Artigos da categoria "Mercado"

Inovação é a palavra da moda atualmente. Todas as empresas querem inovar, querem ganhar suas medalhas de reconhecimento por possuir um ambiente altamente inovador. Mas afinal, o que é inovação? Continue Lendo »

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Há quem pense que o Twitter é inofensivo, afinal, qual o mal que pouco mais de uma linha de Word pode causar? Muitos, de acordo com o livro “Como acabar com sua #empresa em apenas 140 caracteres”, da publicitária Carolina Lima, pela Editora Novatec. Continue Lendo »

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Criar empreendimentos pensando em um mundo melhor. Esse foi o objetivo dos irmãos Rafael e Danilo Mambretti F. Pinto ao criarem a Carbono Zero Courier, empresa que atua com entregadores que, ao invés de motocicletas, usam bicicletas para efetuar as entregas. Continue Lendo »

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Quer começar seu negócio e não sabe como? A 5ª edição da Campus Party ofereceu um palco exclusivo ao debate de empreendedorismo. Os campuseiros puderam assistir a diversas palestras e oficinas com vários ícones do mercado brasileiro com as melhores práticas para lançar uma startup de alto impacto ou abrir o próprio negócio.

Felipe Matos é empreendedor serial e já fundou várias startups. Atualmente ele é sócio do Instituto Inovação onde atua como mentor e conselheiro além de comandar o programa de aceleração de startups digitais. Sua participação na Campus Party foi levar um pouco do seu conhecimento para os campuseiros. “Existe uma diferença entre o plano de negócios e a ação. Não se preocupe se o plano não coincidir com o mundo real. Continue tentando!”, afirmou. Além de considerar protótipos, Matos ressaltou a importância do processo ágil na gestão da empresa para reduzir riscos e custos.

Essa iniciativa intitula-se Lean Startup e valida situações de mercado com feedbacks de clientes, dessa maneira o processo é implantado mais rapidamente. Matos concluiu afirmando que é preciso paixão para empreender, caso contrário o negócio não dará certo. Concordando com Felipe, Egnaldo Paulino ministrou a última oficina de empreendedorismo na Campus Party 2012. Segundo ele, a motivação é essencial para o sucesso do negócio: “É preciso ter metas ambiciosas e objetivos a longo prazo para que o novo negócio não se torne um outro emprego”, ressaltou.

As dicas de Paulino foram pontuais:

1. Evite o desperdício e o retrabalho, por isso busque sempre a qualidade;
2. Pense como gerar o lucro para compensar todo o trabalho exigido;
3. Encante seu cliente, se prometeu algo, cumpra;
4. Crie uma estrutura funcional, ou seja, coloque pessoas certas nos lugares certos na função certa;
5. Mude sempre que necessário: não espere amanhã, mude hoje;
6. Arrisque-se;

“Assim você estará preparado para o sucesso”, concluiu Paulino.

Essas dicas servem para todos os empreendedores, não importa se em Startups ou pequenos negócios, são lições valiosas que podem ser o maior diferencial da sua empresa.

Para começar a empreender é preciso colocar as ideias no papel. Que tal criar um plano de negócios com um bom embasamento para conquistar investidores? Com o Microsoft Word é possível criar documentos importantes para a sua empresa.

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Quando o empreendedor decide começar seu próprio negócio muitas dúvidas surgem, principalmente no que se refere à estratégia da empresa, por isso gerenciá-las é um grande desafio. O Business Model Canvas surgiu justamente para ser uma ferramenta de gerenciamento estratégico que permite desenvolver e esboçar modelos de negócios novos ou já existentes.

Maurilio Alberone, especialista em Business Model pela Osterwalder Strategy e empreendedor digital co-fundador do StartupBase e Peta5 mostrou aos participantes da Campus Party 2012 como o modelo funciona na prática e quais são os benefícios para o empreendedor.

Basicamente, o Business Model Canvas é um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios que orientam o empreendedor a conhecer o próprio rumo e traçar estratégias para alcançar seus objetivos.

Conheça o modelo e veja como usá-lo:

1. Segmento de Clientes: para quem estamos criando valor? Quem é o nosso público-alvo?

2. Propostas de Valor: que valor entregamos aos nossos clientes?

3. Canais: como alcançamos e queremos alcançar nossos clientes?

4. Relacionamentos com Clientes:que tipo de relacionamento esperamos ter com nossos clientes?

5. Modelo de Receitas: por que valor os clientes estão dispostos a pagar?

6. Principais Recursos: quais os principais recursos que nossa proposta de valor requer?

7. Principais Atividades: quais as principais atividades requeridas por nossa proposta de valor?

8. Parceiros: quem são as nossas principais alianças?

9. Estrutura de custos: quais são nossos principais custos?

Responda às questões e cole a resposta em cada espaço pré-determinado no modelo. A sugestão de Alberone é usar post its para completar o conteúdo: “é mais fácil para mudar e reestruturar toda a estratégia quando se percebe que algo pode ser melhor”, afirmou. Diferencie as cores dos post its para cada canal e organize o pensamento macro para nortear os rumos da sua empresa sem complicações.

