Listando Artigos de 05/2010

Conheça um pouco mais a história de sucesso do empreendedor que começou com uma barraquinha de cachorro quente na Avenida Paulista, em São Paulo, e hoje tem 11 lojas espalhadas pelo Brasil

Em 2001 Leandro Neves montou um carrinho de cachorro quente na Avenida Paulista, uma das mais movimentadas da cidade de São Paulo. O lanche, já tradicional na região, fez tanto sucesso que pouco tempo depois o chamado “dogão de rua” ganhou uma marca própria e loja fixa, também nos arredores da Paulista: a Black Dog. Leandro batizou o empreendimento de Black Dog em homenagem à musica da banda inglesa de rock Led Zeppelin. O logotipo, um desenho de um moderno cachorrinho com um ketchup nas mãos, passou a identificar o seu negócio.

“Eu sempre pensei grande! Mas também não imaginava que minha barraquinha viraria tudo isso”, comenta Leandro quando questionado em relação aos seus planos iniciais com o carrinho de cachorro quente. A ponto informal de Leandro já dava lucro quando o empresário decidiu partir para uma loja fixa e regularizar o empreendimento. Entretanto, esse passo representou também algumas novas dificuldades comuns aos pequenos empresários: como gerir seu negócio e seu time de funcionários com maestria?

Apesar dessas dificuldades, Leandro se saiu bem e a marca prosperou. Os recheios dos sanduíches e as facilidades de lanchonete 24 horas conquistaram o paladar da freguesia paulistana. Em 2005 surgiu uma proposta de expandir a marca e abrir algumas franquias. “Eu via a franquia como uma forma de agregar valor à marca e crescer, mas não estava correndo atrás disso. Então a oportunidade bateu à minha porta”, explica.

Entretanto, nem tudo são rosas na história do empreendedor. A partir desse momento Leandro rapidamente abriu oito lojas e iniciou uma expansão desenfreada. “O problema foi que eu não planejei nada direito. Meu crescimento foi mal estruturado, então eu abria algumas lojas e parava. Abria mais algumas e parava”, comenta o empresário.

A falta de planejamento rapidamente foi sentida no negócio. Reclamações em relação ao atendimento ruim e à queda de qualidade nos ingredientes dos sanduíches passaram a ser cada vez mais frequentes. “Depois de tomar porradas eu resolvi arrumar a bagunça. Percebi, por exemplo, que tinha sido a qualidade dos produtos dos meus fornecedores que havia caído. Então troquei de fornecedores”, explica Leandro.

Novidades

A rede de lanchonetes Black Dog começou 2010 com muitas novidades. O empresário conta que está fazendo uma reestruturação completa de sua marca e ressalta a importância de, para se obter sucesso em um negócio, ter um planejamento estratégico bem definido e objetivo. “Resolvi começar algumas coisas do zero. Criamos um posicionamento diferente, acompanhado de um cardápio completamente repaginado”, revela.

Para Leandro, ter uma equipe de funcionários bem preparados é um dos fatores de sucesso. “O atendimento tem que ser impecável. Como parte dessa mudança, estamos reciclando nosso time. Fazendo treinamentos e contratando novas pessoas”, comenta o empresário, que enquanto conversava com o Pensando Grande participava de uma seleção de novos funcionários para a rede.

Atualmente, a Rede Black Dog conta com 11 lojas, localizadas nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. Quando indagado em relação ao segredo do sucesso de sua marca, Leandro não hesita. “Insistência”, afirma risonho. “Não tem muito segredo, acredite no seu negócio e persista”, finaliza.

Compartilhe

Cerca de 20% dos jovens que trabalham em grandes empresas brasileiras já ocupam cargos de liderança, é o que aponta uma pesquisa desenvolvida pela consultoria em recursos humanos Hay Group. Estima-se que esses jovens, chamados de “Geração Y”, até 2014 conquistarão 50% dos cargos de liderança de empresas ao redor do mundo.

Os representantes da geração Y são mais interdependentes e tendem a trabalhar melhor em equipe do que seus antecessores. Dominam diversos tipos de tecnologia e são capazes de realizar diversas funções ao mesmo tempo.

