Listando Artigos de 02/2010

Estreitar os relacionamentos da Microsoft com empreendedores, pequenos e médios empresários é o principal objetivo deste blog. O Pensando Grande nasceu para abrigar conteúdos que realmente façam a diferença, mas para falarmos com vocês e alcançarmos esta meta, precisamos também ouvir. Por isso apostamos na presença da Microsoft PME nas mídias sociais.

Temos cinco canais sempre abertos para comentários, dúvidas, críticas e trocas de experiências. Aqui no Pensando Grande, é possível dar sua opinião sobre nossos posts, todos os comentários são lidos e respondidos por nossa equipe, conheça um pouco mais sobre cada um de nós em nossa página Autores deste blog.

Em nosso perfil no Twitter você acompanha todas as novidades da Microsoft PME em primeira mão: os posts do blog, lançamentos, atualizações em nossas redes, enfim, tudo que fazemos é divulgado por meio deste canal. No final de 2009, nossos seguidores no Twitter foram os primeiros a conhecer o mais novo portal da Microsoft, o Grátis e Melhor foi apresentado lá antes de seu lançamento oficial!

Estamos também no Orkut, uma das redes preferidas dos brasileiros, por lá você encontra nossas fotos, dicas e nossa comunidade Pensando Grande. Para os que preferem o Facebook, também estamos por lá, em nosso perfil postamos novidades, os conteúdos do blog, fotos e, claro, interagimos com nossos fãs, que comentam os posts, enviam dúvidas sobre diversos assuntos e postam suas sugestões. A Microsoft PME está também no LinkedIn, rede voltada para relacionamento profissional e networking, neste canal promovemos e participamos de diversas discussões sobre temas pertinentes como empreendedorismo, gestão de negócios, marketing entre outros.

Convidamos todos a conhecerem estes canais e, claro, participarem! Queremos criar uma grande rede de empresários com objetivos similares para troca de experiências e conteúdos, é para isso que estamos trabalhando. Aproveitamos também para agradecer a todos que já estão entre nossos contatos e participam deste projeto! Contamos com vocês nesta jornada!

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Em 2009 as micro e pequenas empresas tiveram grande participação como fornecedoras do Governo Federal, confira agora algumas dicas importantes para que sua empresa também possa ser uma delas.

Um levantamento do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão mostrou que em 2009 o Governo Federal comprou mais de R$ 14 bilhões de 210.327 micro e pequenas empresas, valor que supera em mais de R$ 6 bilhões os números de 2008. Entre os produtos mais procurados estão equipamentos para processamento automático de dados, softwares, acessórios e equipamentos de suporte.

Uma das causas desse resultado positivo de venda é a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), que entrou em vigor em dezembro de 2006. Daquele ano para 2009, o crescimento de compras realizadas pelo Governo Federal de micro e pequenas empresas cresceu mais de 500%.  Mas qual é o caminho para que sua empresa também participe desse mercado?  

Todas as compras realizadas pelo Governo Federal (o mesmo vale para o estadual e municipal) são feitas com licitações. Atualmente, a maneira mais indicada para pequenas e micro empresas participarem dos processos de licitação é através de pregões eletrônicos. O Governo disponibiliza informações sobre todos as licitações em andamento e pregões no www.comprasnet.gov.br. Acessando esse portal você também obtém instruções sobre cotações e como participar dos leilões.

Para os empresários que desejam se aventurar no mundo dos pregões eletrônicos de licitação, é indicado que comecem consultando a “Cartilha do Fornecedor”, um documento disponibilizado pelo Sebrae com informações sobre o que é licitação e suas modalidades, detalhes sobre pregão, cotação eletrônica de preços. (donwload no link www.sebraesp.com.br/sites/default/files/cartilha_fornecedor.pdf ).

