Artigos com a tag "dicas empreendedorismo"

“Todo mundo tem talento, é só uma questão de se mover até você descobrir o seu” (George Lucas)

O seu sonho era ser piloto de corridas de carro, mas um acidente interrompeu seu caminho. No entanto, George Lucas tornou-se um dos maiores símbolos de empreendedorismo do mundo. Conheça a sua história e inspire-se! Continue Lendo »

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Por Eduardo Pocetti

O aumento da concorrência em todos os tipos de mercado é uma característica básica do mundo globalizado. Dessa maneira, as empresas precisam sistematicamente encontrar fórmulas para aumentar sua produtividade e lucratividade. E o Brasil não foge a essa regra, é claro.

Depois de ter amargado décadas de hiperinflação, endividamento e estagnação, o país vive, já há alguns anos, tempos prósperos: um período de estabilidade acompanhado por crescimento econômico sustentado. Esse movimento fez com que nos deparássemos com um cenário de crescente complexidade nos negócios, tanto no que diz respeito à legislação e regulamentação, quanto nas relações entre companhias, países e governos.

Tal situação também coloca um novo desafio para as empresas brasileiras. A questão agora não é sobreviver em um ambiente econômico inóspito, mas, sim, desempenhar um papel de destaque em território nacional e internacionalmente. Continue Lendo »

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Muitas vezes o empreendedor começa seu negócio sozinho, trabalha em casa ou em um pequeno escritório sem colegas para compartilhar as conquistas e dificuldades diárias. Esta é a realidade de Gil Zeimer, diretor de criação de uma empresa de marketing. Zeimer conversou com a psicoterapeuta Dra. Selma Lewis sobre como enfrentar a solidão por, às vezes, mais de dez horas por dia. Zeimer publicou esta entrevista em inglês no Blog Intuit.

Qual o maior temor dos trabalhadores solitários?

As pessoas que trabalham sozinhas não esperavam que isso fosse um problema até que elas se encontram nesta situação. Em seguida, elas lentamente percebem o quanto de apoio que recebem de um ambiente empresarial normal. Mesmo as pessoas de quem você não gosta dão algum tipo de apoio emocional. Uma boa parte das pessoas sente muita dificuldade em estar motivado sem todo este apoio.

Que outros problemas alguém que trabalha sozinho pode enfrentar?

As pessoas pensam que ele é realmente divertido estar sozinho e trabalhar de pijama, mas não é. O isolamento é complicado. Muitas pessoas não desenvolvem a estrutura necessária para trabalhar sozinho. Outros desenvolvem depressão, acabam apenas dormindo, fazendo seu trabalho, ou assistindo a vídeos do YouTube todos os dias, mas eles não são produtivos.

O que você recomendaria para essas pessoas?

Eu recomendo a elas ir a eventos várias vezes por semana, como de associações profissionais, de classe, ou grupos de trabalho. Para ter uma boa energia, eu recomendo trabalhar em um local coletivo, como um café ou centro de trabalho. Eu também recomendo a leitura do livro Os 7 Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes, de Steven Covey. Embora seja um livro de mais de 20 anos, é criativo, e mostra-lhe como construir uma estrutura de sucesso para si mesmo.

Quão importante é a convivência com outros empresários individuais?

É muito importante porque eles vão falar sobre todas as coisas que você tem medo de falar. Sair com os outros e conhecê-los é realmente importante. Eu recomendo também o desenvolvimento de um “círculo de competência” amigos com quem você pode contar quando tem um problema com o negócio porque você pode confiar em seu julgamento.

Quantas vezes essas pessoas devem sair de seus escritórios?

Quantas vezes forem necessárias. Você literalmente tem que estruturar o seu tempo para as  rupturas necessárias ao trabalhar sozinho, como uma caminhada, andar de bicicleta, indo para o almoço, ou visitar uma livraria. Você também tem que ter tempo para compartilhar a experiência com outros empreendedores e empresários.

Qual o seu conselho final?

Você tem que acompanhar a tecnologia, como o LinkedIn, Facebook e MSN, assim você não se sente tão isolado depois de trabalhar sozinho em seu escritório o dia todo. Há um mundo de informações lá fora e você deve aproveitá-las.

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Muitas pessoas sonham em ser seu próprio chefe, ter seu negócio, mas não sabem como começar. Buscamos um guia prático com uma das maiores especialistas em empreendedorismo nos Estados Unidos, Tamara Monosoff é autora do livro Your Million Dollar Dream: Regain Control & Be Your Own Boss (O sonho de um milhão de dólares: tenha o controle e seja seu próprio chefe – tradução livre, ainda não lançado no Brasil). Ela publicou no portal Entrepreneur oito dicas para quem deseja ter sua empresa. É claro que se você deseja começar um negócio, mas não sabe por onde começar, não deve se preocupar – saiba que você não está sozinho.

