inúmeras ferramentas para obter êxito mercadológico. “Oferecemos 150 horas de cursos e treinamentos, equipamentos para realizar avaliação física, materiais de comunicação, ferramentas de gestão, software de avaliação e prescrição, campanha de marketing, suporte em toda a operação do negócio e uso exclusivo da metodologia de trabalho Test Trainer”, explicou.

Por ter um modelo simples, de baixo investimento e com retorno que se dá em torno de seis meses, é fácil ver como a marca se diferenciou no mercado. “Os franqueados chegam a superar em até 20 vezes o valor que ganhavam em uma academia. Em 2011 a marca teve um crescimento de 150%, por isso esperamos finalizar 2012 com o dobro de franqueados atingindo a maioria dos estados brasileiros”, revelou Givanildo. Com essa previsão, a empresa pretende ampliar seus negócios e aproveitar as oportunidades que o mercado oferece.

A atividade física pode ser uma tendência que se mostra cada vez mais permanente entre os hábitos da população brasileira, no entanto, é preciso lembrar que cada indivíduo possui necessidades distintas que precisam ser consideradas. Com o serviço personalizado e exclusivo, é possível atingir o resultado com maior eficiência garantindo uma maior fidelização do consumidor. Aliado a este cenário, o mercado oferece uma maior ascensão das classes sociais, ampliando o alcance do segmento de personal trainers. Conheça o mercado potencial e descubra uma forma inovadora de explorá-los!

Empreendedor, não perca a chance de aproveitar as oportunidades! Analise sempre o mercado, pois a todo momento existe uma nova maneira de inovar e alcançar o sucesso!

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Seu negócio está indo muito bem, as vendas crescem diariamente e sua satisfação pelo trabalho é gigantesca. Nesse momento, surge a ideia: “Está na hora de ampliar meus negócios?” e em seguida, outra pergunta: “Abrir franquias não seria uma boa ideia para isso?”. Para as perguntas, uma única resposta: Depende. Isso mesmo, não é qualquer negócio e todo o perfil empreendedor que pode se envolver nesse mundo de franquias.

Para a consultora jurídica e estratégica especializada em redes de franquia, varejo e cadeias de negócios, Melitha Novoa, existe um caminho muito largo para que a pequena empresa veja que pode optar por esse tipo de negócio. “Franchising está em um bom momento, todos querem ser franqueador, todos acham que podem ser franqueado, porém, muita gente não tem perfil para ser franqueado, pois, a franchising é sistema de gestão de pessoas, todos esquecem que isso não é uma coisa tão fácil”, aponta Melitha.

Um ponto que frisou a consultora foi que não são apenas os empresários interessados em ser franqueados por uma empresa que devem pesquisar o mercado, estudar o tipo de área para se trabalhar, quais as empresas que possuem uma proposta viável, eficaz e lucrativa. As pequenas e médias empresas que pensam em invadir o mercado de franquias devem estudar essa possibilidade, os investimentos, a estrutura necessária para dar o suporte às franquias, ou seja, ter a segurança e certeza que estará optando por um caminho mais inteligente.

Confira algumas dicas que a consultora dá para ajudar os pequenos empresários se autoanalisarem antes de trabalhar com o sistema de franquias:

Contudo, segundo Melitha, essa avaliação não é suficiente para se tornar uma pequena empresa franqueadora, o perfil do empreendedor pesa muito nessa avaliação: “Conheço empresas há 50 anos no mercado que não podem ser franqueadoras porque o dono não tem perfil para o negócio. É muito controlador, inflexivo, pouco inovador e não consegue lidar com esse ramo”, aponta a consultora que ainda afirma que não importa o tempo de mercado da empresa, se o empreendedor do pequeno negócio não tiver um perfil para franqueador, para lidar com as pessias, não adianta insistir por nesse caminho.