A geração Y teve muito acesso a informações e chega às empresas com uma bagagem diferenciada de formação, domínio de idiomas e uso de novas tecnologias, um conjunto de habilidades que facilita a evolução da carreira.

Dinâmica e acostumada a realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, esta é a geração que já nasceu em meio a recursos tecnológios e espera sempre mais da tecnologia. Os novos recursos do Office 2010 estão alinhados à essa demanda. O recursos de editar vídeos, por exemplo, foi incorporado ao PowerPoint, facilitando a inserção de vídeos em apresentação e economizando tempo na edição das imagens. Veja como funciona este recurso no vídeo abaixo.

Compartilhe

Como vender melhor é uma dúvida latente na cabeça dos pequenos empresários. Pensando em ajudá-lo nessa questão, o Pensando Grande consultou André José da Silva, consultor e palestrante da AJS Consultoria em Vendas.

Na opinião do consultor, o primeiro passo que deve ser tomado para conquistar de forma definitiva um cliente, e a partir disso conseguir fechar contratos, é conquistar um aliado dentro do seu potencial consumidor, pode ser um assistente ou secretária. “Ela será, ou não, o seu representante dentro da empresa”, explica o consultor.

Para tal, um bom começo é falar com essa pessoa, uma peça chave, como se estivesse falando com o dono da empresa. Não se esqueça de gravar o nome e mencioná-lo sempre que possível. “Essa atitude valoriza a relação e deixe você mais perto do decisor”, comenta André.

Por fim, André recomenda que você mande um e-mail agradecendo a oportunidade de falar com o decisor, esse contato demonstrará o quanto a ajuda e a ponte dessa pessoa foi fundamental para todo o processo, assim, ela sentirá respeito e nunca esquecerá o seu nome, o que pode ser uma carta na manga que será o seu diferencial no futuro.

A seguir o consultor sugere alguns passos importantes para você estreitar sua relação com seus clientes e garantir que vendas bem sucedidas sejam apenas uma conseqüência de bom relacionamento:

Antes de pensar em vender — procure conhecer o cliente por meio dos seus gestos, comportamento, atitude e, principalmente, das suas necessidades.

Valorize com atenção as colocações do cliente — as pessoas gostam de falar de si, de se sentirem importantes e reconhecidas. Com essa atitude você conquista a confiança do cliente e abre portas para um relacionamento duradouro.

Mantenha a organização e a postura — Procure ter em mãos cartões de visitas, folders da empresa, agenda, caneta e todo o material necessário. Isso mostra um senso de organização e faz o cliente pensar em quanto ele é importante para você.

Venda na sintonia do cliente — Quando falamos menos e ouvimos mais temos a grande oportunidade de conhecer o perfil do cliente e, quando isso acontece, podemos começar a nossa argumentação em cima das suas necessidades personalizando a venda e a sintonia da negociação.

Gerencie todas as informações sobre o cliente — Ter uma agenda para anotar dados importantes do cliente numa negociação é fundamental para o sucesso nas vendas. O cliente se sente à vontade, compreendido e motivado para fazer negócio com você e percebe a coisa mais importante, o valor do seu profissionalismo. É ou não é gratificante? Uma dica para gerenciar as informações do seu cliente é o Business Contact Manager, software disponível no Office Professional 2007, clique aqui para saber mais.

Ligue para seus clientes e não venda nada — Procure saber como está indo o seu negócio, se está precisando de alguma coisa, se existe alguma dúvida referente ao seu produto ou serviço e depois agradeça o contato dizendo: ‘caso precise de alguma informação estou à disposição para ajudá-lo’. O cliente irá perceber que pode contar com você em todos os momentos. Ele vai lembrar de quem na hora de comprar?

Demonstre os seus diferenciais com sutileza — Estamos inseridos num mercado competitivo, agressivo e desafiador. Para conquistar uma venda pelo relacionamento precisamos nos diferenciar a todo o momento, pois só assim iremos encantar o cliente fazendo-o optar pela nossa empresa. Você sabe os diferenciais do seu produto? Do seu atendimento? Pense nisso, coloque no papel e comece a praticar antes que a concorrência ganhe o seu cliente.

