Listando Artigos de 06/2010

Uma das maiores dificuldades enfrentada por pequenos e médios empresários é a obtenção de crédito para investir em seus negócios. “Não cresço por que não tenho como investir, e não consigo crédito para investir por que minha empresa é pequena”. Esse ciclo vicioso parece se repetir a todo instante e ser um fator limitador determinante no crescimento das empresas.

Na opinião de Luciane Cergoli, coordenadora de projetos  do Cenn (Centro de empreendedorismo e novos negócios) da FGV-EAESP – Fundação Getúlio Vargas e especialista em linhas de crédito para pequenas e médias empresas, essa situação não existe por acaso. “O Brasil tem algumas aberrações na parte de crédito, principalmente quando falamos de linhas de crédito para pequeno e médios empresários. O que vemos atualmente é que para esse público não são muitas as alternativas, principalmente quando a empresa ainda não está estruturada”, explica a professora. A profissional já no ABN AMRO Bank e atualmente está no Banco Cacique, onde é responsável pelo segmento de microempresas.

Por mais simples que pareça, a recomendação de Luciane aos empresários que desejam aprovar linhas de crédito com seus bancos é que eles estreitem o relacionamento com o seu gerente. “Os bancos não costumam dar crédito para empresas que estão começando. A dica é o empresário profissionalizar a informação. Os bancos prezam pela qualidade. Construa com o gerente um relacionamento, pois será ele quem poderá dar, ou não, o crivo para a aprovação do crédito do seu negócio”, aconselha a especialista.

Além dos grandes bancos, existem fontes de recursos públicos direcionados à inovação que oferecem diversas opções de obtenção de crédito para empreendedores em fase inicial de seu negócio, como a FATEP e a FINEP (veja matéria sobre como abrir o capital da sua empresa por meio do programa da FINEP aqui).  Entretanto, para que essas opções sejam viabilizadas é preciso que o empresário tenha um Plano de Negócio alinhado ao tipo de crédito oferecido. Na opinião de Luciane, falta comunicação entre as instituições e os novos empresários. “Nesses casos, recomendo que os empresários participem de concursos de planos de negócios. Dessa forma podem amadurecer a ideia de seus projetos e apresentar um material mais sólido”, explica Cergoli.

Anualmente a FGV realiza um workshop para pequenos e médios empresários sobre linhas de crédito. O evento esse ano está marcado para setembro, com data ainda não confirmada, e contará com a participação do BNDES.

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Os vencecores do concurso cultural ‘Empreendedor, qual o seu lema?’ são @jedbarreto com a frase ‘Reinventar-me e reaprender a viver a cada dia’ e @danielgusmao com o lema ‘Tecer redes, Conectar ideias, Consolidar futuro’.

Os vencedores foram avisados por Direct Message no Twitter e devem entrar em contato até às 18h de hoje (21/06).

Agradecemos a participação de todos!

Em breve teremos mais novidades em concursos culturais, continue acompanhando o Pensando Grande!

Atualização

Um dos vencedores (@jedbarreto) não entrou em contato no prazo definido para a premiação. A frase ”Empresário cada dia melhor, empresa cada dia melhor!’ é a nova vencedora, o participante que enviou a frase é @amirhamad

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O número de pequenas e médias empresas formalizadas no Brasil ainda é muito pequeno se comparado à quantidade de negócios existentes. Com o MEI (Lei do Microempresário Individual), desde junho do ano passado, este quadro começa a mudar, entretanto, a formalização ainda representa um grande desafio. Pensando em soluções para esta e outras  questões, essa semana o Sebrae lançou o Desafio Lan Sebrae, jogo que faz parte do projeto Raio Brasil, projeto para fomentar a articulação de atores sociais (empresas, instituições, donos e usuários de lan house) em torno de ações de fortalecimento e desenvolvimento do mercado dos centros públicos de acesso pago, como as lan houses. No Desafio Lan Sebrae lan houses de todo o país passarão por um programa rigoroso de capacitação para tornarem-se postos de atendimento virtual do Sebrae.

O objetivo dessa iniciativa é difundir informações relativa aos processos de formalização e atividades gratuitos que o Sebrae oferece para o empresário, como os cursos gratuitos. “Temos 738 pontos de atendimento no Brasil, que tem seis mil municípios. Não conseguimos atingir à demanda de pequenas e médias empresas. Vemos a lan house um meio eficaz para atingir quem não tem computador ou banda larga”, explica Marcelo Pimenta, consultor do Sebrae responsável pelo projeto.