Assim, boas pesquisas e cursos são a base necessária para que o empreendedor não dê um tiro no pé ao optar por ser franqueador. “Não há desculpas para escolher trabalhar com franquias e acabar ganhando um grande problema. Na própria internet se pode obter informações, livros, cursos na ABF, por exemplo; o que vale é buscar, se dedicar, investigar antes de investir”, pontua Melitha.

Com as ideias maduras, um conhecimento profundo de como é trabalhar com franquias, ter o montante necessário para investir e o momento certo para isso, minimiza os problemas e o empreendedor consegue lidar com os imprevistos. “Igual a um bebê que passa por etapas até começar a andar, uma empresa também passa por esse caminho até o momento que a franquia acontece e você vê que o negocio está dando certo”, finaliza a consultora.

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Está se preparando para abrir um empreendimento e não sabe como investir? Tem afinidade com a área de saúde, mas não está seguro sobre se poderia trabalhar nesse setor? Com ou sem experiência, você tem espaço no mercado se souber identificar onde há mais necessidade de atenção e investimento. O setor da saúde abre espaço de trabalho para profissionais e empresários.

Foi através de uma amiga que a dentista Daniela Gonçalves teve seu primeiro contato com a Sorridents. “Eu me formei em odontologia em 2006. Montei o meu consultório e recebi um convite de uma amiga para trabalhar na franquia da Sorridents, em São Paulo, que ela acabara de abrir. Trabalhei com ela por um ano”, conta.

Casada com um ex-colega da faculdade, Daniela e seu esposo sempre quiseram morar no Espírito Santo por terem familiares no estado, porém, não queriam mudar de cidade sem ter uma fonte de renda garantida. Foi daí que o casal que havia aprovado a metodologia da Sorridents, viu uma boa oportunidade para terem o seu próprio negócio e abrir uma franquia da empresa no Espirito Santo, já que ainda não existia nenhuma unidade no estado.

Contudo, para valer o investimento que a empresa iria fazer para divulgar a marca no local desconhecido, Daniela resolveu abrir quatro franquias nas cidades capixabas de Serra, Cariacica, Vila Velha e na capital Vitória. “A população daqui (Espirito Santo) é muito regionalista, por isso, investimos em mídias locais e depois em programas mais conhecidos”, explica a empresária.

Daniela conta que nesses três anos e meio atendendo o público, as franquias já passaram por vários problemas. “Tivemos muitas dificuldades para conseguir fornecedores, pois muitos não atendiam a nossa região, além de terem medo de levar calote”, explica.

A dentista também acredita que se não for um profissional da área de odontologia, dificilmente aguentaria o cotidiano de atendimentos. “Para trabalhar nas clínicas é preciso ter conhecimento tanto na área de odontologia para evitar desperdícios como na área administrativa para contornar situações”.

Para abrir uma franquia da Sorridents, a taxa é a partir de R$ 45 mil com capital de giro de R$ 50 mil.

Os caminhos para se começar um negócio varia muito de pessoa para pessoa, a única coisas em comum é a vontade de empreender. Com Daniela Oliveira, a história foi bem diferente das mais comuns. Muitos passam meses e meses averiguando os tipos de franquias, assim como Marcelo Ribeiro que participou da série especial “Diário de um empreendedor” aqui no Pensando Grande, mas Daniela conseguiu em menos de 6 meses decidir tudo e abrir seu negócio.

O primeiro contato de Daniela com a Contours foi sendo aluna. Ela frequentou uma das unidades da academia para mulheres e gostou do relacionamento entre professoras e alunas que ocorriam durante as aulas. “Fui aluna na unidade de Moema, me matriculei e comecei a prestar atenção em como funcionava a academia, a forma das professoras darem uma atenção diferenciada. Eu criei uma intimidade com a professora, era gostoso e diferente da academia convencional”, conta a empreendedora. Empolgada, ela dividiu a ideia te der uma franquia da empresa com seu marido, procuraram se informar como fariam para obter uma unidade, entretanto, optaram por arquivar o projeto.