Cada licitação tem um edital no qual são publicadas todas as informações sobre a mesma. Qualquer empresa pode participar de uma licitação, mas é importante garantir que a companhia esteja devidamente qualificada e tenha estrutura e experiência para prover serviços e produtos de qualidade e cumprir os prazos estabelecidos. Além disso, é necessário providenciar a seguinte documentação:

- Ato Constitutivo, Estatuto ou Contrato Social

- Balanço Patrimonial e Demonstrações Contábeis (vedada substituição por balacete/balanços provisórios) registrado na Junta Comercial

- Declaração de Menores

- Certidão Negativa de Débito de Tributos Estaduais

- Certidão de Fundo de Garantia

- Certidão Negativa de Débito com a Previdência Social

- Certidão Simplificada, Certidão de Breve Relato ou Declaração de Enquadramento

- Certidão Negativa de Falência ou Concordata de Recuperação Judicial

- Cédula de identidade do dono da empresa e dos sócios

- Decreto de autorização no caso de empresa estrangeira

- Inscrição no CPF ou CNPJ

- Última Ata de eleição dos diretores/gerentes/administradores registrada

- Procuração para credenciamento do representante do fornecedor

- Registro Comercial

O Sebrae, em parceria com o Ministério do Planejamento, desenvolve também algumas iniciativas conjuntas com o intuito de dar subsídios aos pequenos e micro empresários que desejam se tornar fornecedores do governo. Entre elas está o FOMENTA, Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais. A segunda edição do evento aconteceu em outubro passado, no Rio de Janeiro e reuniu superintendentes e diretores administrativos, compradores públicos, pregoeiros, procuradores, diretores de compras e gestores de compras públicas dos municípios, realizando painéis e encontros de oportunidades, oficinas de capacitação entre outros. A edição do evento para 2010 ainda não tem data confirmada.

Por fim, outra boa dica para os interessados nesse mercado suculento é consultar uma empresa especializada em prestar consultorias e intermediar relações entre a sua empresa e o governo. Tais empresas ajudam os pequenos empresários a aprender sobre gestão, tributação, análise de documentação, capacitação dos profissionais, além de fornecerem informações sobre licitações, contratos, compras, prestação de serviços, e disponibilizarem assessoria legal no momento da retirada dos Editais de Licitação.

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Diversos fatores interferem no momento da escolha de seu novo funcionário: empatia, experiência profissioal, desempenho na entrevista, indicação, sexo…

A dica de Renato Grinberg, especialista em mercado de trabalho e diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, para auxiliar você nesse momento é que haja um equilíbrio entre o número de homens e mulheres em sua empresa, assim a possibilidade de somar suas potencialidades e diferenças, alcançando sempre soluções mais efetivas para os problemas que se apresentarão no dia a dia, é ampliada.

Mas, atenção, segundo ele algumas características fundamentais em um bom profissional independem do gênero: “Pró-atividade, liderança e capacidade de resolução de problemas são pré-requisitos para qualquer profissional”, diz.

A economista Saadia Zahidi partilha da mesma opinião que Renato, em 2009 conduziu um estudo de dados em 134 países para o Fórum Mundial Econômico, Gerder Gap Report 2009, e a conclusão foi que igualar as oportunidades para homens e mulheres é essencial para gerar sociedades competitivas.

Indo além, a Triad Consulting, empresa especializada em produtividade e administração de tempo, entrevistou ano passado 6.631 mulheres e a conclusão foi que 81% das mulheres conseguem executar múltiplas tarefas com qualidade, o que nem sempre ocorre no universo masculino.

“Elas conseguem com mais facilidade manter relações interpessoais, enquanto eles resolvem problemas de maneira mais rápida e objetiva. O importante é não tentar igualar atitudes, mas trabalhar com o conceito de complementaridade”, é a conclusão de conclui Grinberg sobre o tema.

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Em um post anterior, falamos sobre mídias sociais para pequenas empresas, com quatro dicas práticas para utilizar estas ferramentas a favor de seu negócio. Com as estratégias definidas e o projeto em prática, uma questão deixa empresários aflitos: como medir o retorno deste investimento, o famoso ROI (return over investment), das ações em mídias sociais?

Connie Bensen é uma badalada especialista em comunicação, em 2009 seu blog foi listado pela Forbes.com entre os 20 melhores sobre marketing e mídias sociais escrito por mulheres.  Ela apontou algumas tendências nesta área para 2010 e a primeira delas é: empresas estarão mais atentas e esperarão ROI sobre seus esforços em mídias sociais.