Interessado em estruturar o seu negócio? Que tal facilitar a comunciação com clientes e parceiros com agilidade, segurança e rapidez? Com o Microsoft Lync é possível criar vídeos e audioconferências para estar sempre conectado com o mundo. a ferramenta da Microsoft permite que o empreendedor tenha sempre acesso a quem pode auxiliar no crescimento da sua empresa.

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O juiz ainda nem apitou, mas a bola do jogo já está nas mãos dos brasileiros – principalmente daqueles que estão enxergando nos futuros eventos esportivos a grande chance de tornar-se um empreendedor. Na palestra Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016: oportunidades em empreendedorismo digital, da Campus Party 2012, especialistas discutiram quais serão os setores mais promissores, atrativos ao consumidor e como manter a vida útil mesmo após as competições.

De acordo com o SEBRAE, as principais áreas para o empreendedorismo são: agronegócio, comércio varejista, construção civil, madeiras e móveis, moda/vestuário, produção associada ao turismo, turismo, serviços em geral e tecnologia da informação – sendo os dois últimos, os mais fortes.

“Mapeamos as oportunidades, trabalhamos a informação de cada setor, oferecemos capacitação e principalmente, facilitamos o acesso ao mercado, já que muitas vezes o empreendedor não tem condições de chegar até o demandador final”, esclarece Ivan Tonet, integrante da equipe de coordenação nacional do Programa Sebrae 2014 – projeto que identifica oportunidades nas cidades brasileiras impactadas pela Copa do Mundo de 2014.

“Veja no site a oportunidade que melhor combina com você, um tema que gere paixão, busque capacitação e um parceiro experiente, que possa mostrar o caminho da formalização, o passo a passo para sua empresa”, indica Tonet.

Brasil, mostra tua cara

Ficou animado com tantas oportunidades? Então conheça o projeto 14 Bis, uma iniciativa do Governo Federal coordenado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que planeja e promove ideias inovadores que utilizam as oportunidades abertas pelos eventos esportivos de 2014 e 2016 para alavancar empresas brasileiras no país, no exterior e projete uma imagem positiva do país.

“Que Brasil nós queremos mostrar ao mundo?”, perguntou o representante da iniciativa, Eunézio Antônio de Souza ou Professor Thoroh. Afinal, serão 3 milhões de ingressos, mais de 3 bilhões de pessoas assistindo, entre 600 a 1 milhão de turistas e cerca de 200 milhões de brasileiras ligados na Copa. “Essa é a chance de mostrar que somos um país criativo e inovador, com projetos que só existem aqui e apresentar tecnologias em que somos líderes mundiais”, anima-se o professor.

Focados em mostrar a cara diferenciada do Brasil, o 14 Bis propôs alguns projetos interessantes:

Para os interessados em marcar um gol de placa, vale transformar em mantra as sábias palavras do Prof. Thoro: “vamos encantar, surpreender, emocionar e VENDER”. Alguém duvida da capacidade do empreendedor brasileiro? A última edição do Pensando Grande Ao Vivo trouxe estratégias para as pequenas e médias empresas que pretendem investir na Copa do Mundo 2014. O resultado desse encontro você poderá conferir, em breve, em uma cartilha on-line. Aguarde!

Veja o que os benefícios da nuvem podem fazer para aumentar a produtividade do seu negócio. Conheça as várias ferramentas que o Windows Office 365 traz para a sua empresa.

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Propor um bate-papo sobre games para um grupo de jovens é fácil, afinal, o tema já é atrativo por si só. Mas como é possível tornar o assunto interessante para uma plateia de empreendedores?

Basta unir o poder que o jogo tem de entreter pessoas com o que ele pode agregar aos negócios que pronto, os games se tornam automaticamente interessantes para os empresários que buscam novidades. Diante de uma plateia com fome de inovação, o grupo formado por Rodrigo Najjar, Leandro Montoya, C e Marcelo Pimenta apresentou a palestra Gameficação do Mundo Coorporativo na Campus Party 2012“Gameficação é a integração de mecânicas e conceitos de games para ambientes diferentes, promovendo engajamento, fidelização e diversão”, explicou o arquiteto de informação e roteirista de mídias digitais, Cacau Guarnieri.