Cansada de trabalhar na mesma empresa há 11 anos, em março do ano passado, após ser mandada embora, Daniela e seu marido foram fazer uma viajar para o Rio de Janeiro. Lendo uma revista, eles conheceram a historia de uma empreendedora que trabalhava em seu negócio e continuava empregada em uma empresa, foi então que o casal voltou a pensar em abrir uma franquia da academia que havia deixado de lado.

“Fomos até o escritório da Contours dissemos que tínhamos o dinheiro para investir. Não queríamos começar do zero, por isso que durante a reunião foi apresentado a proposta de comprar uma franquia já estruturada, exatamente como meu marido havia cogitado. No mesmo dia, fomos fazer a visita nesta academia, no Brooklin (zona sul de São Paulo), fizemos a proposta, a ex-dona aceitou e em três semanas já estávamos trabalhando”, relata a franqueada. A inauguração foi em setembro de 2010.

Para se abrir uma franquia da Contours é necessário desembolsar R$ 70 mil na taxa de franquia.

Em algumas situações não ter afinidade com o ramo que deseja guiar seu negócio pode não ser o ponto fundamental. Diferentemente da maioria dos franqueados que procuram trabalhar com temas que conheçam, os irmãos Cristian e Cristiane usaram outro critério de avaliação para começar o seu empreendimento. “Foi uma escolha qualquer, pois os trabalhos da GOU (Grupo Ortodôntico Unificado)não tem nenhuma ligação com o que trabalhávamos”.

Os irmãos avaliaram a situação do mercado e detectaram o setor de odontologia estava carente de investimentos. “O ramos de odontologia era muito elitizado, a classe C e D estavam carentes e o momento do Brasil estava crescendo para esse setor. Além disso, as franquias respondem ao aspecto de suporte, desenvolvimento e há oportunidade para novos empreendedores. No Brasil, essa categoria cresce”, afirma Cristian.

No caso da GOU, não é necessário ser especialista na área para guiar o negócio, como explica Cristian. “Não precisa ser dentista para cuidar da administração. A mão de obra é muito rica em profissionais da área odontológica e encontramos com facilidade no mercado. Nós aproveitamos para colocar o profissional para trabalhar em uma estrutura para o nosso negócio”.

Durante seus quase quatro meses de atividades, a franquia de Cristian, localizada em Birigui (SP), já soma 310 pacientes ativos. O empresário vê de forma positiva esse inicio de negócio. “Analisando os numero diariamente, estou contente com o resultado, a capacitação dos clientes, agradar a classe média baixa, proporcionar um sorriso mais próximo do perfeito traz o cliente para a unidade e chega o resultado”, finaliza.

Para se abrir uma franquia da GOU, dependendo do tamanho do empreendimento, o valor a investir na taxa de franquia varia de 34 mil a 50 mil reais.

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Por Marcelo Ribeiro

Ter um negócio próprio ou ter uma franquia? No último post, revelei que o ramo que me identifiquei foi o de pequenos reparos e que a questão agora era saber se optaria por uma franquia ou não. Para isso, foi muito importante levantar dados e informações sobre os dois modelos antes de começar a investir financeiramente.

Em minha opinião e da forma como avaliei cada uma das opções, senti que antes de qualquer coisa e até mesmo da afinidade pelo ramo, vi que era necessário identificar com qual dos dois métodos de trabalho gostaria de me envolver, já que franquia e negócio próprio possuem características bem particulares.

Caso você opte por uma franquia tenha em mente que, no momento que você paga a taxa de franquia você, na verdade, está adquirindo três “bens” da empresa franqueadora: sua marca, seu know how e uma carteira de clientes ávidos pelos serviços oferecidos por essa marca. Procure, agora, responder a essas três básicas, porém fundamentais perguntas:

1.       A marca que você está adquirindo tem uma força de mercado proporcional ao valor cobrado pela taxa de franquia?

2.       O mesmo vale para o know how. O conhecimento adquirido pela empresa e que agora está sendo oferecido à você é coerente com o valor cobrado por ela?