Na verdade, dada a nova realidade econômica de nosso tempo, mais do que nunca as pessoas sabem que o “trabalho” que pensaram estar esperando por elas não existe. Outros chegaram à conclusão de que elas preferem criar um trabalho que amem, construído para atender seus objetivos de vida. Não importa qual a sua motivação para ser seu próprio patrão, você pode começar hoje.

Aqui estão 8 dicas para você começar:

1. Tome uma posição.
Se você está insatisfeito com sua situação atual, admita que ninguém pode resolvê-la, exceto você. Não faz nenhum bem culpar a economia, seu chefe, seu cônjuge ou sua família. A mudança só pode ocorrer quando você tomar uma decisão consciente para que isso aconteça.

2. Identificar o negócio certo para você.
Dê-se o direito de explorar. Esteja disposto a olhar para suas diferentes facetas (a sua personalidade, estilo social, idade) e ouvir a sua intuição. Nós tendemos a ignorar a intuição, embora no fundo, muitas vezes, saibamos que ela diz a verdade. Pergunte a si mesmo “O que me dá energia, mesmo quando eu estou cansado?”

Como você sabe que o negócio é “certo” para você? Há três abordagens comuns para o empreendedorismo:

Faça o que você sabe: Você foi demitido ou quer uma mudança? Olhe para o trabalho que tem feito por outros no passado e pense em como você pode empacotar essas habilidades e oferecê-los como seus próprios serviços ou produtos.

Faça o que outros fazem: Aprenda sobre outras empresas que lhe interessam. Depois de ter identificado um negócio que você gosta, imite-o.

Resolva um problema comum: Existe uma lacuna no mercado? Existe um serviço ou produto que você gostaria de trazer para o mercado? (Nota: Esta é a abordagem de maior risco entre as três) Se você optar por ela, certifique-se que você se tornará um aluno para estudar muito antes de gastar qualquer dinheiro.

3. Um plano de negócios aumenta suas chances de sucesso.
A maioria das pessoas não planeja, mas isso vai ajudá-lo a chegar ao mercado mais rápido. Um plano de negócios irá ajudá-lo a obter o foco, clareza e confiança. Um plano não precisa ter mais do que uma página. Quando você escreve seus objetivos, estratégias e passos, seu negócio torna-se real.

Pergunte a si mesmo as questões abaixo:
O que estou construindo?
A quem irei atender?
Qual é a promessa que faço aos meus clientes e a mim?
Quais são os meus objetivos, estratégias e planos de ação (passos) para atingir meus objetivos?

4. Conheça o seu público alvo antes de gastar um tostão.
Antes de gastar seu dinheiro, descobrir se as pessoas irão comprar os seus produtos ou serviços. Esta pode ser a coisa mais importante a fazer. Você pode fazer isso através da validação de seu mercado. Em outras palavras, quem, exatamente, comprará seus produtos ou serviços que não sejam da sua família ou amigos? Qual é o tamanho do seu mercado? (E não diga “Todo mundo no país, vai querer o meu produto.” Confie em mim…Eles não vão) Quem são seus clientes? O seu produto ou serviço é relevante para a vida cotidiana? Por que as pessoas precisam dele?

Há pesquisas sobre diferentes mercados disponíveis gratuitamente. Leia artigos da indústria com os dados de marcado (pesquise na internet as associações industriais relevantes) e leia dos dados do IBGE para saber mais. No entanto, a forma mais importante de obter essa informação é perguntar ao seu mercado-alvo e clientes diretamente e ouvir atentamente.

5. Entenda suas finanças pessoais e escolher o tipo certo de dinheiro que você precisa para seu negócio.
Como empresário, sua vida pessoal e empresarial são interligadas. Você é provavelmente o seu primeiro – investidor – e possivelmente único. Portanto, ter um conhecimento detalhado de suas finanças pessoais, e a capacidade de controlá-las, é um primeiro passo essencial antes de buscar financiamento externo para o seu negócio.

Quando você estiver criando seu plano de negócios, considere que tipo de empresa está construindo – um negócio de acordo com seu estilo de vida (menor quantidade de fundos de inicialização), uma franquia (investimento moderado, dependendo da franquia) ou uma empresa de alta tecnologia (exigirá um investimento significativo de capital). Dependendo de sua decisão, você precisará de uma quantidade diferente de dinheiro para lançar e fazer crescer seus negócios.