Os games levam, de uma maneira saudável, competição e engajamento ao mundo corporativo. E transformam-se em ótimas ferramentas para promover o espírito empreendedor em ações específicas. Um exemplo é o caso da República Popular do Corinthians, projeto que incentiva a participação direta dos torcedores. Pelo site as pessoas puderam escolher e até colocar o próprio nome na eleição para presidência. Dessa maneira, Milton Nogueira foi eleito o primeiro presidente pela Internet. Nesse caso a gameficação gerou grande engajamento entre os envolvidos. Assista aqui o depoimento emocionado da costureira que fez a faixa do presidente. “A república é um verdadeiro game de democracia”, afirma Cacau.

Em outra situação, o SESC Santo Amaro usou a criatividade para promover a exposição de Júlio Guerra – artista que criou a estátua de Borba Gato, um dos símbolos de bairro de Santo Amaro. O SESC cobriu o monumento, contratou atores para espalharem o boato que Borba Gato havia sumido e inventou um game – o jogo tinha como objetivo “encontrar” a estátua e divulgar principalmente entre os jovens, a importância cultural do artista. Esse foi primeiro reality game cultural do Brasil e contou com 596 participantes ativos.

O mercado dos games está aquecido e vem produzindo soluções criativas para empresas e empreendedores. “Os jogos podem divulgar ações, empresas e até promover engajamentos”, afirma Cacau, que completa, “para quem quer começar é necessário ter comprometimento, criatividade e levar a brincadeira a sério”.

Qualquer um, seja um grande usuário de Internet ou não, pode ser capturado por um jogo. O mais interessante dessa alternativa é que existe o risco disso acontecer mesmo sem você perceber.

Existem várias formas de usar jogos no mundo dos negócios, conheça a Arbache Tecnologia que atua no mercado de jogos corporativos.

Evite dores de cabeça dentro da empresa. Conheça o Windows Intune – uma maneira de proteger seus PCs pela nuvem e ainda garantir o ótimo desempenho das máquinas.

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Elas têm muitos nomes, caras, personalidades, temperamentos, histórias de vida e planos para o futuro. São mães, mães e pais, chefes de família, donas de casa e estudantes – hoje representam a maioria da população brasileira, com 51%, mas a força feminina não para por aí.

De acordo com a Pesquisa Cenários 2020 do SEBRAE, as mulheres apresentam grande crescimento no mundo do empreendedorismo, e devem passar de 32% para 47% em 8 anos. O estudo também destaca o crescimento da participação feminina na categoria empregadores, de 24% em 2000 para 42% em 2020. Um aumento que indica que as micro e pequenas empresas representam uma janela de oportunidades para o mercado de trabalho.

Mas quem é essa mulher empreendedora? Existe um perfil?

“É a persistente, colaborativa, arrojada, batalhadora, que cria networkings e consegue enxergar oportunidades”, enumera Jaqueline Aparecida de Almeida, gerente de Atendimento Individual do Sebrae Nacional.

Muitas delas enxergam no empreendedorismo uma maneira de conciliar a vida pessoal com a profissional, como casar, ter filhos e trabalhar, para outras é pura necessidade e uma parcela vê no negócio próprio uma ótima oportunidade. Os motivos são variados, mas a decisão, de acordo com as especialistas presentes no debate Empreendedorismo Feminino, na Campus Party, exige coragem e muito trabalho.

Para a coordenadora do Projeto 10 mil Mulheres e professora da FGV-SP, Maria José Tonelli, existem alguns desafios que devem ser vencidos ou driblados para quem quer entrar nessa nova empreitada. “As questões culturais ainda permeiam as dificuldades do empreendedorismo feminino”, afirma ao se referir as mulheres de baixa renda que não tiveram acesso ao ensino ou incentivo familiar.

E uma vez empreendedoras, como a mulher consegue encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional?

Todas as entrevistadas foram unânimes em dizer que essa parte não é fácil, mas segundo a fundadora e CEO do Bolsa de Mulher, Andiara Petterle, é possível. “É difícil não impactar na vida pessoal, mas devemos reservar um tempo para curtir a família, os amigos, até mesmo para continuar empreendendo”.

Durante a palestra as profissionais demonstraram porque, mesmo com as diferenças naturais, alimentam a mesma paixão. “Apesar das dificuldades, poucas coisas dão tanto prazer como criar, é como ver um filho crescer”, explica Andiara.

Alguém ainda duvida da força do empreendedorismo feminino?

As mulheres não podem perder tempo, por isso, para aumentar a produtividade do seu negócio, elas precisam conhecer todos os benefícios do Windows Office 365. O poder da nuvem repleto de ferramentas úteis para o dia a dia da mulher.


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