3.       É oferecida uma carteira de clientes que te garanta um mínimo de faturamento para o início de sua operação?

Em meu caso o critério “força da marca” não foi tão decisivo, pois sabia que as empresas que contataria seriam pouco conhecidas pelo mercado.

No quesito Know how, a PraQueMarido me passou um pouco mais de confiança, fruto de sua maturidade de mercado adquirida dos seus mais de 10 anos de existência. Agora, sobre a carteira de clientes, eu percebi que isso varia muito de empresa para empresa, mas que em alguns casos há uma especial dedicação no fechamento de contratos de prestação de serviço com empresas de presença nacional, lhe assegurando uma interessante base de clientes.

Outro diferencial em uma franquia que deve ser destacado, como modelo de negócio é que o franqueado acaba distante da gestão estratégica de sua empresa ficando, de certa forma, refém das decisões da empresa franqueadora. Já em seu próprio negócio, você acaba sendo responsável por tudo, do operacional ao estratégico, tendo mais autonomia, porém tendo também que contar com sua própria estrutura para guiar-lhe na tomada de decisão.

Acredito que a empresa franqueadora precise ouvir as ideias dos franqueados, pois, em muitos casos, são eles o único meio de ligação da companhia com o mercado. Contudo, para que esse processo não descaracterize a companhia mãe, permitindo que cada franqueado faça o que bem entender do seu negócio, ela deve estabelecer critérios de avaliação das ideias/sugestões fornecidas e somente aprovar aquelas que apresentem maior sinergia com a essência da empresa.

Enfim, abrir seu negócio com sua própria marca requer dedicação redobrada. Você tomará decisões nas mais diversas áreas, desde a criação da sua logomarca, escolha de fornecedores, criação de estratégias de marketing, passando até por questões fiscais e tributarias entre tantas outras preocupações. Já na franquia, você recebe a estratégia pronta, precisando dedicar-se à operação, ou seja, ao dia a dia de sua empresa.

Depois dessa avaliação ficou claro para mim que o futuro empreendedor percebendo que possui espirito inovador, tem iniciativa e gosta de criar e implementar suas próprias ideias deve seguir pelo caminho da marca própria. Agora, se seu perfil é o de dar sequência a uma ideia já criada, a franquia talvez corresponda melhor as suas expectativas.

Confira os posts anteriores

Primeiros passos rumo ao meu próprio negócio

Quando a afinidade fala mais alto na escolha de um negócio

Aguarde o último post da série Diário de um Empreendedor e conheça o que esse futuro empresário decidirá para comerçar o negócio.

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Por Marcelo Ribeiro

No capítulo anterior, eu relatei as minhas experiências sobre quando comecei a me interessar em ter meu próprio negócio. Hoje, contarei como decidi com qual setor do mercado resolvi trabalhar e mostrar a importância da afinidade quando se decide investir em um empreendimento.

Confira o post anterior da série Diário de um Empreendedor: “Primeiros passos rumo ao meu próprio negócio”

Os dois setores que me chamaram muita atenção, como afirmei anteriormente, envolvem prestação de serviços: trabalho com pequenos reparos em residências e limpeza industrial. Há mais ou menos 10 anos, eu notei que as pessoas reclamavam muito dos resultados de reformas e reparos feitos em suas casas por pedreiros, eletricistas entre outros e vi que essa categoria era tratada com muita informalidade. Percebi nesta uma janela de oportunidade e imaginei que desenvolver um negócio para suprir esse déficit de profissionalismo seria uma boa ideia.