O trabalho com mídias sociais ainda é uma novidade, uma estratégia muito recente. Não podemos falar em fórmulas prontas, o que existe são tendências e casos de sucesso, no entanto, o que funciona para uma empresa não é necessariamente aplicável para outras. Isso de aplica de maneira ainda mais intensa no segmento de pequenos negócios, que, na maioria das vezes, não dispõe de fartas verbas para marketing e comunicação. Pensando nisso, reunimos aqui alguns passos práticos para que você possa definir como sua empresa fará a avaliação do investimento feito em mídias sociais.

1. Antes de medir o retorno, você precisa ter objetivos bem definidos e alinhados

Responda a esta pergunta: o que sua empresa espera alcançar com trabalho em mídias sociais?

Eis algumas alternativas (é uma pequena lista dentro de muitas possibilidades):

- gerar tráfego para seu site

- aumentar a fidelidade de seus clientes

- utilizar os canais para atendimento ao consumidor

- aumentar a exposição da empresa nas mídias sociais

- divulgar seus produtos e serviços para nichos de mercado

- saber a opinião de seus públicos e, assim, melhorar seus serviços

Para medir resultados, você precisa saber o que deseja e onde está quando começou o projeto, para, assim, avaliar os retornos. Cada um dos objetivos pede uma maneira diferente de mensuração e avaliação. Tudo parte desta definição: estratégia, ações, ferramentas de mensuração, avaliações e, finalmente, o retorno sobre o investimento.

Fique atento também ao andamento do projeto, será que suas ações são eficientes para atingir seus objetivos? Pesquise casos de sucesso, acompanhe blogs sobre o assunto, mas o mais importante: pergunte ao seu público o que ele quer, não tenha medo de dialogar, se sua empresa está nas mídias sociais é para isso mesmo: conversar.

2. Impactos não financeiros: sua empresa está preparada para mensurá-los?

Visitas ao seu website, menções e contatos nas redes sociais, feedbacks do seu público e outros inúmeros impactos não são mensuráveis financeiramente. Mas são estratégicos para avaliar e direcionar suas ações.

Utilize ferramentas on-line para avaliar os indicadores. Confira algumas:

Encurtar e Monitorar links

Estes sites encurtam seu link, essencial para divulgações no Twitter que só aceita 140 caracteres, é possível acompanhar quantas vezes ele foi clicado e saber quem divulgou seu material.

Migre me (em português – não é preciso fazer cadastro)

Bit.ly (em inglês – necessário cadastro)

Gerenciar redes sociais

Ferramentas para facilitar o gerenciamento de contas no Twitter, Facebook e LinkedIn. É possível acompanhar quando seu perfis foram citados, fazer buscas em tempo real, atualizações em todas as redes e integrar serviços para encurtar e monitorar links.

Sobbes (é preciso fazer download)

Tweet Deck (é preciso fazer download)

HootSuite (ferramenta on-line)

3. Tempo, tempo, tempo

Colher frutos financeiros do investimento em mídias sociais pode levar tempo, variáveis estão em jogo: objetivos traçados (item 1), investimento, estratégias e ações realizadas. É preciso que toda a empresa esteja na mesma sintonia e saiba que mídias sociais demandam, sim, tempo e dinheiro – falamos disso neste post.

4. Cruzamento de dados

Acompanhe os resultados cruzando gráficos para avaliar o impacto do seu projeto nos resultados da empresa. Durante as ações, meça os dados não financeiros (visitas ao seu website, menções e contatos nas redes sociais, feedbacks do seu público, frutos das ações realizadas em mídias sociais) e avalie quais foram as práticas mais eficazes.

De posse destes dados, cruze-os com gráficos que demonstrem o desempenho financeiro da empresa, número de novos consumidores, ticket médio e outros indicadores relevantes. Desta maneira, é possível avaliar a intensidade do impacto dos esforços em mídias sociais no seu negócio.

Parece muito complicado? Confira no Grátis e Melhor modelos para planilhas e apresentações além de cursos online para Excel e Power Point.

Olivier Blanchard, consultor de marketing, preparou um material muito interessante sobre ROI de mídias sociais, clique aqui para ter acesso (em inglês).

5. Seja dinâmico

Como falamos no início, utilizar mídias sociais a favor do seu negócio é um desafio. Novas plataformas e ferramentas surgem diariamente, seus consumidores farão críticas e solicitações, seus concorrentes estarão de olho em você. Esteja sempre em busca de novidades e acompanhe o mercado. Nosso Twitter traz dicas para pequenos empresários e este tema certamente voltará a ser abordado, fique de olho!