Conheça também o Grátis e Melhor, portal da Microsoft com soluções gratuitas para pequenas empresas, com diversos modelos de planilhas para acompanhar suas vendas!

Compartilhe

Por Karyn Estrada Braghiroli

A convivência com os recursos de automação e informática nas micro e pequenas empresas tem uma história relativamente recente. Muitos empresários ainda estão conhecendo todas as ferramentas e benefícios que o computador pode oferecer para melhorar a produtividade de sua equipe e aumentar a sua competitividade no mercado.

Na hora de tomar as decisões de investimento em equipamentos e softwares é comum confiar na opinião do “moço do computador” ou do “menino da informática”. É esta mesma pessoa que resolve todos os problemas do computador quando ele trava ou simplesmente começa a apresentar defeitos. O “técnico” coloca o equipamento debaixo do braço, leva embora e traz algum tempo depois como se fosse novinho em folha. Mas você sabe realmente que serviço foi feito? Quais são as características técnicas do seu computador? Qual é o seu sistema operacional e quais softwares pode usar como recurso?

As decisões em informática geram um impacto direto na produtividade de sua equipe. Quantas vezes um colaborador ficou parado porque o computador estava com “pau”? Quantos negócios não foram fechados porque as informações necessárias não estavam disponíveis naquele momento? Quanto você gasta por mês para corrigir os defeitos dos equipamentos de informática?

Os custos em informática não podem ser vistos como gastos e sim como investimentos. Na compra de um novo equipamento, é necessário estar atento (além da procedência, é claro) se as características técnicas atendem a sua necessidade e ao planejamento que você tem para sua empresa a médio prazo. Sobretudo, é importante optar por um sistema operacional adequado e original. A afirmação de que pagar por um software original é jogar dinheiro fora e que o “alternativo” (apenas um eufemismo para PIRATA) funciona igual é enganosa. A ideia de “levar vantagem” e evitar gastar com software é um erro de conta. O valor do software deve ser avaliado em comparação aos benefícios e lucros que ele traz e sobretudo à economia que vai oferecer evitando ter que chamar o “menino do computador” periodicamente.

Para ilustrar o que estou dizendo, faça uma soma de tudo que você gastou com a manutenção do computador nos últimos 12 meses. Não se esqueça de somar o período que o seu funcionário ficou parado sem produzir e daquele contrato que você perdeu porque não entregou o orçamento na hora. Com certeza os valores vão ser infinitamente superiores ao valor do software. Em informática o velho ditado: “o barato sai caro” é extremamente real.

Poderia lembrar, também, os problemas com segurança gerados pelo uso do software pirata. Mas isto é assunto para um artigo próprio.

Para concluir, façamos uma comparação: Quando você precisa tomar alguma decisão sobre a sua saúde quem você procura? Um médico que fará todos os exames e um diagnóstico do seu quadro geral, oferecendo um tratamento planejado ou um curandeiro que apenas faz algumas observações, reza um pouco e te passa algumas simpatias? As decisões de informática também devem ser tomadas contando com uma consultoria especializada feita por profissionais certificados e atualizados. As decisões corretas vão garantir a “saúde” da sua empresa!

Karyn Estrada Braghiroli é jornalista, empresária no setor de informática e proprietária da loja Cyber Computers.

Karyn Estrada Braghiroli é leitora do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade da autora.

Compartilhe

Sua vida está uma loucura e sem tempo para muitas atividades? Você certamente não está sozinho, a falta de tempo e o acúmulo de tarefas são problemas para a maioria dos pequenos empresários.

O Pensando Grande conversou com Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade, e fundador da Triad PS, empresa especializada em produtividade, colaboração e administração do tempo e selecionou algumas dicas para você não sofrer mais com a falta de tempo.

1 – E-mail – Ficar com e-mail aberto faz o nível de interrupções no trabalho chegar ao intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Barbosa recomnda definir períodos para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.

2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.

3 – Estou em Reunião – Cerca de um terço das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.

4 – Redes Sociais – Você usa Twitter, Facebook, Orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes o tempo todo. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para checar as redes e se atualizar.

5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de energia rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. O especialista recomenda manter hobbies, procurar um médico para orientação e alimentar-se em horários regulares.

6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a tarefa for extensa, divida-a em pequenas atividades, feche quaisquer outros software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.