Já no caso de limpeza industrial, o estalo veio através de uma leitura em uma revista norte-americana voltada para o empreendedorismo, Entrepreneur Magazine. O mercado brasileiro, na categoria de higienização e segurança em indústrias e comércio não apresenta uma abordagem diferenciada talvez por falta de uma regulamentação, como acontece nos EUA. No país norte-americano, por conta das agências reguladoras que lá existem, a limpeza industrial tem uma política muito séria enquanto aqui em nosso país esse tipo de trabalho não conta com o devido valor e importância. Isso me motivou a trazer essa novidade, mesmo sabendo que minha área de formação é bem distinta e as dificuldades que eu enfrentaria por conta disso. Essa opção vinha de encontro com a minha ideia inicial de começar um negócio inédito no Brasil.

O segundo passo para não me deslumbrar nem me iludir com as propostas de parcerias recebidas foi analisar a questão financeira. Por exemplo, na área de limpeza industrial ou eu me associava a alguém que tivesse um Know How nesse setor ou trazia uma franquia de fora, levando em conta que uma empresa inédita no Brasil exigiria um investimento relativamente alto. Para chegar a essa conclusão, fiz contato com algumas empresas norte-americanas que, apesar de terem se interessado muito pela ideia de abrir franquias no Brasil justamente devido ao nosso momento socioeconômico e as nossas dimensões continentais, acabaram supervalorizando suas propostas. Como um sócio brasileiro acabou não aparecendo, sugeri a essas empresas que eu me tornasse um pequeno franqueado para que eu pudesse iniciar imediatamente os trabalhos no Brasil, introduzindo seu conceito e suas metodologias. Essa ideia, porém, não foi bem aceita por eles devido a sua inviabilidade financeira.

Além disso, trabalhar com limpeza industrial sem ter um sócio experiente ao meu lado, começando do zero, tendo que formar uma carteira de clientes, seria assumir um risco extremamente grande, ainda mais se tratando de divulgar uma marca ainda desconhecida.

Do ponto de vista teórico, muitas ideias são potencialmente boas, mas o grande desafio é colocá-las em prática. Acredito que a limpeza industrial é um negócio interessante, com um mercado carente por novidades, contudo, a área de pequenos reparos me pareceu mais atraente em termos de custo benefício.

Afunilando as ideias percebi que, trabalhando com pequenos reparos, eu poderia desenvolver um serviço diferenciado devido a minha afinidade pela atividade. Nesse momento, decidi abrir mão da proposta inicial de dirigir um negócio totalmente inédito. Resolvi, então, me imaginar vivendo o dia-a-dia em meu empreendimento. Essa projeção foi fundamental na hora de descobrir com qual atividade eu teria realmente uma melhor afinidade. Na Feira da ABF Expo eu tive contato com empresas nacionais que já trabalhavam com pequenos reparos e que me levaram a enxergar meu negócio de outra forma, catalisando o meu processo decisório.

Com as diversas pesquisas que realizei pela internet, lendo e procurando informações e detalhes de possíveis franquias, conheci várias empresas que trabalhavam nessa área. Ainda realizei uma pesquisa informal para detectar se as pessoas de fato se interessariam por contratar esses serviços, ou seja, se eu teria público para trabalhar, e o resultado foi positivo.

Entrei em contato com muitas empresas e a PraQueMarido foi a que atingiu as minhas expectativas. Apesar de ser uma empresa jovem no que diz respeito à abertura de franquias, apresenta certa maturidade em seu mercado.

Já tendo definido que iria trabalhar com pequenos reparos, sondei os profissionais que poderiam trabalhar comigo, como pedreiros e eletricistas, para ter ideia de quanto me custaria contar com os melhores em cada área, sua forma de trabalho, valores orçados, processos, etc., afim de construir um plano de negócios consistente. Agora só falta eu decidir se aposto minhas fichas numa franquia ou se tento abrir uma nova marca, a minha marca.

Continue acompanhando a série “Diário de um Empreendedor” quinzenalmente aqui no Pensando Grande.

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Por Marcelo Ribeiro

Acredito que milhares de pessoas que planejam ter seu próprio negócio já devam ter passado por situações parecidas com as que vivi e vivo em minha carreira profissional, por isso, gostaria de dividir com vocês toda essa trajetória em direção à conquista do meu próprio empreendimento, que se depender de mim começará o mais rápido possível.