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Conheça a história inspiradora de Amália, uma executiva que resolveu mudar sua vida, abandonou a presidência de grandes corporações e abriu seu próprio negócio.

O segmento de beleza registrou nos últimos 14 anos crescimento de 10% ao ano. Em 2009 o crescimento em relação ao ano anterior foi de 14,4%, totalizando uma receita de R$ 14 bilhões em vendas. Mas qual a relação existente entre esses números de bom desempenho e Amália Sina, ex- presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil e sênior vice-presidente da Philips para a América Latina?

 Assim como 69% dos executivos-chefes da América Latina (dados de pesquisa da Korn/Ferry, consultoria multinacional de recursos humanos), essa alta executiva não estava satisfeita com o seu emprego e resolveu jogar tudo para o ar e abrir sua própria empresa, no gordo setor de cosméticos. “Eu apenas mudei para um setor mais perfumado”, comenta ela. 

 A frustração e angústia que esses presidentes sentem podem estar diretamente relacionadas ao fato de não estarem caminhando rumo a sua autorealização. Esse foi também o caso de Amália: “O ser humano não se satisfaz só de dinheiro, quer reconhecimento. Não dá para ter tudo. É um paradoxo qualidade de vida e poder, dinheiro etc.. é impossível. Eu paguei um custo emocional altíssimo“, conta.

 “Notei que quando saia das empresas, elas estavam muito melhores. Também aprendi que elas são iguais, funcionam da mesma forma:  tem o produto e o cliente… Aí decidi que não queria mais ter chefe e que  poder e liberdade não andam juntos”, essas observações foram o primeiro passo que  resultou na inauguração da Sina Cosméticos.

 A pesquisa da Korn/Ferry colocou em números uma realidade que se torna cada vez mais comum entre esses executivos: após anos de vida gastos com dedicação quase que exclusiva à profissão, percebem que no topo de uma empresa não há nada além do topo. “Aos 20 anos eu tracei uma meta para minha vida: seria presidente antes dos 50 anos. Alcancei essa meta antes dos 40. A questão é que quando se chega lá muito rápido, vem um grande vazio. E foi isso que eu senti”, relembra Amália.

E NASCE A SINA

 “Começar uma empresa do nada é assustador, mas também é fantástico”, desabafa a empresária. Sem dúvida nenhuma o Knowhow de Amália como administradora foi fundamental para que ela pudesse gerir sua marca própria. “Aqui eu tenho características minhas que naquele ambiente eram defeitos, e vice-versa. Eu não posso deitar em berço esplêndido porque tive uma careira fantástica como executiva”.

 Entretanto, as diferenças entre comandar uma empresa com 22 funcionários e uma com filial em mais de 22 países são gritantes. “Eu estava acostumada a dirigir uma Ferrari, qualquer problema eu chamava um time de advogados e em 2 minutos eles resolviam. Hoje em dia eu dirijo um New Beatle. É novo, é 0 bala, funciona direitinho, mas é um fusca”, palavras de Amália para comparar as suas experiências.

Para Amália, abrir uma franquia nunca foi uma opção a ser cogitada. “Franquia é um Xerox você não cria nada, você continua sendo subordinado. Eu não quis isso pra mim. Eu queria fazer tudo”. Como ela mesma diz, cuida de tudo em sua empresa, de cabo a rabo. A empreendedora criou desde as fragrâncias de seus produtos, até o rótulo e a embalagem que iria usar. 

Motivada por esse sentimento, e também por outras razões, como a vontade de deixar um legado para seu filho e a possibilidade de ter liberdade total para gerir sua empresa impulsionaram Amália para, em 2006, dar uma guinada em sua vida: decidiu se lançar como empresária, com a entrada da Sina Cosméticos no bilionário segmento da beleza. “Ninguém gosta de ter chefe, eu também não. Então decidi criar meu próprio ambiente e comecei a pesquisar os mercados”. A empresária conta que bateu o martelo ao se deparar com a informação de que a indústria de cosméticos crescia 12,5% ao ano, há 24 anos. Nas palavras de Amália: “Autoestima nunca sai de moda”.