No Pensando Grande você encontra posts sobre os diversos tipos de financiamento, veja neste post.

6. Construir uma rede de apoio.
Você fez um compromisso interno para o seu negócio. Agora você precisa cultivar uma rede de simpatizantes, conselheiros, parceiros, aliados e fornecedores. Se você acreditar no seu negócio, os outros também irão.

Rede local, nacional e redes sociais. Junte-se a redes de pequenos empresários, a sua câmara de comércio local, ou de outros grupos empresariais relevantes. Aqui estão alguns conceitos básicos de redes:

- Quando estiver em eventos de rede, perguntar aos outros o que fazer e pense sobre como você pode ajudá-los. A chave é ouvir mais.
- Não importa o grupo no qual você está, seja generoso, ajude os outros e faça as apresentações sem cobranças.
- Ao se tornar um líder generoso, você será a primeira pessoa que vem à mente quando alguém que você ajudou precisar de seus serviços ou ouvir falar de alguém que precisa.

7. Venda criando valor.
Mesmo que vendamos produtos e serviços diariamente, as pessoas não querem ser “vendido”. Concentre-se em servir os outros. Quanto mais pessoas você atender, mais dinheiro você ganhará. Ao considerar os seus clientes ou clientes, pergunte-se:

- O que eu posso dar a eles?
- Como posso atender com êxito suas reivindicações?
- Essa abordagem pode ajudar a levá-lo a novas maneiras de aprimorar seu produto ou serviço e entregar mais valor aos seus clientes, eles irão apreciar.

8. Escute seu consumidor.
Esteja disposto a dizer quem você é e o que você faz com convicção e sem desculpas. Invista na utilização das ferramentas mais eficazes online (Twitter, Facebook, YouTube, LinkedIn) disponíveis para transmitir suas notícias. Use redes sociais para divulgar qualquer coisa que você considere que possa ser de interesse para os seus fãs e seguidores.

Embora as redes sociais sejam essenciais hoje (Você deve usá-las!), não subestime o poder de outros métodos para conversar com seu consumidor: por exemplo, marketing boca-a-boca, site, relações públicas, blogs, colunas e artigos, palestras, e-mail marketing, boletins informativos e do telefone à moda antiga, são ferramentas essenciais.

Se seguir estes passos, você estará no seu caminho para se tornar seu próprio patrão. É importante lembrar que você não está sozinho. Se você quer “ser seu próprio patrão”, mas você ainda se sente pronto, entre em contato com outros empreendedores em uma variedade de maneiras. Você pode se surpreender com o valor inestimável dos contatos que estão ao seu alcance.

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Existem muitas pessoas que tem um desejo grande de ter sua própria empresa, mas não sabem como começar ou não têm uma boa ideia. Ao mesmo tempo empresários que já são proprietários de algum negócio enfrentam dificuldades em aperfeiçoar o serviço prestado, não sabem como sair de uma pequena crise ou buscam expandir sua empresa.

Alguns filmes aparentemente simples podem estar carregados de ideias inspiradoras que motivam e ajudam empreendedores em seus projetos. Você já viu aqui alguns filmes que geram boas ideias, mas que tal aumentar sua coleção de DVDs e projetos promissores?

Lançado no ano passado, A Rede Social tomou grande proporções por diversos motivos. Primeiro por ser indiretamente a cinebiografia de um dos homens mais importantes dos últimos tempos: Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook. Segundo porque o filme mostra a relação de Zuckerberg com seus sócios (o que gerou sentimento de raiva por parte do público). Terceiro por retratar o avanço do Facebook e quarto por ter sido lançado em meio à polêmica de vazamento de dados dos usuários cadastrados.

O importante é que o filme parece ter sido feito especialmente para os empresários por trazer uma série de lições valiosas para aqueles que ainda são pequenos ou que  já são considerados donos de grandes empresas. A Rede Social mostra que todo negócio começa pequeno. O Facebook, por exemplo, teve investimento inicial de mil dólares (algo em torno de mil e setecentos reais). Outro ponto interessante é quanto a escolha de sócios por representar o sucesso (ou fracasso) da empresa. Ter contatos, estar no lugar certo na hora certa, mirar alto, não perder o foco e usar todo e qualquer tipo de conhecimento são pontos extremamente relevantes e que fazem parte do filme, indicado inclusive ao Oscar de Melhor Filme.