O projeto não beneficiará apenas empresário que buscam informações, mas também ajudará os donos das lan houses a aumentarem sua clientela, uma vez que espera-se que um maior número de pessoas frequente esses locais. Além disso, os estabelecimentos estarão cadastrados no Mapa Vivo das Lan Houses, o que significa que qualquer usuário poderá buscar a lan house cadastrada no programa mais próxima de sua casa. “Com essa iniciativa o Sebrae consegue atingir pessoas que não estava conseguindo antes. As lan houses são um fenômeno emergente”, completa o consultor.

Para participar do programa basta preencher acessar o Desafio Lan Sebrae, um jogo pela internet no qual cada lan house precisa passar por 12 etapas, ao chegar ao final estará devidamente capacitada para atender pequenos empresários. “Temos uma preocupação muito grande em preparar de forma adequada os donos e funcionários das lan houses. O jogo foi uma forma interativa e lúdica que encontramos para passar essas informações”, explica Marcelo. O projeto já conta com 79 casas inscritas, número que supera a expectativa inicial do Sebrae, até o final do programa 400 pontos devem participar.

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Quando pensou em iniciar mais um negócio, após tentativas não bem sucedidas, Fábio Seixas nem imaginava alcançar um faturamento de mais de  2 milhões de reais vendendo camisetas pela Internet. Para ele, acreditar em uma ideia e persistir são elementos essenciais aos empreendedores. À princípio, o então projeto de Fábio pode parecer bastante simples, mas o que faz da Camiseteria um sucesso entre os negócios chamados 2.0 é sua aposta na colaboração. Todo o negócio é baseado neste conceito, usuários inscrevem estampas próprias no site, os trabalhos participam de um concurso, as ilustrações mais votadas estampam as camisetas vendidas no site. “Nós premiamos os autores das estampas vencedoras com R$ 800 em dinheiro e R$ 500 em créditos de compras. A cada reedição o artista ganha R$ 300. Este é o grande diferencial para a divulgação da empresa, quem envia sua estampa quer que ela seja vencedora, assim, os próprios colaboradores divulgam a marca”, conta Fabio, fundador da marca.

Para expandir ainda mais a divulgação da marca, as mídias sociais são amplamente utilizadas. O site da Camiseteria permite que cada usuário amante de estampas crie uma página com seu perfil que estabeleça uma interface com canais como o Twitter e Facebook. Desde a criação da marca, a utilização das mídias sociais como instrumento eficaz de divulgação do conceito foi fundamental. “Hoje em dia as mídias sociais representam vendas para nós. O Twitter representa cerca de 12% das nossas vendas, o Facebook 4%”.

A Camiseteria é uma empresa de moda que não tem nenhum funcionário especializado no tema. O que você diria se soubesse que o fundador da marca é um analista de sistemas? Sim, Fabio é formado em Análise de Sistemas e desde os tempos de Universidade já apresentava características de um empreendedor nato. Seixas foi dono de quatro empresas, todas baseadas na Internet, entretanto a Camiseteria foi a primeira bem sucedida. A trajetória do empresário no mundo dos negócios começou em 96, quando trabalhava na Mantel (que futuramente se transformou em IBest). “Sempre tive vontade de empreender. Naquela época me juntei a alguns amigos e abri uma empresa produtora de sites”, conta o empreendedor.

Entretanto, o seu primeiro negócio não alavancou. Dois anos depois veio a segunda tentativa: uma empresa que comercializava posters online, a empresa também não sobreviveu por muito tempo. “Na época eu tinha um concorrente que está aí até hoje. Eu não dei certo, mas pelo menos servi de inspiração para o sucesso de outro empresário”, relembra bem humorado. Em 1999, com a Internet mais consolidada no Brasil, foi a vez de uma empresa de holding de projetos online. A empreitada cresceu rapidamente, um ano depois recebeu o investimento de R$ 1,5 milhão de um investidor. Em março do mesmo ano veio a bolha da internet e a empresa de Fábio mais uma vez não teve fôlego para continuar. O empreendedor voltou ao mercado formal, mas sempre manteve-se atento às oportunidades.