Sou Marcelo Ribeiro, formado em Engenharia Mecânica e aqui no Pensando Grande vocês conhecerão a minha história empreendedora.

Aos 42 anos, acredito que tenho um considerável histórico de experiências profissionais que me auxiliaram muito a chegar à minha atual estratégia de negócio. E foi trabalhando na área comercial que, aos poucos, fui identificando a minha afinidade para empreender. Como engenheiro mecânico, aos 21 anos, comecei a trabalhar em uma posição de certa forma privilegiada, na área comercial de uma siderúrgica, fato incomum, pois não era praxe de nenhum empregador recrutar recém formados para assumir posições em áreas comerciais.

No ano seguinte, já em outra empresa agora contratado como trainee, comecei a tomar gosto pela área comercial e detectei que a minha afinidade estava, mas para o lado empresarial do que para o lado técnico. Então em 1995, após ter percebido que a falta do idioma inglês seria um diferencial negativo em minha carreira, resolví ir para os EUA, onde cheguei a viver por um ano e meio.

Quando voltei, já em 1997, tive a ideia de investir no ensino de línguas e isso me empolgou na proposta de iniciar meu próprio empreendimento. Através do um curso pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), conheci melhor essa opção de negócio que aguçou ainda mais esse meu desejo de empreender. Contudo, as chances que surgiram em minha vida para voltar a ser empregado me fizeram deixar esse sonho de lado e me dediquei por mais de 10 anos, período no qual continuei atuando como empregado na iniciativa privada.

Uma pessoa que desejar guiar seu próprio negócio precisa, além de uma estratégia, coragem para largar seu emprego, o dinheiro garantido, e um fundo de reserva que lhe traga tranquilidade e muita vontade para arriscar na tentativa de investir em seu próprio negócio. Apesar de estar em uma boa empresa, em um cargo bom, optei por me desligar do da posição que ocupava e retomar o meu plano antigo de empreender. Senti que esse era o momento certo para isso.

Pensei em me associar a um amigo, mas ele já estava envolvido em outros projetos. Minha vontade sempre foi de ter um sócio para discutir ideias, visões, é sempre bom ouvir a opinião de outra pessoa que enxerga a situação diferente da sua. Não basta ter uma boa ideia, mas saber que ela vale a pena significa muito e nessas horas um parceiro é fundamental. Porém, às vezes isso não é possível.

Como iniciar uma empresa sozinho requer muitos cuidados, vi em franquias um bom aliado para guiar meu negócio. Além de já ter uma marca confiável, uma proposta estabelecida, o marketing e a divulgação facilitam a aproximação aos clientes; esses são uns benefícios que se tornar franqueado traz.

Sempre quis trazer um serviço diferenciado de uma empresa nova, talvez até de uma empresa estrangeira, mas analisando o alto capital necessário para esse tipo de investimento, as empresas nacionais se tornaram uma grande opção. O profissional que planeja ter seu negócio também precisa estabelecer critérios semelhantes às empresas que buscam franqueados. Me interessei muito por micro franquias e tracei o perfil das empresas que acreditei possuírem o potencial para meu negócio. São elas novas empresas, com um período de existência entre 2 e 3 anos e com taxa de franquia por volta de R$ 50.000.

Além disso, defini meu foco, não podia continuar atirando para todos os lados, precisava saber que setor me identificava e conhecer todas as possibilidades que existiam na área. Categorias como pequenos reparos (manutenções pequenas em residências ou escritórios como instalação de chuveiros a reparos em torneiras, entre outros serviços) e limpeza industrial.