7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para visitar um site, esbarra na lista de favoritos e começa a navegar por outros portais? Mantenha a lista de favoritos zerada, assim você perde a tentação de ficar navegando sem objetivos definidos.

8 – MSN e outros serviços de mensagens instantâneas – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.

9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.

10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta, baseado em planejamento X disponibilidade? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.

Gostou do assunto, leia mais aqui, acompanhe nossas dicas diárias no Twitter.

Compartilhe

Alexandre Lopez HernandezQuando o tema é sustentabilidade, muitas são as perguntas que tiram o sono dos pequenos e médios empresários, estão entre elas: “Devo investir meu capital em medidas sustentáveis?”, “Por onde começar?”, “Essa medidas agregarão valor ao meu produto?”. Para elucidar essas questões e aproximar os empreendedores do universo da sustentabilidade, o Pensando Grande conversou com Alexandre Lopez Hernandez, diretor de sustentabilidade da Key Associados, consultoria especializada no tema.

Por onde um pequeno e médio empresário deve começar para implementar práticas sustentáveis na sua empresa?
Em primeiro lugar, é importante detectar que sustentabilidade não é só cuidar do meio ambiente. O ponto de partida é entender o que é sustentabilidade para a sua empresa. Ela tem que pensar nisso como parte da estratégia de planejamento do negócio. O problema é que não há uma receita definitiva. O difícil é saber qual o foco e a necessidade do negócio, e para cada um é diferente. As empresas tem muito que caminhar na educação e na conscientização.

Que vantagens imediatas as PMEs podem obter com práticas sustentáveis?
Um ponto a ser levado em consideração é a questão de créditos de carbono. Se a empresa investir nisso, pode ter um retorno financeiro direto no bolso e pagar menos de contas de luz e água. Mas isso são ações pontuais. Pensando mais estrategicamente, se a empresa tem um processo organizado, ela pode se preparar para as taxas e impostos propostos pelo governo sobre as emissões de carbono na atmosfera. Pode-se prevenir para não ter esse problema quando as taxas surgirem. Quando você trata de sustentabilidade nas empresas você está eliminando os riscos. Por exemplo, políticas sociais. Você está reduzindo o risco de processos. Sustentabilidade tem que ser encarado como uma gestão de risco. Uma pequena empresa pode quebrar com um processo de assédio moral. Uma política de tratar melhor os seus colaboradores de forma mais ética e menos discriminatória. Isso também é sustentabilidade.

Que medidas as pequenas empresas devem tomar para terem retorno financeiro rapidamente?
Implementar algum tipo de tecnologia verde, como reuso de água, por exemplo, traz ganhos enormes na cadeia de produção da empresa. Para a pequena empresa, algumas ações tem impacto direto na redução do gasto. Isso sem mencionar que você ganha em imagem positiva com os clientes, isso muitas vezes pode ser um argumento de venda muito forte.

Como podemos medir esse ganho?
É difícil mensurar esse diferencial, ainda estamos caminhando. É um conceito que ainda não está claro no mercado. Na Inglaterra, algumas empresas colocam quantos créditos de carbono são emitidos. Hoje isso não é ainda um fator de diferenciação para o consumidor. Em uma relação entre empresas, a diferença é mais latente. É uma tendência que não pode ser ignorada, mas se já fosse uma realidade não existiria pirataria, por exemplo.

Quais as principais demandas das PMEs quando procuram uma consultoria?
As PMEs que vem até nós buscam conhecimento. O que é sustentabilidade e o que é aplicável para eles. Há uma busca forte nesse sentido. Nós fazemos muitos projetos de mapear que tipo de gastos eles tem e como resolvê-los com medidas sustentáveis. Mas cada empresa tem o seu projeto e a sua particularidade.

Compartilhe

Estudo divulgado pelo International Stress Management Association (ISMA) colocou o Brasil entre os primeiros no ranking de países onde mais se trabalha no mundo: 54 horas, contra a média mundial de 41. O mesmo estudo revelou que tantas horas de trabalho são diretamente proporcionais ao nível de stress do trabalhador brasileiro, que ficou atrás somente da China, Estados Unidos e Alemanha.