Quem não abre mão de uma comédia vai gostar de Um Salão do Barulho, filme lançado em 2005 e protagonizado por Queen Latifah. A atriz vive a habilidosa cabeleireira Gina Norris que trabalha em um respeitado salão de beleza. O dono do salão, interpretado por Kevin Bacon, é um tanto quanto exêntrico, o que causa um atrito entre a cabelereira e o proprietário. Cansada, Gina pede demissão e com a ajuda de Lynn (outra cabelereira), abre seu próprio negócio. Aos poucos e com toda a dificuldade de uma pequena empresa, a empreendedora gerencia uma equipe de profissionais, clientes complicados e fornecedores.

Não só o elenco, mas a história em si, cativa o telespectador que enxerga em Gina o protópio de boa parte dos funcionários que sonham com o negócio próprio. Além das lições de empreendedorismo, o filme revela que boas oportunidades aparecem constantemente (não só nos negócios) e que depende de cada um ir atrás do que realmente importa: realização pessoal.

Já falamos aqui no Pensando Grande sobre o mercado de trabalho para deficientes físicos, suas dificuldades e sonhos. É exatamente sobre inclusão social que De Porta em Porta fala. A história se passa em uma cidade dos Estados Unidos no ano de 1955. Apesar de ter nascido com uma paralisia cerebral, que cria limitações na sua fala e movimentos, Bill Porter ( interpretado pelo ator William H. Macy) tem todo o apoio da sua mãe para obter um emprego como vendedor numa empresa chamada Watkins Company. O rapaz consegue o emprego (apesar de certa relutância devido às suas limitações), pois teria que ir de porta em porta oferecendo os produtos da companhia. Bill só conseguiu o emprego quando disse para lhe darem a pior rota. Primeiramente ele é rejeitado pela pessoas “normais”, mas ao fazer sua 1ª venda para uma alcóolatra reclusa ele literalmente não parou mais. Por mais de 40 anos Bill caminhou 16 quilômetros por dia.

A história ultrapssa o tema empreendedorismo e invade a motivação. A lição básica é nunca desistir do que se quer realmente, mas é possível entender que nenhuma limitação, seja física, emocional, financeira ou geográfica é capaz de frear os projetos das pessoas. O interessante deste filme é a persistência e a força que o protagonista recebe das pessoas próximas a ele (inclusive de sua primeira cliente). Além de ser comovente, De Porta em Porta é essencial para aqueles que acreditam que não é possível abrir seu próprio negócio. O que importa aqui é vontade e determinação.

Mais que uma história empreendedora, Cidadão Kane marcou uma nova linguagem audiovisual. Rodado em 1941 por Orson Welles, o filme “supostamente” conta a história do magnata do jornalismo William Randolph Hearst. Diz-se “supostamente” pois não é uma biografia autorizada e alguns fatos do filme foram alterados para não criar conflito com Hearst. O filme inicia com a morte do jornalista (interpretado pelo diretor do filme, Orson Welles), momentos antes da qual pronuncia a palavra “Rosebud“. Após dias de sensacionalismo em cima da notícia de sua morte, o jornalista Jerry Thompson (William Alland) é enviado por seu chefe para investigar a vida de Kane, a fim de descobrir o sentido de sua última palavra, a qual ninguém sabia. Entrevistando pessoas do passado de Kane, o jornalista mergulha na vida de um homem solitário, que desde a infância é obrigado a seguir a vontade alheia. Ninguém a seu redor importa-se com Kane, que busca por meio da aquisição de bens e pessoas a adoração das pessoas.

Quem assiste fica completamente envolvido pelo mistério e quer saber o que de fato significa a palavra Rosebud, mas atente para a história de Kane e como ele construiu o império jornalístico da época. É importante ressaltar não só a atitude empreendedora, mas principalmente as ferramentas que ele se utiliza para arquitetar um império midiático. Foi indicado a 8 categorias do Oscar de 1942, mas venceu somente a de Melhor Roteiro Original. Apesar disso foi considerado, por grande parte da crítica especializada, como o maior filme da história até o momento, figurando em primeiro lugar na lista do American Film Institute (AFI).

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Jovem Nerd

Uma das principais atrações de hoje (26) da área de Blogs, na Zona      de Criatividade, da Campus Party contou com a participação de Alexandre Ottoni, criador do blog Jovem Nerd, um site de humor com sátiras voltado ao público jovem, ganhador do prêmio Blog do Ano 2009, da MTV.

O Jovem Nerd é um ótimo exemplo de empreendedorismo na Internet e prova que é possível, sim, transformar diversão em trabalho. O blog existe desde 2002, fruto da dedicação de Ottoni, mas só começou a dar resultados financeiros em 2007, ou seja, cinco anos depois de muito trabalho. “Não é magia ou sorte. É trabalho”, resume o blogueiro empreendedor. Continue Lendo »

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