Feira de Franquias

A minha visita em dois dias na ABF Franchising Expo 2011 foi muito importante para o meu projeto. Eu já tinha os meus setores definidos bastou apenas me aproximar das empresas que se encaixavam com a minha proposta, entre elas estavam empresas estrangeiras e nacionais. Apesar das várias oportunidades que um evento desse porte pode lhe oferecer, creio que alguns cuidados são necessários para que não atrapalhe os planos empreendedores.

definir o que busca faz com que você vá direto às empresas que poderão oferecer os serviços que deseja, caso contrário, a pessoa incerta do que quer pode se confundir com a variedade disponível e sair da feira mais perdida. Também há um momento certo para participar dessas feiras. Por isso, é muito importante saber que tipo de trabalho tem afinidade e se imaginar fazendo o serviço para que seja o resultado seja tão bom financeiramente como lhe traga satisfação.

No inicio tudo é mais complicado, as dificuldades sempre vão existir, porém, você precisa olhar a diante. Você sabe o que busca? Quais são as estratégias para dirigir seu negócio? Agora é a hora certa para isso? Se você respondeu sim para todas essas questões, então acredito que como eu, você está no momento perfeito para tirar do papel seu projeto empreendedor.

Continue acompanhando o Diário do Empreendedor aqui no Pensando Grande.

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Em 1796 a escritora Amelia Simms mencionou em seu livro “American Cookery” (Culinária Americana) um prato chamado “cupcake” (bolo na xícara na tradução literal). Ao passar dos anos a ideia de comer um bolo individual no formato de uma xícara se tornou tão atrativa quanto o próprio doce que ganhou diversas cores, sabores e aromas, mantendo somente o formato original. Não demorou muito para que grandes ou pequenas confeitarias ao redor do mundo fabricassem a sobremesa, diversificando nos sabores e agradando os paladares (e olhos) de boa parte das pessoas.

No Brasil a febre dos cupcakes chegou há cerca de três anos e não demorou muito para se popularizar em padarias, cafeterias, pâtisseries e até mesmo supermercados. Todos seguiam a receita original (açúcar e manteiga na massa). Quer dizer, quase todos.

Em 2009 o administrador Elias Freire estava nos Estados Unidos ampliando sua bagagem intelectual quando, andando na rua, se deparou com uma fila longa de pessoas esperando para entrar em uma cupcakeria. Elias ficou admirado com o tamanho do fila, uma vez que os cupcakes, apesar de serem gostosos, eram muito gordos (a massa tradicional é composta com manteiga e açúcar).  O lado empreendedor (na época ele era consultor de estratégia comercial) despertou e ele viu ali uma oportunidade de importar o negócio para o Brasil.

“Eu não sabia ao certo o que fazer. Alguns lugares no Brasil já vendiam cupcakes então me dediquei a estudar este mercado e ver que oportunidade poderia ser explorada. Além disso, eu passei minha vida inteira fazendo as coisas pelos outros e senti a necessidade de fazer algo por e para mim. Não me identifiquei com nenhum tipo de franquia e percebi que vale mais a pena ser franqueador do que franqueado”, comenta Elias. Não demorou muito para que o projeto saísse do papel e tomasse vida.

A DeliCake chegou ao bairro do Brooklin (São Paulo) em 2009, mas muito se engana quem pensa que ela seria só mais um lugar para tomar um café, comer cupcake e relaxar. Além do ambiente acolhedor, sustentável e divertido, a marca apresentou uma verdadeira revolução na receita original dos cupcakes: a massa contém só 10g de açúcar e não contém manteiga, o que deixa o doce muito mais leve. A cobertura é feita a partir de um creme a base de canola, semente de palma e soja, totalmente sem colesterol. “Nos preocupamos com a receita, com o ambiente e também com a embalagem, tanto é que a nossa é copiada por outro lugares. Parece que o cupcake foi feito dentro da caixa”, afirma o proprietário formado em Relações Internacionais e Mestre em Administração.

Quando perguntamos a Elias o que o inspira ele respirou fundo e disse: “Eu passo pelo menos quatro horas dentro de uma das unidades da DeliCake. Olhar o meu negócio concretizado é a maior inspiração que existe. A experiência de comer um cupcake ou tomar um espumante é única e faz com que tenhamos vontade de colocar nossos sonhos em prática”, explica o idealizador.