A Sina Cosméticos foi inaugurada em 2006. Na época foram lançados 15 produtos, e a fábrica fazia 25kg de cada linha. Em 6 meses a empresa já apresentava um crescimento surpreendente: Amália estava fabricando uma tonelada de cada produto por mês. Ela continua: “Se eu dirigir com a força e a velocidade que eu dirijo a Ferrari, eu bato. Mas se eu fosse na velocidade que os pequenos empresários vão, eu não estaria do tamanho que eu estou hoje”.

O resultado dessa mudança toda foi que Amália ganhou em qualidade de vida e está mais feliz:

“Quero fazer minha empresa crescer e ser inspiração para outras pessoas. Quando você é empresário você pensa mais nos outros. Dá para viver bem se você quiser. Como empreendedora eu produzo mais e tenho liberdade. Nesses últimos 4 anos eu nunca me arrependi de ter feito essa escolha”.

As expectativas da empresária  para 2010 são animadoras. Pretendem ampliar sua linha de produtos. A Sina Cosméticos começa 2010 com uma nova marca no mercado, a Bio Emotion: “Meu objetivo hoje em dia é gerar empregos. Acredito que alguém tem que construir as Naturas do futuro, as grandes empresas em que as pessoas irão trabalhar, e é assim que estou trilhando os passos da Sina”, finaliza ela.

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Recém pesquisa da Korn/Ferry, consultoria multinacional de recursos humanos, realizada com 365 empresas da América Latina, descobriu que 69% dos executivos-chefes das mesmas gostariam de mudar o ramo de negócios em que trabalham. Ou seja, revelou que altos salários, poder e todo tipo de luxo e glamour que o mundo executivo pode trazer à vida de um profissional não são suficientes para que eles se sintam completamente satisfeitos com seus empregos.  A pergunta é, qual o motivo real disso?

Segundo dados de estudo realizado pela  Universidade britânica Warwick, a promoção no trabalho aumenta o estresse do indivíduo em 10%, ou seja, quem não está satisfeito com o seu cargo, tende a aumentar o nível de estresse mental ao ser promovido.

“A frustração e angústia que esses presidentes sentem podem estar diretamente relacionadas ao fato de não estarem caminhando rumo a sua auto-realização. Esses executivos perceberam que, com anos de esforço e dedicação, conseguiram chegar no posto mais alto da companhia, mas lá em cima, muito provavelmente, deram-se conta que tudo isso é só isso! Pelo menos os presidentes, administradores ou CEOs que participaram dos estudos acima. Trabalhar sem ter tempo para os amigos, para os filhos, a família, para o amor, para comemorar as conquistas ou para si mesmo, pode não ser o propósito de todos. “, explica Anderson Cavalcante,  consultor do tema e autor dos best-sellers “O que realmente importa?”; “As coisas boas da vida”.

O Pensando Grande conversou com Amália Sina, uma das executivas mais bem sucedidas do Brasil, que já ocupou cargos de presidência de grandes empresas, como Philip Morris, e, certo dia, resolveu largar tudo para tocar seu próprio negócio. Saiba mais sobre a experiência dela na matéria de amanhã.

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Caros Leitores,

O Blog Pensando Grande estará em recesso até o dia 18/03 em virtude do Carnaval.

Boa festas e JUÍZO!

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1254880_72709589Essa é uma técnica neurobiológica, criada pelo psicoterapeuta americano David Grand, que está caindo nas graças dos executivos brasileiros para ajudá-los a otimizar o seu tempo e ser mais produtivo no ambiente de trabalho. 

 Durante o tratamento é ativada uma área do cérebro que mapeia continuamente os sistemas, órgãos e tecidos, inclusive o próprio cérebro para verificar o que está ou não em ordem e estimular equilíbrio, adaptação e criatividade. Conforme essa área é acessada, reflexos no corpo indicam as regiões que precisam de ajustes. A partir desse ponto, os sistemas de processamento do cérebro são estimulados para que eles sejam corrigidos.

 Um dos efeitos do tratamento, por exemplo, é o aumento da criatividade. Além disso, resultados de pacientes que já passaram pelo processo, indicam melhoras em situações nas relações interpessoais, manejo de informações, administração de mudanças bruscas e crises, além de questões específicas, como aprendizado de idiomas, liderança, agilidade e controle do estresse.

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