Alguns anos depois, em 2004, seu atual sócio o chamou para fazer um orçamento para um sistema para concurso de design, que ele havia conhecido nos Estados Unidos. Fábio enxergou um negócio promissor e disse ao amigo que gostaria de ser seu sócio, o projeto se transformou na Camiseteria. “Para começar tivemos uma boa ideia, lançamos uma campanha entre nossos amigos: um kit pré-venda que dava o direito de compra de seis camisetas pelo preço de três quando inaugurássemos a marca”, conta Fabio. Essa criativa estratégia de marketing provou a sua eficácia: três meses depois de inaugurada a Camiseteria já estava com o caixa estável.

Atualmente, o negócio vai de vento em popa, mas o caminho de Fabio também teve problemas. Como todo pequeno empresário, ele passou por dificuldades. “Eu não entendia nada do mercado de moda, não sabia gerir um estoque, cometi diversos erros”, desabafa relembrando os problemas de gestão que teve no início. O empresário conta ter buscado informações em livros, amigos, internet e outros empreendedores para alavancar seu negócio.

Como toda empresa 2.0, a Camiseteria também tem a tecnologia como ferramenta fundamental para gestão do negócio. Fabio conta que durante oito meses passou madrugadas em claro desenvolvendo o site da sua empresa e o construiu utilizado tecnologias Microsoft, que estuda desde os tempos de faculdade. Para este projeto, o empresário utilizou .NET, componente do Windows que oferece suporte à criação e execução de aplicativos e serviços XML da Web, e o SQL Server, um gerenciador de banco de dados.

Assista vídeo exclusivo contando a história da Camiseteria por quem faz dela um sucesso!

Leia mais sobre o uso de mídias sociais nas pequenas empresas: 4 passos para o sucesso de pequenas empresas nas redes sociais, blog corporativo e retorno do investimento em mídias sociais.

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Em recente entrevista para o Pensando Grande o professor do Instituto de Administração da USP, José Dornelas, apontou uma tendência muito grande para empreendedores: apostar na exportação. A tarefa pode assustar muitos empresários, mas atualmente, com o advento das práticas de e-commerce (saiba mais sobre o tema nos posts Empresário de sucesso em e-commerce dá dicas para novatos e E-commerce uma das oportunidades de negócio que mais cresce no Brasil) ampliar as atividades de sua empresa para o “além mar” é mais fácil do que parece.

Um exemplo de pequena empresa exportadora é a Dehelog, que começou suas atividades em 2001 como prestadora de consultoria para o ramo alimentício e hoje, nove anos depois, além de prestar esse serviço, exporta jóias e semi jóias, equipamentos para lavanderia, gastronomia e equipamentos metais e mecânicos sob medida para os Estados Unidos, México, Paraguai, Venezuela, Espanha, Angola, África do Sul, Bolívia, Chile, Panamá e Cuba.

Se considerarmos que a Dehelog possui apenas oito funcionários, suas atividades comerciais intercontinentais parecem quase um milagre. Parece, mas não são. A Dehelog exporta por meio de uma plataforma chamada Alibaba.com, que funciona como um canal de negociação para empreendedores brasileiros, compradores e vendedores de todo o mundo. O sistema permite que o usuário cadastrado pesquise potenciais parceiros por região, país, ramo de negócios ou produto.

O número de pequenas e médias empresas que realizam comércio exterior é cada vez maior, a tecnologia é, certamente, uma grande aliada. Apostando nesse potencial do mercado brasileiro a Ludatrade, empresa especializada em soluções de comércio eletrônico, formalizou uma parceria com o Grupo Alibaba (do Alibaba.com). O objetivo é desenvolver uma plataforma para facilitar o acesso das PMEs ao mundo do comércio exterior. “Agora, as pequenas empresas, mesmo no meio da floresta, podem mostrar seus produtos para mais de 50 milhões de clientes potenciais do mundo todo por meio de um site de negócios como o Alibaba.com, eles só precisam de um computador e uma conexão com a internet para começar”, comenta Jerome Ly, diretor de marketing da Ludatrade, representante oficial do Alibaba no Brasil.

Na opinião de Jerome, para que uma pequena empresa sobreviva no mercado, amplie seus negócios e exporte, é fundamental adaptar-se à revolução da internet. “Cinquenta milhões de membros não podem estar errados! Uma PME precisa utilizar o poder da internet para crescer”, finaliza o executivo.

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O debate sobre sustentabilidade chegou também ao mundo das franquias. A última edição da ABF Franchising Expo trouxe sugestões de franquias que possuem como pilares a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. A importância da sustentabilidade para pequenas empresas já foi tema de uma entrevista aqui no Pensando Grande.