Uma verdadeira revolução

No ano passado a DeliCake foi uma das empresas escolhidas para participar do Extreme Makeover, parceria da Microsoft com o Itaú e Editora Globo para pequenas empresas. Durante seis meses três empresas receberam apoio tecnológico e financeiro para aprimorar a mecânica de seus serviços e conquistar mais clientes. “Foi uma experiência única e essencial para nossa empresa. Costumo dizer que o programa ajudou a DeliCake a crescer em seis meses o que iríamos crescer em dois anos. Ter grandes empresas dizendo que você é bom e que você tem potencial é inspirador. Mais do que tecnologia e apoio financeiro, o Extreme Makeover proporciona conhecimento”, explica Elias que aprimorou o caixa, sistema de estoque, servidor e a total integração dos serviços oferecidos.

Sua empresa também sobre ganhar uma revolução. O Extreme Makeover 2011 procura você e seu sonho. Se você tem uma pequena empresa e acredita nela inscreva-se no programa. Quem sabe você não tem um lugar ao sol como o Elias e a DeliCake? Seu produto pode ser um bolo pequeno, mas seus pensamentos e ações devem ser muito maiores. Inscreva-se!

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Alexandre Gil Latauro é um dos pequenos empresários que mantém seu negócio na Incubadora do NIT – Núcleo de Inovação e Tecnologia da Universidade Mackenzie. Sua empresa, a Zelo Engenharia Predial, foi criada para suprir uma necessidade de prestação de serviços ao mercado de condomínios.

O empreendedor está atento às novidades e, acreditando no potencial do seu negócio, propõe uma inovação no processo de oferecer um serviço para esse nicho do mercado. A Zelo Engenharia Predial trabalha com gestão predial, obras e economia de água e energia. Latauro estruturou o plano de negócios para que, em dois anos, possa transformar sua empresa em uma franquia.

Transformar uma empresa em uma rede de franquias é um passo que precisa ser avaliado com bastante rigor. “Não é qualquer empresa que está pronta para dar esse passo. Ela precisa estar madura”, alerta Claudia Bittencourt, consultora e sócia da Bittencourt Consultoria, empresa especializada em expansão de negócios.

Antes de dar esse passo, a empresa tem que estar devidamente estruturada para iniciar o processo, essa avaliação é feita por meio de um estudo estratégico. Alguns fatores do negócio são avaliados: os controles financeiros, em que momento de desenvolvimento a empresa está, a capacidade de produção, diferenciais do negócio, knowhow do proprietário e avaliação financeira de um futuro possível franqueado.

A análise financeira de um futuro franqueado é feita para estimar qual será o investimento inicial necessário, qual será o retorno mensal e quanto de royalties o franqueador poderá cobrar.

Antes de iniciar a operação o candidato a franqueador precisa realizar uma análise financeira do seu negócio e elaborar um contrato jurídico adequado. Nesse contrato também entrará um manual da franquia, no qual todos os processos do negócio serão especificados para o franqueado. A elaboração do manual também inclui estruturar uma infraestrutura de treinamento aos futuros franqueados.

O próximo passo é buscar franqueados no mercado, avaliar onde será lançada a franquia, bem como qual é o perfil dos futuros franqueados, também é fundamental para que a operação seja bem sucedida.

A principal etapa para estruturar uma operação de expansão de negócio para uma rede de franquias acontece depois dos estudos prévios e da elaboração dos manuais da franquia. “O empresário precisa cuidar da gestão da franquia. É isso que vai fazer o negócio se manter”, diz Claudia. De acordo com a consultora, a chave do sucesso é o empresário garantir que todo o suporte e treinamento adequado serão dados aos franquados. Ela continua frisando o quão importante é ter uma equipe capacitada exclusivamente para isso. “Não é qualquer empresa que está pronta para dar esse passo. Ela precisa estar madura”, reafirma.

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