A vantagem de se trabalhar muito, nesse mercado cada vez mais competitivo, é atingir metas e ter seu esforço recompensado. Somente assim o stress é aliviado, certo? Errado. Ano passado, dados de uma pesquisa realizada na Inglaterra indicaram que pessoas que foram promovidas sofreram em média um aumento de 10% do seu nível de stress mental.

Entretanto, as mulheres tem mais motivos para se preocupar com os danos que o stress pode causar à saúde. Pesquisa realizada na Dinamarca e publicada na revista científica Occupational and Environmental Medicine sugere que a pressão no trabalho tem maior efeito sobre a saúde de mulheres com menos de 50 anos, com maior probabilidade de desenvolver problemas cardíacos.

Não existe uma cura para o stress. Médicos indicam a prática regular de exercícios físicos, uma alimentação saudável, equilibrada e noites de sono bem dormidas. Para que você tenha tempo para fazer todas essas atividades, a Microsoft investe em pesquisas para desenvolver ferramentas para facilitar sua vida e otimizar seu tempo, como por exemplo com os modelos do Office. Veja alguns exemplos no vídeo

Conheça também o Grátis e Melhor, portal da Microsoft com soluções gratuitas para pequenas empresas e diversos modelos para o Office!

Compartilhe

Conheça a história da Staff do Brasil, empresa recém inaugurada que aposta em políticas de inclusão social como diferencial de mercado

Cansados da vida de funcionários de uma grande corporação cinco colegas de trabalho resolveram somar seus conhecimentos e partir para um vôo solo. Assim, há um mês, foi inaugurada a Staff do Brasil, empresa que presta serviços de capacitação e treinamento para melhorias nos serviços de atendimento empresarial. “Resolvemos sair da nossa zona de conforto. Começamos a ver que éramos apenas um número na empresa que trabalhamos. Eu dei o pontapé inicial, fomos ao contador e depois alugamos uma sala para começar”, conta Fábio Luis, um dos diretores da empresa.

Fábio é formado em comunicação, mas nos últimos 15 anos de sua vida atuou numa empresa de aviação, como comandante. Atualmente está cursando uma pós graduação focada em inteligência de mercado, e é a esse curso que atribui o empurrãozinho necessário para tomar fôlego e começar um negócio próprio. “Essa pós abriu muito a minha cabeça para o universo do empreendedorismo”, revela o empresário.

O primeiro passo que os sócios deram foi elaborar um planejamento detalhado de ação e estratégia para o negócio. Fábio comenta que ainda não sentiram grandes dificuldades para gerir a empresa, com exceção da parte legal e burocrática. “Mas nada que um bom advogado não resolva”, comenta, bem humorado.

Os sócios estão bem otimistas e já assinaram contrato com um grande cliente. Um fator que está ajudando muito a impulsionar os negócios da empresa nesse início é a ampla rede de contatos que conseguiram ao longo da sua carreira corporativa. “O networking facilita muito, já temos clientes e estamos mexendo com peixe grande”, relata o empresário.

Um dos diferenciais da Staff do Brasil são seus projetos de inclusão social. Junto com o planejamento da empresa foi elaborado um plano de sustentabilidade que inclui duas grandes ações para atuar em diferentes frentes. A primeira delas visa a inclusão de deficientes físicos e a segunda de idosos no mercado de trabalho.  “Repensamos nosso valores e por isso resolvemos apostar em projetos sociais, isso também nos traz uma satisfação pessoal”, diz Fabio.

A ideia de desenvolver no plano da empresa frentes com viés sustentável surgiu a partir da experiência de vida de uma das sócias, Ana Claudia, cuja mãe é portadora de deficiência. “A Ana vive essa realidade e sabe como é difícil para o deficiente nesse país fazer qualquer coisa. Resolvemos abraçar a causa também”, palavras de Fabio.

A Staff está apostando nesse diferencial para agregar valor ao seu trabalho e tornar a empresa mais competitiva no mercado. “Queremos ter nosso trabalho reconhecido. Acho que esses projetos também atribuem um valor intangível ao nosso produto. Estamos muito confiantes”, finaliza Fábio.

Compartilhe
Páginas:123
Nuvem de Tags