“A sustentabilidade é um diferencial e as franquias estão investindo nessa tendência de mercado”, comenta Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF. Conheça a seguir algumas opções de franquias sustentáveis:

Eco Office: a empresa de remanufatura de cartuchos de impressora e toners. Além disso, possui um sistema próprio de economia e reciclagem de água.

Investimento estimado: R$ 110.000,00

Contato: www.ecoofficenet.com

Só Lixeiras: a empresa especializada na venda de coletores de lixo para reciclagem.

Investimento estimado: R$ 166.000,00

Contato: www.solixeiras.com.br

Lavasecco: é uma rede de lavanderias alinhada à sustentabilidade, as lojas utilizam cabides ecológicos, reciclados e recicláveis, no lugar dos cabides de plástico

Investimento estimado: R$ 280.000,00

Contato: www.lavasecco.com.br

Patroni Eco Pizza: empresa vencedora do Prêmio de Responsabilidade Social da ABF – Associação Brasileira de Franchising. A rede de pizzaria utiliza briquetes, lenha ecológica 100% reciclada e natural, que não causa desmatamento das florestas. O briquete é feito a partir da compactação de resíduos de madeiras, florestais ou industriais ou de materiais vegetais.

Investimento estimado: R$ 230.000,00

Contato: www.patronipizza.com.br

Weeze: empresa do setor da beleza, oferece produtos de cosmética produzidos a partir de extratos naturais extraídos exclusivamente de fontes renováveis.

Investimento estimado: R$ 110.000,00

Contato: www.weeze.com.br

Conhece alguma franquia sustentável? Compartilhe conosco nos comentários! Veja também post sobre franquias com investimento inicial a partir de R$ 20 mil.

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Um dos maiores obstáculos para novos empreendimentos é o capital inicial para investir no negócio. Muitas vezes, o sonho de empreender é barrado neste estágio. As microfranquias, com investimento inicial até R$ 50 mil, são uma alternativa viável para quem tem pouco capital. Para Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF “A tendência é que o segmento de microfranquias continue crescendo. A franquia profissionaliza o negócio e ajuda a manter a clientela”, comenta.

Arthur Hipólito detectou no segmento de serviços um espaço a ser preenchido por microfranquias. Atual presidente e fundador da Zaiom Home Based Franquias, aproveitou a feira para lançar diversas oportunidades de negócio, como a Dog Relax, uma franquia de cuidados Vips para animais com investimento inicial de no máximo R$ 20 mil. “Aqui no Brasil franquia é sinônimo de altos investimentos. Eu pensava ‘que raios de pequenas empresas são essas que precisam de investimento de R$ 1 milhão para começar’?”, relembra o empreendedor.

As operações da Zaiom começaram em 2008, quando Arthur lançou a Tutores, que presta serviços de reforço escolar multidisciplinar. Atualmente a Tutores já tem mais de 121 unidades franqueadas. O investimento inicial também não ultrapassa R$ 20 mil. “Percebi que tínhamos entrado em um nicho novo de negócio. Que eu apenas precisava ter um conceito bem estruturado e pessoas treinadas para abrir uma franquia”, conta Hipólito.

“O setor de prestação de serviços, desde assistência à idosos até reforço nas escolas abre muitas portas para esse tipo de negócio. Em geral são franquias home based, cujo investimento inicial é reduzido. Notamos que a Classe C, cujo crescimento no país é cada vez maior, está com capital e investe nesse tipo de negócio”, analisa Camargo. Arthur compartilha a opinião: “Temos no Brasil um público disposto a pagar por atendimento de primeiro mundo. Com franquias de prestação de serviço nós conseguimos profissionalizar essa atividade e suprir a demanda”, explica.

Além da Tutores e da Dog Relax, outras opções de microfranquias do grupo Zaiom são a Amigo do Computador, primeira franquia brasileira de manutenção local de computadores e redes, e a Dr. Jardim, prestadora de serviços no segmento de manutenção de jardins e piscinas, ambas com investimento inicial de R$ 20 mil.

Uma das razões para o custo reduzido é a simplicidade de implantação do sistema. Boa parte dos franqueados trabalham em casa, um dos requisitos básicos é ter um computador com acesso à internet para iniciar as operações. Apesar do investimento inicial ser pequeno, é importante não confundir microfranquia com baixa rentabilidade. “Temos muitos exemplos, como o de uma franqueada da Tutores que chega a faturar R$ 45 mil por mês”, diz Arthur.

Antes de investir em uma franquia, pesquise bastante sobre o franqueador, mercado e o produto ou serviço a ser disponibilizado. Outra dica é conversar com franqueados para saber quais as vantagens e dificuldades do negócio.

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Boa parte do sucesso de uma empresa está no bom relacionamento que ela possui com o seu cliente. Muitos vendedores vendem e acreditam que sua obrigação está encerrada. Muito pelo contrário, é nesse momento que está começando o relacionamento.

O profissional de vendas precisa entender que o cliente gosta de ser bem atendido, admirado, compreendido e que o seu dinheiro não é o mais importante no momento da negociação. “Venda sempre focado nas necessidades dos clientes”, comenta André Silva, palestrante e especialista em vendas.

Ao receber o cliente na sua empresa, ofereça um sorriso sincero, diga “Bom dia!”, passe entusiasmo, mostre alegria, demonstre satisfação e procure ouvir todos os seus relatos, para depois achar o produto que seja da sua satisfação – estas são as dicas do especialista. Nunca se esqueça de chamar o cliente pelo nome e se a memória for um pouco falha, anote e procure memorizar o mais rápido possível, aconselha Silva.

Para o pós venda, o consultor faz mais algumas recomendações: mande um e-mail de agradecimento pela confiança, envie um cartão postal, ligue para saber se está satisfeito com o produto e nunca se esqueça de deixar a sua empresa viva na memória do cliente.

Ao longo de todo o processo de venda, entretanto, o mais importante é proporcionar uma experiência formidável para o cliente. A partir desse momento o empresário estará construindo um pós-venda de sucesso. A seguir algumas dicas de André Silva, consultor especialista na área que já falou ao Pensando Grande sobre como aumentar as vendas na sua empresa, para fidelizar seus clientes após a venda.

1.    Demonstre para o cliente que você está do seu lado — muitos vendedores, após realizarem a venda, não entram mais em contato com o cliente, pensam apenas na sua comissão e no fechamento das metas. Não deixe isso acontecer e mostre para o cliente que você está do seu lado e disposto a resolver todos os problemas que possam surgir no decorrer da relação.

2.    O que representa para o cliente um pós-venda bem feito? O cliente sente-se valorizado, reconhecido e confiante para adquirir, futuramente, novos produtos e serviços do seu vendedor. Ele percebe valor na relação e começa a indicar a empresa e o vendedor para seus amigos, colegas e parceiros. Você indicaria um vendedor que vende e depois desaparece?

3.    Mantenha contato e ganhe a fidelidade do cliente — Fazer contato após a venda é fundamental para conquistar novas vendas, mas também para causar uma boa impressão da sua imagem e da empresa. Com isso, é possível mostrar que ambos não estão focados apenas na venda, mas também na satisfação permanente do cliente.

4.    Seja um solucionador de problemas e o cliente irá virar seu fã — Quando o cliente compra o seu produto ou serviço e tudo corre bem, ele fica satisfeito, mas quando surge um problema, dúvida ou dificuldade que seja desconhecida por ele é que entra o papel do vendedor, mostrando que o problema passa também a ser seu e buscando todas as soluções possíveis. Quando surgir um problema, siga essas dicas: escute o cliente até o final, demonstre empatia, entendendo a sua preocupação e valorize o seu ponto-de-vista. Quando o problema for resolvido, o cliente não fica só satisfeito: ele passa a ficar encantado, gerando o processo tão esperado pelos vendedores, que é a fidelização do seu cliente.

5.     A diferença está na prestação de serviço — Quando tempo faz que você não liga para o cliente apenas para saber como ele está? Coloque, então, na sua agenda esta tarefa e ligue para todos seus clientes, aproxime-se deles, mande informações por e-mail sobre novos produtos, ligue para felicitá-lo na sua data de aniversário, mande um cartão de agradecimento pela confiança depositada no seu trabalho, faça visitas todos os meses aos seus atuais clientes, pesquise sobre o seu mercado de trabalho e leve informações inovadoras para ele, mostre-lhe que você respira e vende qualidade na prestação de serviços.

Para facilitar o gerenciamento das informações de seus clientes conheça o Business Contact Manager, software disponível no Office Professional 2007, clique aqui para saber mais.

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